O PLANO A
de Alckmin e de Alexandre.
O EQUILÍBRIO QUE O SISTEMA GOSTARIA
Eu sempre disse que Lula seria persuadido a não competir em 2026.
Vocês todos sabem, desde 2023.
Ele foi um "instrumento temporário de conveniência".
Vamos lá.
Antes, por motivo eleitoral atual:
havia o risco de enfrentar um candidato forte demais do outro lado.
Tarcísio venceria Lula com enorme facilidade.
Todos sabem disso, inclusive o Flávio.
A hesitação dele, o excesso de sofisticação, não permitiu.
Agora, o motivo é institucional.
É mais pesado.
Vai além da eleição.
É o Brasil em risco.
Lula passou a representar um risco visível de instabilidade financeira e política.
Com Lula na urna, a eleição virará um incêndio.
Sem Lula, a temperatura vai cair.
E sim, é isso que muita gente relevante deseja nesse momento.
É só uma analogia:
Lula é o amigo bêbado esbarrando em todo mundo no fim da festa.
O país continuaria dividido com Lula em 2026, mas a disputa ficaria menos "plebiscitária" e muito, muito mais emocional.
NINGUÉM QUER ISSO.
O sistema político brasileiro (em sua maioria, incluindo os atrasados) começou a comprar seriamente a ideia de uma eleição entre dois polos moderáveis.
Inclusive a Globo, que já manda recados oficiais pelos seus jornalsitas.
De um lado, Flávio Bolsonaro.
Antes temindo, agora absorvido.
Direita, bolsonarismo, oposição ao PT, mas com formato muito mais institucional que o pai.
Senador, articulado, menos imprevisível, negociador, com equilíbrio emocional, mais palatável para setores que já entenderam que a direita será protagonista em 2026.
Ele é a aposta lógica atual até nos sites preditivos.
Do outro, o mecanismo de segurança do sistema: Geraldo Alckmin. O backup.
Centro esquerda moderada, sem inflamação, sem revanche, sem Janja, sem Sidônio e sem a guerra chata permanente.
Que delícia para Brasília!
Um nome que conversa com o mercado, com o Congresso e com a Faria Lima sem precisar mudar o tom.
Ótimo para o sistema: não fede, nem cheira.
Faz jus a todos os seus apelidos.
Flávio é a direita que o sistema percebeu que não conseguirá eliminar.
Por tendência, por ciclo, por motivos estruturais.
Parabéns a Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, que perceberam isso antes de muita gente.
Ganharam de muita gente grande o direito de indicar o nome mais adequado para essa posição.
Do outro lado, reagindo:
Alckmin é a centro esquerda que o sistema gostaria de preservar sem carregar o peso de Lula.
Uma eleição menos explosiva.
Afinal, o que os grandes falam:
"Precisamos dormir no sofá vendo os debates de 2026".
O Brasil precisa disso.
Flávio vs Alckmin.
Adversários, sim.
Mas administráveis.
Centro direita contra centro esquerda, sem a combustão que Lula produziria.
Lula 4 é um desastre, um apocalipse nessa equação.
Lula 4 é a guerra.
É o inferno.
É a tormenta.
Campanha permanente, conflito com o Congresso, desgaste com o mercado, briga com a imprensa, fadiga dentro do próprio PT.
E reativação do bolsonarismo no imaginário popular justamente quando o sistema passou três anos tentando reduzir Bolsonaro a um problema judicial.
O custo institucional de uma vitória apertada de Lula poderá ser MUITO maior que o custo político de uma sucessão organizada.
Consegue imaginar o Lula vencendo outra vez por 1%?
Esse país não aguentaria.
Sim.
O sistema percebeu isso, até antes do PT.
A LINHAGEM QUE NINGUÉM CONTA
Para entender o papel de Alexandre de Moraes nesse arranjo, é preciso desfazer um mito de origem.
Moraes não é uma criatura de Michel Temer, como muitos dizem.
Moraes é produto da máquina paulista chamada Geraldo Alckmin, coincidentemente o vice do Lula IMPOSTO pelo sistema.
Em janeiro de 2002, aos 33 anos, Alexandre foi nomeado por Alckmin secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo.
O mais jovem da história a ocupar o cargo.
Em 2014, Alckmin, recém reeleito, o recolocou no primeiro escalão, agora como secretário de Segurança Pública. A pasta mais sensível do estado mais relevante do país.
Entre uma coisa e outra, Moraes circulou pela órbita tucana, pela gestão Kassab, pelo municipalismo paulista, pela burocracia jurídica e pela elite institucional de São Paulo.
Sim.
Aquela que manda no país.
Temer apenas recebeu um produto pronto, além da gratidão da resolução do problema da sua esposa, Marcela. Essa história todos conhecem.
Alckmin construiu o Alexandre.
Temer apenas o alçou.
Quando se fala em Moraes como peça central do sistema, muita gente olha apenas para Brasília.
Mas a origem real está no Palácio dos Bandeirantes.
Moraes nasce politicamente no mundo de Alckmin.
O MÉTODO
Moraes não precisaria declarar preferência por Alckmin agora, como não o faz.
Aliás, ninguém do sistema fará isso publicamente.
Os recados virão pela imprensa.
Ao poucos, como esse do repost.
Bancos sondam o nome de Fernando Haddad em pesquisas caras. Já sabem, Lula é inviável.
Thaís Oyama fala com autoridade sobre os movimentos internos. Está autorizada.
Talvez nem todos pensem nesses termos, pois entendo, é difícil para a maioria.
Mas bastaria operar pela lógica da autopreservação institucional do STF, que tudo fica claro.
A suspensão da Lei da DOSIMETRIA é um dos sinais mais visíveis das placas tectônicas se movendo.
1) O Congresso aprova.
2) Lula veta.
3) O Congresso derruba o veto.
4) Moraes suspende a aplicação.
Flávio questiona na imprensa:
"Mas ele próprio, Alexandre, aprovou o texto".
Vem cá que eu te explico.
Nada é aleatório.
O eleitor comum não acompanha ADI, execução penal, técnica legislativa ou cálculo de pena.
Ele enxerga apenas a cena:
- Brasília decide por cima.
- O presidente parece menor.
- O Supremo parece maior.
- O Congresso se mostra irrelevante.
O eleitor? Fica puto.
O país passa a sensação de ser governado por um acordo que ninguém assinou, mas que todo mundo obedece.
Quem paga essa conta na urna?
LUUULAAAA.
O incumbente.
Afinal:
Ministro não disputa eleição.
Presidente disputa.
Ao proteger o Supremo, Moraes desgasta o governo que depende politicamente do Supremo.
Todos sabem disso, até uma criança.
As decisões monocráticas, as intervenções sobre temas já votados por centenas de parlamentares, os episódios permanentes de tensão institucional: tudo se acumula como passivo do presidente.
Até petistas desprovidos sabem disso.
No imaginário político, Lula e Moraes estão totalmente conectados.
Lula precisa de Moraes como símbolo do enfrentamento ao bolsonarismo.
Mas herda também o desgaste de Moraes como símbolo de excesso institucional.
Romper com Moraes significaria trair a narrativa democrática que sustentou o terceiro mandato.
Aproximar ainda mais Moraes de Lula significa abraçar um passivo crescente entre moderados, Congresso, mercado e parte do país cansada da tutela permanente do Supremo.
Lula está preso à criatura institucional que ajudou a consagrar.
A IRONIA QUE FECHA ESSE CICLO
Moraes é apresentado pelo Planalto como “guardião da democracia”.
Conduziu os inquéritos mais sensíveis, enfrentou Bolsonaro e segurou o front institucional que Lula usa como prova de legitimidade histórica.
Mas, por outro caminho, Moraes tornou Lula eleitoralmente mais pesado.
Toda vez que o Supremo volta ao centro da política, Lula vira o rosto visível de um sistema que decide por cima.
Quando o Legislativo é atropelado por uma decisão monocrática, o presidente parece não conduzir mais a cena. Apenas reage.
A mesma estrutura institucional que sustentou o terceiro mandato ameaça inviabilizar o quarto.
É curioso ver setores da esquerda admitindo isso.
É curioso, não. É divertido.
LULA ESTÁ SENDO DESCONVIDADO
Essa é a verdade.
Lula nunca decidiu sozinho seus grandes movimentos.
Em 1994, foi convencido a disputar contra Fernando Henrique Cardoso.
Em 2002, foi convencido a tentar novamente após três derrotas.
Em 2018, foi convencido a registrar candidatura sabendo que seria retirado do jogo.
Em 2022, foi convencido a aceitar Alckmin como vice.
Cada decisão parece, em retrospectiva, obra de um estrategista absoluto.
Não.
Foi quase sempre a fotografia final de um processo em que o sistema chegou antes da vontade pessoal.
Lula sempre foi persuadido a ENTRAR.
Ele sabe disso.
O entorno dele sabe disso.
Em 2026, está sendo persuadido a SAIR.
- Por Donald Trump.
O desconforto na coletiva mostrou isso.
- Pelo Congresso.
O Centrão não rompe com Lula por ideologia. Rompe por orçamento, estratégia e sobrevivência eleitoral.
- É mais fácil crescer num grupo novo, sem vícios acumulados.
E tem mais:
- A Faria Lima e a Avenida Paulista não votam.
Mas precificam.
- Já existe gente relevante entendendo que Lula virou passado.
TODO MUNDO SABE:
Quem vencer em 2026 herdará a conta de 2027.
E pelo STF, especialmente por Moraes, a lógica é simples:
A mesma estrutura que sustentou Lula corrói a possibilidade do quarto mandato.
O Supremo no centro da cena cola o desgaste no presidente que depende do Supremo.
Então, o que fazer?
Moraes não precisa pedir que Lula saia.
Nem o fará.
Basta continuar fazendo o que faz.
Desgastando o petista silenciosamente.
O resultado será o mesmo.
E o que Alexandre faz na prática?
Vinga se de um Lula que considera ingrato.
Que o cobra posicionamento público.
De um Lula covarde que manda recados pela imprensa.
De um Lula que passou a exigir “moderação” de Alexandre depois de anos atravessando todas as fronteiras institucionais em nome de um projeto.
Lula finge ingenuidade para agradar petistas.
Alexandre não gosta disso.
Eu não gostaria, você não gostaria.
Lula mandou sinais públicos que Moraes leu como traição explicita.
Foi mal aconselhado.
Jogou a âncora no mar sem corrente.
Tentou rifar Alexandre sem calcular as consequências.
Os avisos do petista não foram discretos, ao pé do ouvido e em reunião formal.
Foram em desconfortáveis declarações públicas, entrevistas e vazamentos cuidadosamente distribuídos.
Quem poderia ter vazado o contrato de R$ 129 milhões a não ser a PF do Lula?
E agora?
O sistema político brasileiro raramente anuncia seus desejos.
Ele cria condições.
Existe um conjunto de players relevantes DESCONVIDANDO Lula neste momento.
Trump.
Congresso.
STF.
Alexandre.
E vários outros.
Talvez seja melhor Lula ESCUTAR antes que o próprio ELEITOR faça isso no segundo turno.
Por enquanto, ele ainda pode sair de fininho.
Depois?
Pode sair pela porta dos fundos da política.
E ser lembrado apenas pela última derrota.
Apagando, no imaginário popular, boa parte das vitórias anteriores.
Fica a dica, Lula.
Vamos ajudar petistas a descobrirem sem gastar nenhum centavo com novas pesquisas.
Envie para eles.
13 RAZÕES ESTRUTURAIS PARA LULA NÃO REAGIR NAS PESQUISAS
Zero: Não é um problema de comunicação.
É estrutural.
1) A estratégia de Lula fala quase sempre com os próprios eleitores. O PT entrega muitos benefícios, mas não amplia o horizonte de votos. Fala para convertidos, repete o discurso para os mesmos e não expande alcance.
2) O PT não consegue falar com a classe média que paga a conta. Ao contemplar os mais pobres, transfere o peso do Estado para o eleitor do meio, que está mais endividado e sufocado por um governo mais caro e mais pesado.
3) A classe média desta geração não é sindicalizada como a anterior. Hoje, muita gente prefere autonomia, negociação direta, flexibilidade de horário e renda própria. Para o PT, defender (por exemplo) a pejotização e empreendedorismo individual, contraria sua própria lógica histórica.
4) Lula venceu em 2022 com força relevante no Sul e no Sudeste. Não foi um fenômeno nordestino, como muitos acham. Hoje, justamente nessas regiões, há governadores de direita bem avaliados, com alta aprovação e sem nenhum alinhamento com Lula.
5) A direita e o conservadorismo crescem ano após ano no Brasil de forma silenciosa.
Dos conselhos tutelares aos líderes comunitários, religiosos, vereadores, prefeitos, deputados e senadores. A esquerda virou nicho.
O Congresso reflete isso: METADE se assume de direita, um quarto é centro e um quarto é esquerda.
6) Lula não venceu 2022 por méritos próprios.
Venceu principalmente pelos erros estratégicos de Bolsonaro. Foi uma eleição de rejeições.
Não foi o petista que ganhou. Foi Bolsonaro que perdeu.
Jair veio de 2018, um pleito atípico, e pareceu acreditar que a disputa seria simples outra vez.
7) Lula já não fala com o eleitor do meio como falou no passado e como tentou falar em 2022.
Hoje, parece mais preocupado em construir e deixar um legado, do que em ampliar base eleitoral.
Resultado: seu teto fica baixo e seu alcance fica restrito à esquerda.
8) Em outros mandatos, os programas sociais tinham mais capilaridade do governo federal.
Hoje, disputam espaço com orçamento secreto e emendas Pix em escala muito maior.
Na prática, o parlamento passou a controlar boa parte da distribuição indireta de poder e influência.
9) A rejeição de Lula é estrutural e de longo prazo.
São cinco mandatos ligados ao lulismo no poder: três de Lula e dois de Dilma. É tempo demais. 60% dos eleitores não querem nem que ele tente um quarto mandato. No Lula 1, ele tinha cerca de 26% de rejeição.
Agora, gira em torno de 44%, até em institutos mais favoráveis ao petista, como o Data Folha.
10) O fim do primeiro trimestre costuma ser cruel para quem governa. É quando o eleitor sente o peso real da vida. IPTU, IPVA, matrícula, cartão de crédito, contas acumuladas. Nessa fase, a frustração aparece com mais força nas pesquisas.
11) O presidencialismo de coalizão de hoje é hostil a quem está no poder. Ele favorece alternância e desgaste. Desde o fim do ciclo de commodities, o ocupante do Planalto sofre mais. Dilma se reelegeu no limite. Bolsonaro não se reelegeu. Temer foi triturado em popularidade. Há pouco para entregar e toda crise cai no colo do presidente.
12) O eleitor costuma se enxergar como vítima e procura um vilão. Em 2022, esse vilão era Bolsonaro, muito por causa do seu comportamento no Covid.
Agora, o centro da irritação mudou. Lula e o STF absorvem o desgaste institucional e emocional de boa parte do país.
13) O sentimento anti Lula é enorme.
Talvez só tenha sido maior no auge do pós Lava Jato.
As pesquisas mostram um Lula mais fraco, mais limitado e com menos capacidade de expansão.
Ele perde até para nomes pouco relevantes.
No segundo turno, a direita tende a se unir naturalmente contra o petista. Em março de 2022, Lula tinha 43% contra 42% de todos os adversários somados. Hoje, aparece com 35% contra 43% dos adversários juntos.
É um Lula menor, com teto mais baixo e rejeição mais consolidada.
Enfim...
Lula não está diante de uma oscilação passageira e possível de mudar. Temos poucos dias úteis até a campanha. O mandato passou e ele não fez nada diante disso. São menos de 100 dias úteis de congresso até a eleição.
Lula está preso a um limite estrutural.
E estrutura não se resolve com marketing.
ZUMBI ELEITORAL
Inércia e teto: o fim de um longo ciclo.
Leia com calma, fique mais otimista e compartilhe com aquele amigo que está cansado desse filme de terror.
A imagem do zumbi não é etarismo.
Funciona apenas como metáfora de um ciclo político que continua andando mesmo depois de ter perdido vitalidade.
Em 2026,
a discussão tende a deixar de ser apenas sobre disputa eleitoral e passar a ser sobre encerramento de arranjos que entregam menos do que prometem e custam mais caro do que podemos pagar.
O que está vindo é estrutural
e não é aposta de curto prazo.
REELEIÇÃO: o vírus da continuidade
Quando a reeleição entrou no sistema, ela mudou o comportamento de todos ao redor.
A lógica deixou de ser governar e fazer o bem. Passou a ser governar já disputando a próxima, com o incentivo permanente de manter maioria, manter máquina, manter narrativa, manter amigos, manter regalias.
Lula deveria se envergonhar querendo um quarto mandato. Sua política virou um organismo com infecção crônica. Não morre, mas também não melhora.
A democracia e cobertor curto
Toda democracia administra tensões entre proteção social, liberdade econômica e crescimento.
É sempre assim, e não dá para ter tudo ao mesmo tempo. Quando a sociedade percebe excesso de controle e custo alto, pede ar, pede mudança.
Quando percebe abandonoou risco social, pede amparo. O pêndulo vai e volta, não por ideologia, mas por exaustão prática.
O mundo vive esse filme pós pandemia
Nos Estados Unidos,
a alternância natural entre partidos sempre ajuda a organizar esse atrito, mesmo quando a polarização aumenta.
Na Argentina
a ascensão de Javier Milei foi lida por muitos como reação a um Estado considerado caro e ineficiente.
Em partes da Europa e da América Latina, cresce esse impulso, cobrança por entrega e ceticismo com promessas que dependem apenas de expansão estatal. O mundo está mudando e todos estão percebendo.
O Brasil entra no cemitério do ciclo
O Brasil vive isso desde 1994,
um ciclo longo em que estabilização, inclusão social e coalizões caras organizaram a política desde então.
Esse surgiu e foi ficando pesado, mais pesado, caro e previsível no pior sentido. Como um zumbi lento.
Anda, fala, ocupa espaço, mas não responde ao que o eleitor mais cobra hoje:
resultado mensurável, moral e confiança.
1994 e a primeira ressurreição
A estabilização monetária reorganizou o país e mudou a pauta. A pergunta inevitável que ganhou força naquela época é DESIGUALDADE.
A política social se tornou eixo central e passou a ser o território onde coalizões se legitimaram.
O Estado virou a ferramenta preferida de construção de consenso através de bondades. Uma mãezona gastadora.
1995 a 2010: o corpo ganha massa
Entre 1995 e 2002,
Fernando Henrique Cardoso governou com coalizão ampla, estruturando base social e consolidando programas que depois se tornam permanentes.
Não foi Lula que inventou os programas sociais que existem até hoje.
Entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva se aproveita disso, amplia a escala, o orçamento e a visibilidade dessas políticas, e adiciona novas frentes.
Inclusão e proteção viram prioridade estável inegociável. O Estado cresce e, junto dele, cresce a carga de sustentar essa máquina pesada.
2014: cheirinho de decomposição no ar
Em 2014,
o modelo dá sinais claros de esgotamento. Corrupção sistêmica, recessão, confiança em queda e deterioração fiscal começam a corroer o pacto.
O eleitor passa a associar parte do arranjo a custo alto, baixa eficiência e pouca previsibilidade.
É o momento em que o monstro ficou visível, teve a cabeça cortada. Entre zumbis e vampiros, o Estado andou, mas ainda não convenceu.
2018 e o surto
Em 2018,
o eleitor procura ruptura.
Jair Bolsonaro vence como resposta errada a essa demanda. A guerra cultural domina o ambiente e, em vários momentos, a agenda estrutural perde espaço para um conflito chato, bobo e permanente.
O ciclo não é substituído por um novo, por meros detalhes e erros infantis. Além disso, naquela época surgiu outro surto, a covid, e tudo, a partir dali, se complicou.
O movimento natural é interrompido por barulho e disputa simbólica. A máquina continua ali, só que agora em convulsão.
2022 e a volta do velho roteiro:
a sobrevida do lulismo
Em 2022,
o país vai para um segundo turno dominado por rejeições. Lula retorna com coalizão ampla.
A pacificação não se consolida, por óbvio. Para o eleitor, o governo parece retomar métodos já conhecidos e ultrapassados, com negociação constante e Estado pesado como eixo.
O ciclo volta a andar, mas com a mesma expressão vazia. Não é novidade. É persistência chata. Aquele vilão do filme de terror, que aparece lento, insistente e aterrorizante perseguindo as vítimas.
2023 em diante começa o contrapeso
De 2023 em diante,
o Congresso Nacional se inclina para o centro direita.
É nitido.
A pauta de responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e liberdade para empreender ganha mais espaço, inclusive fora dos círculos especializados.
O eleitor do meio passa a discutir custo, moral, previsibilidade e entrega com mais nitidez. Isso muda o ambiente, mesmo sem mudar o governo.
2024 e a capilaridade muda de mãos
As eleições municipais reforçam a leitura de avanço de forças de centro e centro direita em parte relevante do território. A esquerda perde presença local em muitos lugares, o que impacta rede, narrativa e capacidade de mobilização.
Não define 2026 ainda, mas altera infraestrutura política e desenho de alianças.
2026 e o funeral do arranjo
É aqui que a metáfora ganha sentido.
2026 tende a ser lida como fechamento de ciclo.
O eleitor não quer apenas trocar o condutor. Quer reduzir o peso do veículo.
O tal impulso é por previsibilidade, moral, cultural, Estado mais enxuto e governabilidade menos baseada em improviso e expansão permanente.
A crise institucional pode acelerar essa marcha
Quando instituições parecem frágeis (como é o caso), o desejo de mudança costuma crescer.
Não por virtude do novo, mas por saturação do velho. A crise no Judiciário, a tensão entre poderes e o desgaste do ambiente político funcionam como catalisadores.
Em vez de frear, o eleitor tende a apertar o acelerador da troca. Lula vai tentar se desgrudar disso, mas não vai conseguir. Ele e o Supremo são sócios em linha de pensamento e o eleitor sabe disso.
STF e instinto de sobrevivência
O Supremo Tribunal Federal não opera como bloco ideológico estável de esquerda ou direita, como muitos pensam.
Em ano eleitoral, o vetor mais previsível é autopreservação institucional.
A Corte tende a preferir um processo com menos risco de contestação, menos tensão pós urna e menos chance de crise existencial também.
Isso empurra o sistema para nomes percebidos como moderados, competitivos e menos disruptivos.
Imagina bem se o STF iria gostar de ver subindo a rampa um Lula 4? Diante de tudo que está acontecendo, até o supremo sente medo da opinião pública, acredite.
Por que Lula pode não ser o centro da disputa
A hipótese é objetiva. Lula tende a só entrar para ganhar. Se os números não indicarem competitividade e se o ambiente exigir previsibilidade e redução de risco, a própria coalizão pragmática pode buscar alternativa.
Idade pesa como variável real em uma campanha longa. Há também o desgaste acumulado, concorrentes bem mais jovens, o teto imposto pela rejeição e o interesse em preservar legado de 3 mandatos.
Em política, coalizão de conveniência dura enquanto a conveniência dura. Não há um aditivo do sistema com o Lula para 2026 e ele sabe disso.
O fator externo endurece o jogo
Um cenário internacional mais duro, associado à postura de Donald Trump, tende a aumentar cobrança por pragmatismo, alinhamento, interesses e coordenação mútua.
Estados Unidos querem o hemisfério para eles, essa é a verdade. Não decide voto brasileiro, mas altera contexto e pressiona por previsibilidade geopolítica na região.
A eleição passa a exigir mais do que retórica. A negociação de Terras Raras pelo tarifaço vai parecer jogo de criança, pela pressão que ainda pode vir. Acompanhe isso de perto e terá surpresas.
Governadores e reta final
Se houver convergência de lideranças estaduais em torno de um bloco contra o incumbente, o segundo turno tende a se organizar por voto útil e rejeição, como em outros momentos.
Por tanto, a reta final, nesse desenho, costuma ser menos sobre carisma e mais sobre coalizão contra o mandatário atual.
E coalizão novamente, mas neste momento, se faz na geração de políticos mais bem aprovada da história.
São os governadores do Sul e do Sudeste. Quase todos ligados à direita e sem nenhum alinhamento com Lula.
Março e abril como termômetro
Sem depender de urna, há janelas importantes em que o país se revela. Março e abril de 2026, logo após o carnaval, tendem a ser um período em que a agenda se concentra e o humor do eleitor fica mais legível.
É quando expectativas econômicas do ano se assentam e quando sinais de viabilidade se tornam mais difíceis de esconder. Fique atento em tudo que acontecer nesse período. É uma prévia das eleições.
A ironia disso tudo
O ciclo iniciado com a estabilização e consolidado com a lógica da continuidade pode terminar no mesmo ponto sensível que o sustentou:
O FIM DA REELEIÇÃO.
Guarde isso.
O candidato que se comprometer com isso conquistará a opinião pública.
Mas não basta prometer, como muitos fizeram. Tem que lançar uma PEC já em 2026, mostrar sua força e aprovar no Parlamento.
Se a reeleição foi o vírus que estendeu a vida do arranjo, sua revisão pode virar a moeda de previsibilidade pedida pelo sistema.
A metáfora do zumbi é essa.
Ninguém precisa de quatro mandatos para mostrar o que é capaz de fazer.
Até os mais idiotas sabem disso.
Não é sobre um personagem apenas. É sobre um corpo político que continuou se movendo por inércia, mesmo depois de ter perdido a capacidade de convencer.
Essa lógica ajuda a entender por que, em 2026, Lula pode deixar de ser funcional para setores que o apoiaram em 2022 por conveniência.
A coalizão que sustenta o governo é pragmática. Quando a conveniência muda, o alinhamento muda.
Há também um teto claro de crescimento imposto pela rejeição e a dificuldade de ampliar base no eleitor do meio.
O desgaste institucional atual empurra na mesma direção.
A opinião pública dá sinais de exaustão com a repetição do mesmo enredo e cresce a demanda por responsabilização visível.
Em ambiente assim, o sistema tende a procurar um culpado claro, alguém para ser lançado à arena.
O resultado provável é uma disputa por repasse de custo político.
Cada lado tenta empurrar o ônus para o outro, até que alguém vire o boi de piranha do ciclo.
Parlamento, judiciário e executivo não vão passar ilesos. Alguém será sacrificado. Eles já estão se empurrando.
Essa conta não fica sem dono por muito tempo.
Se essa leitura se confirmar,
2026 dificilmente passa sem mudança estrutural relevante.
Esse ciclo vai buscar fechamento, por rearranjo de alianças, por mudança de regra ou por troca do eixo que hoje sustenta a governabilidade.
🇧🇷 PARANÁ PESQUISAS: Aprovação do governador Tarcísio de Freitas.
REGIÃO METROPOLITANA
🟢 Aprova: 62,7%
🔴 Desaprova: 33,7%
INTERIOR DE SÃO PAULO
🟢 Aprova: 71,0%
🔴 Desaprova: 24,7%
06-10/02. 815 entrevistas.
Esse texto abaixo é de 10 meses atrás.
De lá pra cá, a direita fez de tudo para se sabotar: brigas, intrigas, ações desastrosas.
Tivemos nosso camisa 10,
que marcou alguns gols contra.
Mas apesar disso, Lula não se reabilitou.
A única coisa que mudou é que todo mundo achava que precisava do candidato IDEAL para ganhar do Lula.
Só que o fato é outro: qualquer um que surfar as demandas atuais da população vai surfar, junto, essa onda de mudança.
Isso pode ser uma boa ou uma má notícia.
A ver.
E quais são tais valores?
- Deus ajuda quem cedo madruga.
- Seja protagonista da sua vida.
- Faça você mesmo, sem esperar ninguém.
- Segurança de ir e vir, segurança institucional e segurança percebida.
- Transparência: menos corrupção.
- Liberdade para trabalhar, agir, falar, se expressar.
Repare:
são pautas de liberdade e autonomia.
Difíceis de a esquerda absorver.
Quase impossíveis.
- Nikolas
- Ratinho Jr
- Tarcísio
- Caiado
- Zema
- Flávio, até ele
Todo mundo já entendeu isso e tem repetido, sistematicamente, esses discursos.
A caminhada do Nikolas, por exemplo, mostra que o brasileiro de bem:
- É religioso
- Gosta e exige liberdade
- Não tem preguiça de lutar
- é adepto ao “faça você mesmo”
Estamos vivendo um momento raro, quase pedagógico:
a população cansou de receber o peixe na mesa e está pedindo para ir lá fora pescar.
O brasileiro quer essa mudança.
Você pode analisar isso conceitualmente conversando com quem sustenta esse país: do motoboy ao bilionário.
Repare nos gráficos de pesquisa:
ninguém decidiu nomes ainda.
Mas todo mundo já decidiu que não quer mais o modelo que está aí.
Não quer mais Lula.
Te convido a ler o texto abaixo e entender o tamanho dessa virada e o quanto ela pode durar.
Aliás, não é só um movimento brasileiro.
É um movimento mundial.
Uma mudança estrutural.
Todo político está de olho nisso.
Por isso tanta briga para ocupar esse novo espaço.
VEM AI UM NOVO SUPERCICLO:
2026 REDEFINIRÁ O BRASIL.
Quer entender o motivo que não uso muito o termo "Trade Tarcísio?"
Por que acho isso pequeno demais pelo que está por vir.
Trade é algo temporário.
O Brasil está prestes a entrar no maior ponto de inflexão da sua história recente.
Não é só mais uma eleição. NÃO É.
É o fim de um ciclo que começou lá em 1994 e o início de outro que definirá os próximos 32 anos.
Ou seja, o próximo 1/3 de século.
Você tem duas escolhas:
🔹 Se preparar agora e se posicionar.
🔹 Ou ser arrastado, sem entender, pela maior mudança estrutural que o país já viu.
O que vai definir de que lado você estará não é a sua ideologia, e sim o seu grau de informação.
Vamos lá, entenda.
Entre os anos 60 e 1994, o Brasil foi palco de extremos. Durante a ditadura, vivemos o chamado “milagre econômico”: crescimento vertiginoso, grandes obras, industrialização acelerada.
Mas tudo isso veio embalado por uma conta alta – desequilíbrios estruturais profundos, desigualdades latentes e concentração de poder.
Com a redemocratização, essa fatura chegou. A economia entrou em colapso. Hiperinflação, descontrole fiscal e a famigerada “década perdida”.
Crescimento virou miragem. Estávamos presos num vai e vem que chamo de Ciclo do Crescimento e Crise.
E é aí que entra o ponto central:
A política se move em ciclos de necessidade.
Essa época foi um desses ciclos.
Não existe, numa democracia, a possibilidade de conciliar em um único momento liberdade absoluta, igualdade absoluta e eficiência econômica absoluta.
Esses três pilares são, por natureza, tensionados.
E o eleitor, ou melhor, a sociedade, através do voto, escolhe onde vai apertar o cobertor curto.
Uma hora, a demanda é social – igualdade, proteção, presença do Estado.
Noutra, a urgência é econômica – liberdade para empreender, cortar gastos, dar espaço ao mercado.
Veja:
Se um país prioriza demasiadamente a liberdade, o pêndulo tende a voltar em direção à igualdade.
Se mergulha num igualitarismo com impostos sufocantes, surge um clamor por eficiência e liberdade.
Nos EUA, isso é administrado pela alternância natural entre democratas (mais igualdade) e republicanos (mais liberdade e eficiência).
Na Argentina, o surgimento de Milei foi resposta direta a anos e anos de políticas estatizantes.
É o ciclo se movendo, como sempre faz.
No Brasil, após o ciclo FHC-Lula, onde o foco foi redistribuir (com muitos impostos e pouca eficiência), os sinais são claros:
Estamos entrando em um novo ciclo.
O eleitor começa a buscar liberdade, responsabilidade fiscal e eficiência.
E esse novo espírito vai ficando mais evidente a cada eleição.
1994 – O INÍCIO DO CLICO ANTERIOR:
O PLANO REAL
No início dos anos 90, o Brasil estava ingovernável. A inflação consumia os salários antes do mês acabar. Planejar qualquer coisa era impossível.
O país vivia uma crise perpétua, onde a única certeza era o caos.
Então, veio o Plano Real, em 1994.
Pela primeira vez, a moeda se estabilizou.
O Brasil deixou de ser um caso perdido e passou a ser uma economia de verdade.
Mas o que pouca gente entende é que estabilizar a moeda foi só o primeiro passo.
Resolvida a economia, veio a próxima pergunta inevitável:
o que fazer com a desigualdade?
Fernando Henrique Cardoso entendeu o sinal dos tempos.
O país pedia mais que estabilidade – pedia inclusão.
E o PSDB respondeu: lançou uma série de programas sociais que, anos depois, seriam ampliados, rebatizados e colocados sob os holofotes pelo seu sucessor, Lula.
A verdade que poucos dizem – ou preferem esquecer – é simples:
boa parte da arquitetura dos programas sociais brasileiros nasceu nos governos FHC.
Lula os consolidou e deu escala depois.
Na prática, o Brasil já havia feito sua escolha:
o ciclo da estabilidade econômica estava cumprido. Agora era a vez do desenvolvimento social.
O pêndulo da política se moveu mais uma vez.
E o foco passou a ser inclusão, proteção social e redistribuição de renda – mesmo que, para isso, se tolerasse um Estado mais inchado e uma carga tributária mais pesada.
Esse movimento moldou a política brasileira nas décadas seguintes.
Mas como todo ciclo... esse também começou a mostrar sinais de esgotamento.
2002 – A ERA LULA
A ordem do dia era inclusão social.
O Brasil escolheu Lula, e ele surfou essa onda.
Sim, ele aproveitou o boom das commodities, expandiu programas sociais e tirou milhões da pobreza.
Mas também inchou o Estado, criou uma máquina burocrática pesada e institucionalizou a corrupção como nunca antes visto.
O que começou como inclusão social virou um estilo de governo que, aos poucos, foi colocando um peso insustentável nas costas do contribuinte.
2014 – O COMEÇO DA TEMPESTADE
Dilma vence a eleição de 2014, mas o Brasil já estava clamando por uma guinada.
Claramente ali, a rejeição de Aécio Neves impediu que pudéssemos virar o disco.
A Lava Jato explode, revelando um esquema de corrupção sistêmica que envolvia o topo do governo.
O desemprego dispara, o PIB despenca, o dólar explode.
O país entra na pior recessão da sua história.
O que acontece quando as pessoas perdem completamente a fé no sistema?
Elas buscam alguém de fora.
2018 – A ASCENSÃO DO ANTI-SISTEMA
Bolsonaro é eleito com um discurso simples e direto:
Contra o PT. Contra o sistema. Contra tudo o que estava aí.
Mas ele entregou? NÃO.
❌ Na prática, muito ficou pelo caminho.
A pandemia, a guerra da Ucrânia, a inflação global e um embate direto com o Judiciário impediram que grande parte das promessas fosse concretizada.
Mas a mudança mais profunda não foi essa.
A polarização se tornou irreversível. O Brasil agora não tem mais uma eleição, mas sim uma guerra eleitoral permanente.
2022 – O RETORNO DE LULA E A SOCIEDADE DIVIDIDA
Lula vence. Mas ele não ganha.
FOI UM DUELO DE REIJEIÇÕES.
Metade do Brasil vota nele.
A outra metade vota contra ele.
A rejeição é o fator dominante da política brasileira.
O Brasil de 2022 não era mais o mesmo de 2002.
O cenário econômico global mudou.
O eleitorado está mais cético.
O modelo de governo baseado em expansão estatal está exausto.
RESULTADO: um congresso muito voltado à centro direita.
"O Brasil entrou em 2023 sem um projeto claro, apenas repetindo as mesmas fórmulas do passado."
Mas essas fórmulas já não resolvem mais as atuais necessidades do eleitor.
E aqui chegamos ao ponto crítico.
2026 SERÁ O FIM DE UM CICLO.
O INÍCIO DE OUTRO.
As pesquisas de opinião são claras.
O brasileiro não quer mais do mesmo.
Não quer apenas economia estável.
Não quer apenas políticas sociais.
Não quer apenas um anti-sistema.
O que ele quer?
É O QUE VOU EXPLICAR NOS PRÓXIMOS 18 MESES.
Você vai entender tudo antes dos outros.
Eu lhe guiarei até o último dia do segundo turno da eleição de 2026.
Repetindo:
2026 não será só mais uma eleição.
Será o início de um novo ciclo de 32 anos e eu explicarei tudo isso.
O Brasil passará por mudanças estruturais profundas nas próximas décadas.
O QUE ISSO SIGNIFICA PARA VOCÊ?
Os próximos 32 anos não são apenas números no calendário.
Eles vão impactar diretamente a sua vida financeira, o rumo da sociedade, sua qualidade de vida e o futuro da sua família.
É disso que se trata.
As decisões que o país tomará em 2026 vão mudar os rumos — em economia, política, modelo de Estado — vão refletir no seu bolso, no custo de viver, no acesso à saúde, à segurança, ao mínimo necessário para viver com dignidade.
E principalmente:
vão definir como será a sua aposentadoria.
Não se engane.
Isso aqui não é discurso vazio.
Outra grande mudança dessas?
Só em lá próximo a 2060 rsss.
Vamos juntos que teremos muitas coisas para contar.
Isso está longe de ser um simples trade.
@Estaelsias@metsul Em 24/09/2023, previsão de máxima de 38°C, e novamente toda expectativa que estava sendo criada há uma semana para aquele domingo foi frustrada!
Máxima não foi além de 36,5°C!
@Estaelsias@metsul - Na histórica Onda de Calor da Primavera de 2020, durante 2 dias consecutivos vários modelos previram 38°C em ambos os dias, e vários sites, jornais alertaram: "Amanhã pode ser um calor histórico em SP" ! Mas o Mirante estava com 37,1°C desde ANTES das 13h, mas travou nisso!
Mas enfim, Farac encontrou dados decimais e corrigiu vários arredondados X.5
Mar do Sertão perdeu os 28 (27,5 corrigiu para 27);
25 (24,5) de Cara e Coragem viraram 24;
Penúltimo capítulo de Travessia deu 28,5 e tinham colocado 29, agora atualizaram para 28.
@marcocamargo89 Boa tarde!
Soube no Farac que o comunicado da Rede Globo, sobre a 2° vez que Terra e Paixão deu 29,5 e virava 29, estava errado. Acessoria da Globo, que ñ recebe os dados direto da fonte mas de terceiros, passou dado errado para os jornalistas, inclusive p/ o Rick
Tinham colocado 29 na tabela do Farac, no dia 24/08, mas fui olhar ontem e corrigiram para 30.
Pessoal falou que foi 29,50 ; segue o print da correção:
Achei um pouco estranho, porque não saiu matéria no O Globo neste dia falando que tinha dado recorde, como saiu nos 30 segunda
@WalcyrCarrasco O público quer uma novela estilo A Dona do Pedaço, segunda fase de O Outro Lado do Paraíso!
Retorno CLARA TAVARES!
A história é MT boa, mas a dona de casa do sofá NÃO QUER FILTRO!
Quer dar risada com uma boa história!
A Globo precisa parar de achar que é a ABC e fazer novela de verdade. Isso que tá no ar agora tem uma história boa, mas não tem plástica de novela pra dona de casa
chega de filtro do Instagram, chega de imagem de escura
novela tem que ter cara de novela