DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A AIDS
Hoje, dia 1º Dezembro, é o Dia Mundial de Combate à Aids.
E pela primeira vez, depois dos 4 anos de desmonte de políticas públicas sobre o tema que vivemos sob Bolsonaro, a data volta a receber a atenção e prioridade que merece.
Só até Outubro, o Governo Lula e o Ministério da Saúde liderado por Nísia Trindade, já investiram R$ 1,7 bilhão em medicamentos contra o HIV. Isso são R$ 157 milhões a mais que o montante aplicado no ano passado inteiro.
140 mil pessoas vivendo com HIV que haviam sido prejudicadas por Bolsonaro também retomaram seus tratamentos. E tem mais: a previsão é que pessoas vivendo com HIV no Brasil todo possam atualizar os seus tratamentos, com esquemas mais modernos e com menos efeitos colaterais, até o fim desse ano.
Além disso, também tivemos e criação da Comissão Nacional de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, a CNAIDS. Tudo isso são sinais claros de que o Brasil retoma seu compromisso com a saúde da própria população e seus compromissos internacionais, como o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids.
Mas podemos ir muito mais além. Quase 200 mil pessoas no Brasil vivem com o HIV e não fazem tratamento algum, e isso se dá pelo estigma, pela incompreensão da disponibilidade do tratamento no SUS e uma variedade de questões socioeconômicas para tal. Por isso mandato continuará sempre atento ao tema, trabalhando pela disponibilização dos melhores tratamentos e métodos preventivos como o PrEP de fácil acesso no SUS e amplamente divulgados.
Vídeo: @minsaude
Cartaz: GIV - Grupo de Incentivo à Vida
Temos que adotar um lema que eu repito várias vezes: muito dinheiro na mão de poucos significa fome e mortalidade infantil. Pouco dinheiro na mão de muitos significa a possibilidade de crianças na escola, famílias fazendo três refeições ao dia. Significa distribuição de renda. Não tem nada mais importante, na nossa passagem na terra, que um homem e uma mulher poderem viver dignamente.