No contexto da Síria pós-queda de Bashar al-Assad, o presidente interino, Ahmed al-Sharaa (líder da transição após a ofensiva rebelde) está buscando avançar na unificação do país e na integração das forças curdas, em meio a tensões e confrontos recentes, especialmente em Aleppo.
Hoje, ele emitiu um decreto especial (Decreto nº 13/2026) direcionado ao povo curdo, reconhecendo-os como parte integral e autêntica do povo sírio, protegendo sua identidade cultural e linguística, reconhecendo o curdo como língua nacional (permitindo seu ensino em escolas em áreas de maioria curda), restaurando a cidadania a curdos afetados pelo censo de 1962, declarando o Nowruz (festival de primavera curdo) como feriado nacional pago, e proibindo discriminações étnicas ou linguísticas.
No comunicado, ele urge os curdos a retornarem às suas terras no norte do país e deporem as armas contra o governo sírio, abrindo caminho para uma participação plena na reconstrução de uma Síria unida.
Em resposta, Mazloum Abdi, comandante-chefe das Forças Democráticas Sírias (SDF, lideradas por curdos), anunciou que as forças paramilitares sob comando da SDF começarão a se retirar de suas posições defensivas a leste de Aleppo a partir das 7h da manhã de sábado, 17 de janeiro, deslocando-se para o leste do rio Eufrates, no norte da Síria.
Essa decisão é descrita como um gesto de boa vontade, em resposta a apelos de países amigos e mediadores internacionais, visando avançar na implementação do acordo de 10 de março de 2025 (que prevê integração das forças curdas às instituições estatais, cessar-fogo e controle centralizado).
Esses desenvolvimentos ocorrem após confrontos intensos recentes em Aleppo (que resultaram em mortes, deslocamentos e retirada curda de bairros como Sheikh Maqsoud e Ashrafiyah), e representam uma tentativa de reduzir tensões e avançar no diálogo para evitar mais violência, embora haja críticas de alguns setores curdos que veem o decreto como reconhecimento simbólico sem autonomia política real.
O cara foi convidado para ir a Belém, não gostou da cidade, disse que não gostou, e isso foi suficiente para os ufanistas retardados o tacharem de nazista e ligá-lo ao seu avô, que era nazista.
Que vergonha compartilhar minha cidadania com um bando de imbecis. Se vocês não querem que um gringo dê opinião - favorável ou desfavorável - sobre o Brasil ou alguma cidade brasileira, então não chamem gringos para vir ao Brasil. Melhor ainda: tratem de arrumar a casa antes de convidá-los, como, por exemplo, não deixar uma cidade de quase 3 milhões de habitantes se tornar majoritariamente favelizada e sem esgoto.
Não, o problema é o cara que disse que não gostou de Belém - pelo jeito é obrigado a gostar da cidade para não ser "xenófobo" -, senão vão culpá-lo pelas decisões políticas do seu avô, que morreu há mais de meio século. Vocês são patéticos, e a óbvia falta de vergonha na cara e capacidade de autocrítica é um dos motivos de o Brasil ainda ser subdesenvolvido.
Ufanismo do subdesenvolvimento e da favelização a qualquer custo: que atitude de neandertal. Vocês têm que crescer mesmo.
Muito bonito o discurso. O problema é que o modelo cubano não produziu nada melhor do que criticou. Hoje em Cuba falta comida, remédio, há montanhas de lixo nas ruas e hipercontrole do governo em diversas areas da economia.
É um país incrivel, mas que nunca foi livre de fato.
"Os Estados Unidos não são os campeões da liberdade que fingem ser, mas sim os principais causadores da opressão e da miséria dos povos do mundo."
- Che Guevara, ONU, 1964.
Talvez um dos maiores e mais verdadeiros discursos da história recente