O @plnacional_ foi proibido pelo @TSEjusbr de impulsionar o vídeo (VERDADEIRO) em que o ex-presidiário LuLadrão aparece sendo paparicado por Deolane Bezerra, a lavadora de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
OBS: Apenas o PL foi proibido; NÓS, NÃO!
Não fico impressionado quando vejo que uma ministra do STF e uma deputada federal não sabem do que estão falando.
Para explicar com simplicidade. A transformação da liberdade de expressão em crime é conhecida como "crime de opinião". Gritar fogo no cinema não é uma opinião, mas uma ação. Assim como quando um oficial militar grita "direita, volver!" também não está dando opinião, mas emitindo uma ordem. Mas quando você emite um juízo sobre alguma coisa, isso é uma opinião.
Tentar matar alguém dentro de um avião com uma caneta, por mais estranho que seja, não é uma opinião. Opiniões não matam ninguém, podem no máximo ser ofensivas.
A comparação da regulamentação das plataformas com as leis de trânsito é comparar duas coisas que não têm qualquer relação entre si, assim como as leis de trânsito não têm qualquer relação com as leis que regem as esferas terrestres, exceto o nome de leis.
A maioria das leis que estão sendo aprovadas não são para regulamentar as plataformas, mas o usuários, suas opiniões, ou seja, são censura. A ditadura militar, ao menos, chamava o censor de censor e não de defensor da democracia.
**A justiça social não existe.**
Justiça é atributo de uma ação humana concreta. Eu posso ser justo ou injusto com você. Posso cumprir um contrato, devolver o que não é meu, ou mentir, roubar, trair. Em todos esses casos existe um agente, uma vontade, uma responsabilidade. Existe alguém a quem se possa apontar o dedo e dizer: “foi você”.
A chamada “justiça social” pretende extrair justiça de um processo que ninguém controla. O mercado, a divisão do trabalho, a evolução dos preços, a distribuição espontânea de talentos e sorte, nada disso tem rosto, intenção nem conselho de administração. Exigir que esse processo entregue um resultado “justo” é tão absurdo quanto exigir que a chuva caia de forma igualitária sobre todas as lavouras ou que a evolução biologicamente selecione os mais virtuosos.
Quando se fala em justiça social, o que se está realmente fazendo é transferir a linguagem da moral individual para um domínio onde ela não se aplica.
O resultado é sempre o mesmo: alguém precisa ser culpado pelo que nenhum indivíduo fez.
Surgem então as classes, os grupos, as “estruturas”. E, com elas, a legitimação para que o poder político redistribua, confisque e puna em nome de uma justiça que ninguém consegue definir com precisão.
Hayek viu isso com clareza brutal. Justiça só faz sentido quando existe escolha. Onde não há escolha individual, não há justiça nem injustiça. Há apenas resultado. E resultado não se julga com os critérios da ética. Julga-se com os critérios da eficácia, da sustentabilidade e da liberdade.
Chamar de “justiça social” o desejo de equalizar resultados é, portanto, um golpe semântico. Transforma uma preferência política em imperativo moral. Quem discorda deixa de ser apenas adversário e passa a ser inimigo da justiça. O debate racional é substituído pela acusação moral. E a política se converte em tribunal permanente onde o réu é sempre a realidade.
A verdadeira justiça continua sendo a antiga: tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual na medida em que se diferenciam. Exigir que o processo social produza resultados pré-determinados é exigir o impossível. E todo projeto político construído sobre o impossível termina, cedo ou tarde, em coerção.
O @claudio_dantas_ resumiu a situação brasileira.
"Carta aberta aos jornalistas – Claudio Dantas
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos.
Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma.
Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF.
Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc.
Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT — bastante conhecido e educado — sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma "virada de chave". Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático.
Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF?
Rogo aos jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática.
É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue."
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes usou o aparato do Estado para perseguir uma família por um bate-boca em um aeroporto no exterior?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes baniu o X no Brasil?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes puniu uma empresa de Elon Musk sem razão?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes ameaçou um delator, citando prender esposa, pai e filha de 18 anos?
A imprensa viu as pescas probatórias?
A imprensa viu quando centenas foram condenados sem individualização de conduta, sob narrativa de golpe armado contra o Estado?
A imprensa viu uma mãe condenada a 11 anos por escrever numa estátua com batom?
A imprensa viu a ameaça de multa de R$ 50 mil à população?
A imprensa viu um inquérito sem objeto claro durar sete anos e incluir desafetos?
A imprensa viu contas congeladas, passaportes cancelados, verbas bloqueadas e prisões questionadas?
A imprensa viu a prisão de Filipe Martins por uma viagem que nunca ocorreu?
Onde a imprensa estava durante esse período?
Agora a imprensa começou a se coçar, bastou o ditador de toga mostrar que os jornalistas também serão alvo da sua tirania.
Vocês precisam entender que, se Alexandre de Moraes não tivesse censurado o site O Antagonista em 2019, conduzido um inquérito sem base no sistema acusatório, acumulado as funções de vítima, investigador e juiz, promovido censura prévia à imprensa, cidadãos e humoristas, quebrado sigilos bancários e telemáticos sem autorização colegiada, ignorado o contraditório e a ampla defesa, imposto sanções desproporcionais, determinado buscas e apreensões com base em relatórios não oficiais, bloqueado redes sociais e aplicativos de mensagens sem respaldo legal claro, multado usuários por uso de VPN, nomeado representantes legais para empresas estrangeiras por decisão individual, criminalizado opiniões políticas e manifestações de pensamento, mantido inquéritos abertos por tempo indefinido e sem delimitação objetiva, utilizado medidas cautelares com fins punitivos, desrespeitado a independência entre os Poderes, ampliado indevidamente a competência do STF para alcançar cidadãos sem foro privilegiado, adotado decisões com impacto nacional sem submeter ao plenário da Corte, ordenado prisão de jornalistas sem flagrante ou condenação, solicitado retirada de conteúdo do ar sem ordem judicial formal, negado acesso à defesa sobre os autos de acusação, ameaçado advogados com sanções por declarações públicas, invadido domicílios sem base legal clara, monitorado comunicações de parlamentares sem autorização do Congresso, exigido dados de usuários de plataformas sem respaldo legal, pressionado instituições financeiras a fornecer informações sem ordem judicial, prendido inocentes com base em tuítes e postagens de rede social, censurado documentários e obras audiovisuais, ameaçado canais de comunicação com suspensão de monetização, imposto bloqueios bancários sem trânsito em julgado, utilizado decisões secretas para justificar medidas de exceção, promovido perseguição judicial a críticos do próprio Supremo e utilizado o TSE como instrumento político para perseguir adversários e ampliar o alcance de medidas excepcionais sem base legal, ordenado buscas e apreensões pela Polícia Federal contra Roberto Mantovani Filho, sua esposa Andreia Munarão e Alex Zanatta, participado de jantares e eventos bancados pelo Banco Master, pressionando o presidente do Banco Central pra salvar o Banco Master, ido duas vezes na casa do dono do Master (uma delas para encontrar o antigo CEO do BRB), ajudado sua mulher a assinar um contrato de R$ 129 milhões com o dono do Master, blindado Toffoli junto com Gilmar no caso Master, trocado mensagens sobre salvar Master no dia em que Vorcaro foi preso em 2025, quebrado o sigilo da fonte de jornalista, o Estado Democrático de Direito no Brasil teria acabado.
@marcoangeli Obrigado por ter se manifestado seu agradecimento aqui no X. Pelo WhatsApp, mesmo enviando o comprovante do meu depósito, nem um gesto neste sentido. Mas, com sua mensagem aqui estou em paz. Grande abraço
A-lei-xandre proíbe Bolsonaro de ter VISITAS POLÍTICAS e manifestações politico-eleitorais ate O FIM DAS ELEIÇÕES.
Agora ta explicito o porque Bolsonaro foi preso, para que nao se envolva nas eleições, nao eleja seus candidatos e assim o bolsonarismo perca força.
Isso é uma interferência direta no pleito.
Lula fez de sua cela um comitê de campanha.
Quem compactua com isso, abraçou o autorotarismo.
ISSO NAO É DEMOCRACIA
De tudo isso que o Trump revelou ontem - COM DOCUMENTOS DA CIA -, alguém ainda duvida que MORAES, o XANDÃO-MOR DA REPÚBLICA, foi o responsável pela maior FRAUDE ELEITORAL DO SÉCULO, ao devolver o NOVE DEDOS à presidência, enquanto chefe da "ORCRIM do TSE"?
AS ELEIÇÕES DE 2022 FORAM FRAUDADAS, NA CARA DURA, COM APOIO DA USAID, CHINA... e MADURO!
Vejam como a "ORCRIM do TSE", comandada por MORAES, estava bem estruturada... tem até ex-membro como ministro atual do Lule...
O Brasil não é para amadores.🤡
CARTA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO AO POVO BRASILEIRO:
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Brasília, 11 de Julho de 2026
Carta aos brasileiros.
Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós.
O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livramos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento.
Meu pré-candidato, creio, o seu também, meu porta-voz, o qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade.
Um afetuoso abraço a todos, na certeza de que juntos tudo faremos pela nossa pátria.
Deus, pátria, família e liberdade.
Jair Bolsonaro