Ontem fui ao cinema com minha esposa.
🎟️ Ingressos: R$ 54 x 2 = R$ 108
🍿 Pipoca + refrigerante: R$ 53
🚗 Estacionamento: R$ 30
Total: R$ 191.
Uma simples ida ao cinema para um casal já custa quase R$ 200.
Uma simples ida ao cinema está se tornando um luxo.
O Brasil está ficando inviável para a classe média e para o trabalhador.
Milhões de brasileiros foram acordados na madrugada por um “Alerta Extremo” contendo apenas a palavra “misantropia”. Um sistema criado para salvar vidas não pode ser tratado com amadorismo.
Mais grave que o erro é a dúvida que fica: quem enviou a mensagem? Como ela foi autorizada? Quais mecanismos existem para impedir o uso indevido de uma ferramenta capaz de alcançar milhões de celulares instantaneamente?
Em um país que se aproxima de mais um processo eleitoral, a população tem o direito de exigir transparência absoluta. Sistemas de comunicação em massa precisam estar protegidos contra falhas, invasões e qualquer tipo de manipulação.
Quando um alerta oficial perde credibilidade, quem corre risco é o cidadão. O Brasil precisa de respostas imediatas. 🇧🇷
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A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que tomou conhecimento de relatos sobre o recebimento de uma mensagem de alerta via tecnologia Cell Broadcast contendo conteúdo incompatível com os protocolos oficiais de comunicação de emergências.
(Continua nos comentários…)
Estamos falando de uma plataforma oficial de emergência, capaz de disparar mensagens para milhões de brasileiros simultaneamente. Se um agente externo conseguiu acessar esse sistema e emitir um Alerta Extremo em plena madrugada, então estamos diante de uma séria vulnerabilidade de segurança nacional.
A nota levanta novas perguntas:
Como ocorreu a invasão?
Há quanto tempo o sistema estava vulnerável?
Quais regiões foram atingidas?
Outros sistemas governamentais também podem estar expostos?
Quais evidências apontam para um ataque hacker?
A população merece transparência total. Não basta afirmar que houve uma invasão. É preciso apresentar os fatos, identificar os responsáveis e demonstrar quais medidas estão sendo adotadas para impedir que algo semelhante volte a acontecer.
Se confirmado, este não é apenas um incidente tecnológico. É um episódio que exige apuração rigorosa e responsabilização exemplar.
NOTA OFICIAL
A plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada deste sábado (20/6), após ter sofrido uma invasão e disparado um alerta para diversas regiões do país, ordenado remotamente por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade. Provavelmente se trata de um ataque hacker.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas.
O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.
Começa hoje a Copa do Mundo
Garrincha (1962): Assumiu o protagonismo após a lesão de Pelé, sendo o principal maestro do bicampeonato brasileiro e eleito o melhor jogador e artilheiro da competição
Segunda maior atuação de um jogador em Copa do Mundo
Foi contra o Chile, onde anotou dois gols – um chute no ângulo e um gol de cabeça para ampliar o placar. Ao fim da partida, o espanto foi enorme e o jornal El Mercurio publicou: ‘Garrincha, de que planeta você veio?’. Por fim, Mané se tornou o primeiro jogador na história a ser campeão do Mundial, Melhor Jogador da Copa e Artilheiro, em uma única edição.
17 de junho de 1962. Um dia eternizado na história da Seleção Brasileira! 🇧🇷🏆
Há 64 anos, conquistávamos o nosso segundo título mundial ao vencermos a Tchecoslováquia por 3 a 1 na grande final da Copa do Mundo, no Chile.
ISSO É BRASIL! #BateNoPeito
Matéria do GE mostrando quem correu mais e menos na estreia da seleção. O que me choca é o fato do Casemiro ter corrido 100 metros a mais que o Alisson QUE É GOLEIRO
Enquanto Endrick estiver usando a marca de chuteira New Balance, ele não entra na seleção
A Nike patrocina a seleção
Adidas patrocina a FIFA
A seleção não é do Brasil e sim da CBF