Sequestrada pela atual esquerda, que é 100 % woke, medíocre, avessa ao mérito ao estudo e à formação profissional, a USP despenca ano a ano nos rankings de universidades.
Que a esquerda tinha hegemonia política entre os alunos e parte de professores é fato desde os anos 1960.
Mas a esquerda da época tinha matriz bolshevique e seus militantes pareciam saber separar ativismo com ambições profissionais, daí porque a baboseira de “formar cidadãos criticos” (chavão progressista para ser identitário) não permeava.
A ideia era “faremos a revolução um dia, mas até lá vou aprender uma profissão e formar um patrimônio”.
Vamos lembrar que Lenin decretou pena de morte para ladrões presos em flagrante em 1918 e reviveu a antiga frase “quem não trabalha não come”, além de defenestrar do partido os dirigentes que não cumpriam seus encargos como responsáveis por obras, fábricas e serviços.
Ademais, nunca haveria estudos de gênero ou teoria crítica racial na URSS, que queria engenheiros, médicos, matemáticos, químicos e outras disciplinas ligadas ao saber tradicional e produtivo.
Na USP atual, tomada pelo esquerdista pequeno burguês woke do PT/PSOL, os lemas são “policia não entra no campus para prender as vítimas da sociedade”, e 54 Milhões de pessoas vivendo de assistencialismo estatal e sem trabalhar é “programa de distribuição de renda e diminuição de desigualdade”.
A USP e outras universidades brasileiras sequer estarão em rankings em curto prazo.
Protegidas pela aberração jurídica da “autonomia universitaria”, - criada na Constituição de 88, - está refém de professores com 2 objetivos na vida: votar penduricalhos em seus gordos salários e transformar os alunos em zumbis de suas ideias mofadas.
A oposição de lule contra ele próprio segue a todo vapor.
Dessa vez nem Patusca Nery, Mortadela Lima e Dedeia Sadi conseguiram tergiversar sobre as declarações do ex preso.
Não há na história do país ministro da justiça tão desqualificado.
Após décadas de péssimos serviços no essetefe, e após se aposentar lewandowsky recebe o prêmio de ministro da justiça, por serviços prestados ao lulismo.
No cargo, começa a implementar a política de segurança pública do PT: esvaziamento e restrições à atividade policial e garantias intermináveis para criminosos, atos preparatórios para a criação de milícias nacionais nos moldes da guarda bolivariana de maduro.
Desinformado e desnorteado que é, lewandowsky veio a público com aquela cara fingida de tio avô bonzinho, se dizendo indignado que deportados, boa parte condenados por crimes nos EUA, fossem embarcados algemados e com correntes.
lewandowsky ignora que é norma internacional que deportados viagem dessa maneira, por segurança da tripulação e para evitar ações violentas por pessoas em situação limite.
lewandowsky igualmente fingiu não saber que desde que assumiu o ministério, desde biden foram dezenas de voos com milhares de deportados, sempre algemados e acorrentados.
lewandowsky e a mídia oficial do regime nunca mugiram. lewandowsky é a síntese da lição de Taleb: gente que toma decisões sem sofrer as consequências do que decidem.
Esse sujeito que parece ter uma obsessão ante o uso de algemas, nunca entraria num avião com deportados sem algemas.
Assim como quer a população e a própria polícia desarmada ou sem armas letais, mas ele próprio renova seu porte de arma e se vale de seguranças armados.
6- “O governo Lula nunca defendeu a taxação do PIX”
DISTORCIDO: na verdade, a preocupação não é com taxa sobre PIX, e sim sobre a renda a partir do monitoramento do Pix.
O chefe da divisão de fiscalização da Receita Federal no estado do Ceará, Getúlio de Alencar, disse à imprensa que a Receita tinha a expectativa de aumentar “em até 10% a recuperação de valores sonegados, a partir do monitoramento do PIX e de cartões de crédito”.
Um exemplo dado foi de você vender sua geladeira usada, a receita irá saber e isso poderia “acender um alerta”.
Ou seja, não se trata do imposto “sobre o PIX”, e sim sobre a sua renda auferida pelo monitoramento do PIX. Isto é claro para a maior parte das pessoas no debate.
Você pode perceber como toda peça de propaganda do governo nessa Medida Provisória fala sobre garantir que não haja tributo no “uso” do PIX, sendo que esta nunca foi a preocupação das pessoas - e sim tributação sobre os valores movimentados no Pix.
Há inclusive uma emenda do dep Gilson Marques nesta Medida Provisória para que - de fato - quem receba valores até o limite do MEI seja isento, descontando as despesas de seu negócio até o limite do MEI.
Essa é a direita que "odeia o ambulante", segundo Erika Hilton? O parlamentar que apoia o pequeno comerciante deveria, ao menos, ler o texto (https://t.co/JhhVK50tLt)
5- O povo trabalhava muito para manter o luxo e a farra
DISTORCIDO: os gastos do governo nunca estiveram tão altos quanto hoje.
Apesar de arrecadar R$ 100 bilhões a mais de 2022 para 2023, o governo gastou R$ 280 bilhões a mais no mesmo período. A cada real a mais que tirou da sociedade, o governo gastou quase três.
“Mas e os precatórios?”
Mesmo se desconsiderarmos todos os R$ 90 bilhões gastos em precatórios da conta da PEC dos Precatórios do governo anterior…
Ainda assim o governo teria gasto R$ 190 bilhões a mais para um aumento de arrecadação de R$ 100 bilhões.
Diferente da informação do vídeo de Erika Hilton, o povo nunca trabalhou tanto para sustentar um gasto tão alto do governo como hoje no Brasil.
3- A direita é contra a isenção de R$ 5 mil para imposto de renda
ERRADO: quem votou contra a isenção de quem ganha até R$ 5 mil foi a base do governo Lula
A Câmara votou o PL 81/2024, que atualizava a faixa de isenção do imposto de renda para 2 salários mínimos. Foram apresentadas diversas emendas para aumentar a faixa de isenção para 5 mil reais, conforme promessa de campanha de Lula.
O que houve? O governo Lula fez um acordo com Arthur Lira para não votar essas emendas. Fizeram assim: o líder do governo Lula, Alencar Santana (PT-SP) apresentou parecer pela “inadequação financeira” das emendas.
O plano era fazer com que, assim, as emendas nem fossem votadas e evitar o constrangimento dos deputados terem de votar contra a isenção.
Porém a oposição já antevia esta manobra, e conseguiu coletar assinaturas num recurso da deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) contra este parecer do dep. Alencar Santana, e este recurso foi a votação nominal no Plenário. Adivinhe…
A base do governo votou em peso contra o recurso (e consequentemente contra as emendas) que aumentavam a faixa de isenção de qualquer forma.
Importante destacar que este não é um assunto esquerda X direita, tanto que o PSOL também havia apresentado emenda para aumentar a faixa de isenção para R$ 5 mil e 4 deputados do partido votaram contra a orientação do governo.
Importante salientar que não sabemos como Erika Hilton votou nesta matéria pois não registrou presença naquela sessão. Talvez, se tivesse registrado presença, saberia o que ocorreu na votação da isenção do imposto de renda em vez de propagar desinformação de que a direita é contra a isenção.
1- A direita votou a favor da taxação das blusinhas.
ERRADO: na verdade, a direita votou contra a taxação. O PT e o PSOL, partido de Erika Hilton, votaram a favor.
“Como assim, eu vi matéria da imprensa mostrando os deputados da direita que votaram a favor de taxar as blusinhas!”
Você já ouviu a frase de Mark Twain que “uma mentira pode dar a volta ao mundo, enquanto a verdade ainda calça seus sapatos”?
Pois é. Este é um clássico caso destes - pois entender a verdade depende de entender algo que sequer num curso superior de Direito costumamos estudar a fundo: processo legislativo.
Em resumo: o processo legislativo ordinário no Brasil é bicameral. Um projeto iniciado na Câmara é revisado pelo Senado, e vice-versa.
Um projeto que iniciou na Câmara e chega ao Senado tem 3 caminhos: ser aprovado pelo Senado, neste caso vai à sanção; ser rejeitado pelo Senado, neste caso vai ao arquivo; ser modificado pelo Senado, neste caso volta para a Câmara para análise das mudanças aprovadas.
No caso do projeto que taxou as “blusinhas”, PL 941/2024, foi exatamente assim. O projeto foi aprovado pela Câmara e voltou uma 2ª vez para deliberação na Câmara após alterações no Senado.
Nesta 2ª votação, o projeto de lei já estava aprovado. Não havia mais a opção de rejeitá-lo. Votar “sim” ou “não” era deliberar apenas sobre as alterações que o Senado fez ao projeto.
Houve 12 alterações aprovadas pelo Senado e nenhuma delas tem relação com a taxação das blusinhas - o governo inclusive agiu no Senado para impedir a retirada da taxação das blusinhas do texto, mas isto é outro assunto.
Veja bem, essa é a votação que estão divulgando, realizada no dia 11/06/2024, quando a Câmara não poderia mais aprovar ou rejeitar a tributação das blusinhas em si.
Ainda assim, a lista dessa votação referente às emendas do Senado foi divulgada exaustivamente na época pela imprensa como “veja como os deputados votaram na taxação das blusinhas”, e agora ressurgiu neste vídeo.
Eu dou o benefício da dúvida para a imprensa por talvez não entender de processo legislativo. Porém, quem trabalha no Congresso Nacional e faz roteiro para vídeo de parlamentar entende (ou deveria entender) do tema.
Afinal, quando e como a Câmara aprovou a tributação das blusinhas então?
A tributação das blusinhas foi aprovada pela Câmara no dia 28/05/2024, duas semanas antes dessa votação mostrada no vídeo. E é aqui que a situação fica interessante. O governo e o PSOL, partido de Erika Hilton, orientaram a favor da tributação das blusinhas.
O dep. Chico Alencar, do PSOL, partido de Erika Hilton, discutiu a favor do texto falando que essa tributação “defende a produção nacional, mas não se fecha ao consumo de massa de maneira total”. Totalmente favorável à taxar as blusinhas.
Tá bom, mas como votou a direita? Lembra que quando o Senado aprova alterações num projeto a Câmara não tem mais a opção de deliberar por sua rejeição? É verdade, mas ainda há uma outra opção: não deliberar.
Foi isso que a direita tentou fazer. O dep. Gilson Marques (NOVO) apresentou requerimento de retirada de pauta do projeto, tentando fazer com que a Câmara não deliberasse e passasse ao próximo item da pauta (na prática, impediria que a lei da tributação fosse aprovada). O requerimento foi rejeitado.
Momentos depois, o projeto foi aprovado por votação simbólica, registrados os votos contra da oposição.
A lei entrou em vigor após Lula sancionar a tributação das blusinhas quando poderia ter vetado este trecho - como fez para tentar preservar o benefício das saidinhas temporárias para detentos - mas não vetou a taxação das blusinhas.
Desta forma, é objetivamente mentira que a direita votou pela taxação das blusinhas (mais mentira ainda sugerir que a esquerda foi contrária à taxação das blusinhas).