“Britney não tem capacidade de fazer um show em Copacabana”
MEU AMOR, VOCÊ JÁ VIU O QUE ELA FAZIA ENQUANTO ESTAVA SENDO DOPADA COM LÍTIO PELO PRÓPRIO PAI???? Você viu a residência em Las Vegas? Você viu os clipes, a qualidade das letras das músicas?
Se ela subir pra dublar 2h de show e ficar subindo e descendo num pole dance a gente vai aplaudir, porque a mulher está LIVRE E VIVA!!!!
ver a fer e o vitor ontem foi uma das melhores partes do meu dia, deixou meu coração tão quentinho que eu quase chorei quando eles chegaram, não tinha percebido a saudade até ver eles ❤️
@josemurilin a maior pickme girl dos campos gerais e região totalmente importada do inferno com narcisismo de fábrica, a gata serve horrores, literalmente KKKKKKKKK COMO PODE NINGUEM TER VISTO O PADRÃO AMORRRR
Sim, é verdade. Fui classificada como do "sexo masculino" pelo governo dos EUA quando fui tirar meu visto para ir à Brazil Conference, na Universidade de Harvard e no MIT.
Não me surpreende. Isso já está acontecendo nos documentos de pessoas trans dos EUA faz algumas semanas.
Não me surpreende também o nível do ódio e a fixação dessa gente com pessoas trans. Afinal, os documentos que apresentei são retificados, e sou registrada como mulher inclusive na certidão de nascimento.
Ou seja, estão ignorando documentos oficiais de outras nações soberanas, até mesmo de uma representante diplomática, para ir atrás de descobrir se a pessoa, em algum momento, teve um registro diferente.
Mas, no fim do dia, sou uma cidadã brasileira, e tenho meus direitos garantidos e minha existência respeitada pela nossa própria constituição, legislação e jurisprudência.
E, se a embaixada dos EUA tem algo a falar sobre mim, que falem baixo, dentro do prédio deles. Cercado, de todos os lados, pelo nosso Estado Democrático de Direito.
O que me preocupa é um país estar ignorando documentos oficiais acerca da existência dos próprios cidadãos, e alterando-os conforme a narrativa e os desejos de retirada de direitos do Presidente da vez.
Porque isso não vai parar em nós ou atingir apenas as pessoas trans, a lista de alvos dessa gente é imensa.
Ela já estava sendo escrita quando o primeiro escravizado foi liberto, quando a primeira mulher votou, quando os trabalhadores exigiram o primeiro aumento de salário, quando os indígenas reivindicaram o direito ao próprio território, quando um latino tentou ter de volta um pouco do que lhe foi roubado.
E essa lista de alvos continua crescendo, e faz parte de uma agenda política de ódio global, que também não para nos EUA.
Mas, aqui no Brasil, é uma agenda política de ódio que já derrotamos uma vez. E derrotaremos quantas vezes forem necessárias.