A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
INIMIGOS DO POVO! Anote o nome, partido e estado dos 22 deputados que votaram contra o fim da escala 6x1 e foram derrotados:
Kim Kataguiri (Missão - SP)
Ricardo Salles (Novo - SP)
Julia Zanatta (PL - SC)
Rosângela Moro (PL - SP)
Adriana Ventura (Novo - SP)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Caroline De Toni (PL-SC)
Daniel Freitas (PL-SC)
Daniela Reinehr (PL-SC)
Fabio Schiochet (União-SC)
Fausto Pinato (Uniao-SP)
Gilson Marques (Novo-SC)
Lucas Redecker (PSD-RS)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Maurício Marcon (PL-RS)
Nicoletti (PL-RR)
Paulo Marinho (PL-MA)
Pezenti (MDB-SC)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Sérgio Turra (PP-RS)
Ze Trovao (PL-SC)
tinha um cachorrinho na porta do meu condomínio na chuva e tremendo de frio, fingi que não vi ele entrar, não posso colocar no meu AP (tenho gato) mas nada me impede de salvar o bichinho do frio hoje
🚨 Aparecida de Goiânia: carnes são lançadas de helicóptero em ação de Natal com adesivos de Flávio Bolsonaro e Gusttavo Lima.
Crianças e famílias pobres correndo por um pasto, olhando para o céu, disputando pedaços de carne lançados de um helicóptero. Não é metáfora. Não é exagero retórico. É literal. Foi filmado, editado e publicado como “Natal solidário”.
A cena não choca só pelo método. Revela uma lógica. Quem distribui não desce. Não caminha. Não olha nos olhos. Permanece no ar, acima, protegido. A carne não chega como direito. Chega como prêmio. Não organiza dignidade. Organiza disputa.
É a pobreza transformada em espetáculo. Administrada de cima para baixo, sem escuta, sem pacto social, sem responsabilidade com o que vem antes ou depois do gesto. Me deu nojo.
O Frigorífico Goiás não é ingênuo. A marca já associa seus produtos a figuras públicas e eventos políticos. Nesta ação, os kits traziam estampas de Gusttavo Lima e Flávio Bolsonaro. Nada ali é neutro. Quando comida carrega rosto, nome e projeto de poder, deixa de ser solidariedade. Passa a ser uso político da miséria.
Se há inferno bíblico, é para quem faz da fome um palanque. Nojo!
Isso aqui deveria chegar pra toda a população brasileira pra que as pessoas entendam o risco de votar no bolsonarismo. O deputado Paulo Bilynskyj defendeu que O POBRE PERCA O DIREITO DE VOTAR. Em sua fala, fez fortes críticas ao fato do Lula ajudar os mais pobres. A declaração foi tão absurda, que até o host do Podcast 3 irmãos se revoltou e bateu boca com o ele. Isso é o que os bolsonaristas pensam, mas não dirão no período eleitoral.
que inferno, parece que internet só resolve dar problema final de semana, aí o cara vem aqui no sábado e fala que vai resolver só na segunda, na maior naturalidade, foi só ligar lar pra cancelar e agendaram amanhã às 8 da manhã