O destino, o sofrimento e todos os limites para atingir a transcendência. Esta é uma constante presente em toda a obra de Ludwig Van Beethoven, das sonatas de resignação, contemplação e introspecção dos quartetos tardios e sonatas, até a luta e conquista de suas sinfonias. (4/4)
Beethoven, para além da beleza pura de sua música, faz da forma musical um drama da alma humana. E. T. A Hoffmann, em 1810, observa na sua música o incomensurável, uma espécie de anseio infinito. Na Quinta Sinfonia, o célebre motivo inicial não aparece como uma melodia (1/4)
Toda a música é parecida com uma batalha contra uma presença que retorna em cessar, até que explode em afirmação. Beethoven faz deste conflito, o conflito interior humano, uma experiência universal, não descrevendo emoções, por si só, mas a própria vontade humana enfrentando (3/4
Imagina achar-se no direito de emitir opiniões — burras, por sinal — acerca de uma encíclica papal que saiu há menos de um dia, rasgando suas vestes, que nem um fariseu, em público, para todo mundo ver. Um show de soberba e analfabetismo, tudo ao mesmo tempo. Nunca me decepciono
@Friedenreich__@CataPaul2 Acharia um absurdo Zico acima de Didi e Fried? Eu tenho muito a falar sobre o gênio Zico. Eu penso em transformar meu perfil em um perfil sobre o Flamengo e sua história. Assim eu poderia dissertar melhor sobre o quão grandioso e genial foi o Galinho. Boa lista, aliás!
do diálogo, no drama, no lugar de cada voz e no modo de como a verdade surge dentro da conversa. É justamente isso que Stenzel, Friedländer, entre outros, enxergam claramente. Há uma visão metafísica viva, que atravessa os diálogos e até os excede. (4/4)
Abandonar a ideia de que os diálogos de Platão são apenas fases soltas de uma cronologia é o primeiro passo para entendê-lo corretamente. O que atravessa toda a obra do Ateniense é uma mesma visão de fundo, a mesma maneira de apreender o real, mesmo quando os temas...(1/4)
Por isso, ao contrário de certas leituras, os diálogos platônicos não devem ser lidos como peças isoladas, que comunicam sentido isoladamente dos demais, e sim como momentos de um pensamento vivo. A unidade que falo não aparece só nas doutrinas, como também na forma...(3/4)
@Friedenreich__ Exatamente. Um esquadrão liderado por Zizinho, com monstros como Jurandir, Domingos da Guia, Pirillo, Vevé, Jayme de Almeida, Perácio... além do espetacular Flávio Costa. 44 vitórias em 63 jogos, além de um dos ataques mais avassaladores de toda a década, quebrando recordes.
@Friedenreich__ Impressionante como o Brasil domina essa posição, gerando cracaços da bola em todas as gerações, jogadores de ponta, altíssimo nível. Chega na minha vez, tenho que ver Wesley e Alex Sandro... com todo respeito, pois sou flamenguista.
Excelente ranking como sempre.
@Friedenreich__ O cara da lista simplesmente colocou o Real Madrid de 2013/2018 acima da selecao de 1970 e achou que ninguém ia perceber. Pessoal espanca a história do futebol mesmo.
Concordo com sua lista. Com a exceção de que eu colocaria o Flamengo de 1980/83 acima do São Paulo de 1991/1994.
@Friedenreich__ Cracaço da bola. Um monstro de uma época longínqua. Teve passagens breves pelo Flamengo, mas me sinto honrado dele ter vestido o manto rubro negro.