Brasília, 11/Jul/26
CARTA AOS BRASILEIROS
“Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós.
O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e empobrecimento.
Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade.
Um afetuoso abraço a todos na certeza de que, juntos, tudo faremos pela nossa pátria.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.”
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro
Projeto Brasil: quinta medida.
Multas de veículos passarão a ser vinculadas ao CPF do condutor infrator — e não ao carro.
Hoje, quem compra um veículo usado herda, muitas vezes sem saber, as dívidas do dono anterior. É uma injustiça silenciosa que pune o cidadão honesto e protege o inadimplente.
Chega disso.
A dívida é de quem infringiu a lei. Cobrar essa dívida é obrigação do Estado — não um fardo jogado sobre o comprador de boa-fé. Não podemos aceitar um sistema que complica a vida do cidadão de bem para facilitar a vida do burocrata.
O Projeto Brasil devolve ao brasileiro aquilo que nunca deveria ter sido tirado: a segurança de comprar um carro sem herdar o passado de outro.
BOA SURPRESA
Fiquei extremamente impressionado que o Senador @SenJohnKennedy, apesar de ser eleito pelo estado da Louisiania, sabia de cor sobre a degradante situação política do Brasil.
Quando fui apresentado a ele como filho de @jairbolsonaro ele prontamente começou a descrever o cenário de censura e perseguição no Brasil falando prontamente um já famoso nome nas rodas de política americana: Alexandre de Moraes. O nome de Lula também não é esquecido e as menções não são nada positivas.
Fato ocorreu durante jantar em Washington DC, capital dos EUA, com senadores americanos encabeçado pelo Senador da Florida @SenTomCotton, ex-combatente do Afeganistão, o qual fomos convidados pelo empresário americano @geoheisel, que tem excelentes artigos sobre política brasileira para diversas imprensas, e acompanhados pelo empresário de origem Cubana @MMurgado, refugiado cubano que vive desde criança nos EUA. E sempre conosco em DC @pfigueiredo08, que dispensa apresentações.
Que Deus abençoe o Senador Kennedy em sua reeleição em novembro deste ano.
Um menino de cerca de 5 anos, pedalando seu pequeno triciclo na varanda de casa em #SC, com a bandeira do #Brasil tremulando e gritando:
🇧🇷 "Bolsonaro!Bolsonaro!Bolsonaro!" 🇧🇷
Não há marqueteiro, instituto de pesquisa ou comentarista de televisão capaz de fabricar algo assim.
Isso não se compra. Não se contrata. Não se impõe.
É o retrato de uma geração que cresceu vendo seus pais acreditarem que o Brasil pode ser diferente.
Quantas curtidas e RTs esse vídeo merece?
Será que conseguimos fazer essa cena chegar até @jairbolsonaro através de um de seus filhos?
🇧🇷❤️👇
Até meados do século XX, o chapéu não era mero adereço de vaidade, mas insígnia inescapável da ordem civilizada. Cartola, fraque e sobrecasaca formavam o uniforme rígido das posses presidenciais, dos casamentos régios e das audiências diplomáticas; sem eles, o homem público sentia-se nu, como se lhe faltasse a própria gravidade. Winston Churchill brandia o Homburg ou o coco com a mesma autoridade com que empunhava o charuto; Franklin Roosevelt raramente se deixava fotografar ao ar livre sem o fedora inclinado, emblema de uma América que ainda sabia vestir o poder. Ditadores de variado calibre como Stalin com o seu boné militar, Mussolini de quepe, Castro de farda e boina, compreendiam que a cabeça descoberta é cabeça exposta, vulnerável à irreverência das massas.
No século XXI, porém, o espetáculo inverteu-se. O que outrora conferia distância, hierarquia e respeito tornou-se, para os líderes ocidentais, sinal de anacronismo suspeito. O poder, agora, disfarça-se de proximidade; o estadista aspira a parecer “um de nós”, de jeans e camiseta. Eis por que, na imagem que ora se comenta, a figura de Lula surge quase espectral: único de chapéu entre homens de cabeça nua, parece um personagem extraviado de 1890 que, por equívoco do destino ou da maquiagem, foi parar no meio de uma reunião do século XXI. Há nele algo de deslocado, de patético e de fantasmagórico, como se o passado, teimoso, insistisse em assombrar o presente.
Talvez por sentir, no fundo, o desconforto dessa intromissão temporal, o mandatário brasileiro entrega-se a excessos gestuais: bate palmas sozinho, acena para o vazio, ergue os dois polegares em aprovação universal, sem motivo aparente. Gestos que, em vez de autoridade, denunciam ansiedade.
O chapéu, que deveria emprestar-lhe gravitas, confere-lhe, ao contrário, um ar de gangster de segunda categoria, ou, pior, de palhaço que se fantasia de chefe. E quando o palhaço usa cartola, o circo fica à espera: cambalhotas, piruetas, mentiras grotescas contadas com solenidade, imitações de chimpanzé ou de foca treinada. O espetáculo está garantido.
Lula, em suma, não lê o relógio da História. Confunde a aura que o chapéu outrora emprestava, tipo elevação, superioridade, distância necessária ao exercício do mando, com o figurino exigido pelo tempo presente, onde o líder se esforça por parecer “gente como a gente”, e não “aquele ali, com cara de mafioso”. Triste destino para um país que já teve, de modo espontâneo e sem esforço de marketing, um líder simples na indumentária e nos costumes, porém dotado de uma gravidade natural, de uma honestidade que não precisava de disfarces nem de gestos exagerados para se fazer respeitar.
Triste, sim. Profundamente triste.
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
O plano infalível para Flávio Bolsonaro vencer no 1.º turno:
1- A partir de hoje todos os aliados de Flávio atuarão como aliados.
2- As pessoas que têm força nas redes sociais comecem desde já a ajudar na campanha do Flávio (não é no momento que elas quiserem, mas a partir de agora).
3- O Partido (PL) comece a usar o Fundo Partidário focado em ações diretas, que vão ao encontro real dos anseios do povo, contando com o engajamento de todos os aliados.
4- Em momentos ruins, quando surgirem acusações e narrativas falsas, os aliados – principalmente as pessoas que querem se eleger pelo PL – atuem para desmontar essas acusações e narrativas, mostrando a verdade à população.
Pense bem:
Se as pessoas que se dizem aliadas pararem de sabotar e passarem a agir como aliadas, não tem como esse plano não dar certo!
@KimPaim
"Isso aqui é a mais PURA VERDADE.
Os ÚNICOS POLÍTICOS deste país que têm CULHÃO para PEITAR A MÍDIA (INIMIGA) e dar explicações quando são acusados são os BOLSONARO.
Todos os outros, PRINCIPALMENTE os ESQUERDISTAS, se ESCONDEM como COVARDES quando se tornam alvos de questionamentos.
E tem quem ache que os BOLSONARO ainda são ruins. O Brasil está cheio de gente cega.
A direita limpinha, à maneira de Flávio Morgenstern, aquela que gosta de posar diante de estantes de livros como quem exibe um diploma de grandeza intelectual, a direita que herdou de Olavo de Carvalho apenas a estética de biblioteca e o gesto teatral do sábio, mas não a sabedoria nem o discernimento, resolveu, no apagar das luzes do segundo tempo, proclamar que não existe terceira via e que Flávio Bolsonaro é a única salvação possível.
Por quê? Porque levaram pancada até o osso. A surra foi tão generosa que alcançou até o santinho de pau oco, o jovem Nikolas, e a outrora elegantíssima Michele, agora desmascarada como a Madrasta Má de um conto de fadas de mau gosto. Depois de serem humilhados pela opinião pública, essa que, com frequência, se faz passar pela voz de Deus, e de sentirem, no fundo do bolso, o peso da própria inépcia, mudam subitamente de discurso.
Ótimo! Antes tarde do que nunca. Sejam bem-vindos, patetas da direita caviar. Mas que fique lavrado em ata, com tinta indelével: não foi por convicção, nem por tardia honestidade intelectual, que fizeram a meia-volta ou a mea-culpa. Convictos, vocês nunca foram. Intelectualmente honestos?, hmmm, surgem dúvidas. O que os moveu foi o cheiro inconfundível da derrota e o desconforto burguês de ver o próprio capital político derreter como gelo ao sol tropical. Nada mais previsível. Nada menos edificante.
Todo esforço da esquerda para sepultar a alta cultura no Brasil volta-se, pela mão de uma nova geração de revolucionários iletrados, contra a minha pessoa. Eles não compreendem como um professor formado em Filosofia, História e Ciências Sociais, com mestrado em Metafísica e Teoria do Conhecimento, ainda sabe escrever com clareza, e, por vezes, com certa elegância. O espanto é genuíno, afinal, como eles poderiam saber? Nas suas cabeças ocas, habituadas ao jargão de assembleia e ao mimetismo digital, só resta uma explicação: eu copio do ChatGPT. Ou, variante mais sombria, algo escapou à grande hecatombe cultural que elevou os analfabetos funcionais aos píncaros do poder e condenou os cultos ao silêncio ou ao ridículo.
É este o drama da nossa época: sempre que decretam a vitória definitiva da ignorância, sempre que celebram o triunfo do vazio com fogos de artifício ideológico, Deus, com o Seu humor inescrutável, faz nascer uma pedra pensante para lhes perturbar o sono. Sim, amigos, acreditem: é o próprio Deus quem os confunde. E confunde-os com requinte, usando como instrumento um simples professor que ainda se lembra de como se constrói uma frase.
A ironia é sublime. Eles, que se julgam senhores da História, tropeçam na própria dialética: quanto mais proclamam o fim da cultura burguesa, mais a cultura, a verdadeira cultura lhes responde com a voz serena e implacável de quem não precisa de algarismos nem de modas para existir.
A propósito: eu leio a Bíblia desde os cinco anos de idade. Se hoje sei escrever, e bem, é porque sou um bom e velho leitor.