FIM DA ESCALA 6X1: O QUE PROPOMOS?
Nossa luta pelo fim da escala 6x1 está tomando as manchetes.
E aproveito isso pra explicar o porquê o texto da PEC fala da escala 4x3 ao invés da 5x2.
Primeiramente, não podemos nivelar a proposta por baixo, esse não é o papel do proponente.
Eu sou de esquerda, o @RickAzzevedo, que encabeça o @Movimento_VAT, que já colheu cerca de 1,5 milhões de assinaturas e construiu a PEC conosco, é de esquerda. E não temos vergonha disso.
Por isso propusemos o que acreditamos: o fim da escala 6x1, a redução da jornada para 36h, e a escala semanal de trabalho 4x3.
Essa escala e jornada são possíveis, deu certo onde foram aplicadas, e representariam um salto em qualidade de vida da população nunca visto em um país em desenvolvimento.
Isso, conforme os estudos e exemplos disponíveis, sem causar danos à economia, inclusive podendo potencializá-la, gerando mais empregos e reduzindo a desigualdade.
E sabemos que o texto terá que ser negociado no Congresso. Sabíamos disso quando a PEC foi protocolada.
Mas, quanto mais apoio a PEC tiver entre o povo, mais poder de negociação teremos no Congresso. E mais poder pra melhorar a vida de cada trabalhador desse país e ACABAR com a escala 6x1 nós teremos.
Façam-se serem ouvidos, continuem pressionando os Deputados. Compartilhem, comentem e salvem postagens contra a escala 6x1. Produzam seus próprios conteúdos.
E principalmente, você que trabalha na escala 6x1, fale dessa luta no seu ambiente de trabalho.
em 2011 eu sentei do lado de uma senhora num vôo, fomos conversando e ela me amou, passei o número de telefone da minha casa e ela ligava de vez em quando pra falar comigo e com a minha família, pediu o endereço e enviou um album de fotos dela e da família com dedicatórias
Manuel Zelaya, presidente de Honduras, discursa do terraço da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Há 15 anos, em 28/06/2009, Zelaya era deposto por um golpe de Estado. O hondurenho permaneceu por 4 meses na embaixada do Brasil, tentando articular a resistência ao golpe.
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