Ninguém no Brasil está falando sobre o Dr. FAUCI.
Poucos sabem quem ele é e que está depondo nos EUA.
O Brasileiro médio não está preparado pra aceitar que pessoas morreram com a conivência dos próprios parentes. Você matou seu pai, sua mãe, algum irmão e seus avós.
De quais más condutas das autoridades durante a pandemia você deve saber? Compilei a partir de mais de 100 reportagens minhas.
1. Anthony Fauci
Origem do vírus. Em 11/05/2021, no Senado americano, afirmou que "não financiamos pesquisa de ganho de função para ser conduzida no Instituto de Virologia de Wuhan"; no mesmo ano Lawrence Tabak admitiu ao Congresso que o governo financiara esse tipo de pesquisa via EcoHealth. Os e-mails liberados mostram que o próprio Fauci, na madrugada de 1º/fev/2020, escreveu que a preocupação com engenharia genética deveria ser levada "ao FBI e no Reino Unido ao MI5", e comentou o rascunho do artigo com "?? Passagem em série [do vírus] em camundongos transgênicos com ACE2 [receptor do pulmão humano que o vírus utiliza]" — enquanto o texto publicado em artigo dizia que "nenhum cenário laboratorial é plausível". Depois mentiu em coletiva ao lado de Trump que não conhecia os autores do artigo ("Origem Proximal", na Nature Medicine), e disse a Megan Stack (NYT) que não tinha certeza se lera o artigo — havendo e-mail de 8/mar/2020: "Bom trabalho no artigo".
A brecha. A moratória Obama sobre estudos ganho de função (que aumentam a virulência) tinha exceção acionável exatamente por autoridades como ele e Francis Collins, "prontamente aproveitada".
Máscaras e distanciamento. De "não há motivo para andar com máscara" (2020) a duas máscaras (2021) a "em espaço fechado, use máscara" (2022). No depoimento ao Congresso de 2024, Fauci admitiu que a regra de distanciamento de dois metros "não era baseada em ciência" — "ela meio que só apareceu. Não me lembro de uma discussão".
Transmissão. Em maio/2021, Fauci disse que o vacinado era "um beco sem saída para o vírus". A FDA já escrevera em dez/2020 que "não há evidências de que a vacina impeça a transmissão". O máximo medido de proteção depois foi 40%, e só com imunidade híbrida (vacina + infecção prévia).
Lockdown. Fauci disse à Newsweek em 2022 que "não recomendei trancar nada"; mas a FEE documenta ao menos seis vezes em que ele pediu fechamento de escolas.
Memória seletiva. John Sauer relatou que no depoimento Fauci disse "não me recordo" ou variações 174 vezes e "não me lembro" ao menos 212 — "nunca vi nada parecido". Na audiência de ontem, Fauci se recusou a responder a perguntas 111 vezes.
2. Origem do vírus: o consenso fabricado
O artigo de Andersen et al. na Nature Medicine fechou o debate em março de 2020; 34 cientistas pediram retratação em 2023 por má conduta: "os autores não acreditavam nas principais conclusões do artigo quando ele foi escrito". O virologista Rambaut, que esteve nas primeiras reuniões de Fauci, disse em privado: "dado o pandemônio que aconteceria... nos contentamos em atribuí-lo a um processo natural". Ou seja, a motivação do artigo foi política, não científica.
A carta da Lancet foi orquestrada por Peter Daszak, da ONG EcoHealth Alliance (que entregava verbas americanas para a pesquisa de vírus em Wuhan), que ocultou o próprio nome e escreveu "declaramos que não temos conflito de interesses". A revista levou dois anos para recuar.
Na missão da OMS para investigar a origem do vírus, a China vetou todos os candidatos americanos e o único representante dos EUA foi o próprio Daszak; o líder confessou que o veredito de que a origem laboratorial seria "extremamente improvável" foi combinado com os 17 cientistas chineses.
Kristian Andersen, primeiro autor do artigo da Nature Medicine, sugeriu usar seu cargo de editor de repositório para apagar o artigo em pré-publicação do cientista Jesse Bloom, que lançava dúvidas sobre a origem natural do vírus (origem zoonótica), "como se nunca tivesse sido submetido".
Um delator da CIA relatou ao Congresso oferta de suborno a seis analistas para recuarem da tese laboratorial.
Bloom expôs erros de método do lado zoonótico: o mapa de Worobey (outro artigo tentando assentar a origem zoonótica) usava endereços residenciais de infectados para tentar estabelecer um padrão em torno do mercado de frutos do mar de Wuhan; a co-ocorrência de RNA viral com DNA de cão-guaxinim, outro indício usado por Worobey, não estabelece cadeia de contágio.
E os NIH renovaram verba à EcoHealth depois de ela não entregar, em duas requisições, os cadernos de laboratório — "mais uma vez, o fracasso é premiado com mais dinheiro", disse o Wall Street Journal. Há indícios de cobrança dupla a NIH e USAID.
3. Lockdowns e escolas
A própria OMS, em 2019, classificara como "muito baixa" a evidência para fechamento de escolas e locais de trabalho e restrição de aglomerações. A metanálise Herby/Jonung/Hanke estimou ~6 mil mortes evitadas em toda a Europa, contra as 490 mil prometidas pelo modelo de Ferguson, aquele modelo do Imperial College que Átila Iamarino usou para fazer alarmismo no Brasil.
O grupo de pesquisa de Ferguson no Imperial tem fama de errar esse tipo de previsão de forma crassa desde 2001. No mal da vaca louca, previu 50 mil mortes, houve 157; gripe aviária, previu 150 milhões, houve 455; para a Suécia, previu 85–96 mil, houve 6 mil.
O alarmismo foi a tônica dos autoritários sanitários pelo mundo. No Reino Unido, Matt Hancock, secretário de Saúde do Reino Unido durante a pandemia, escreveu isso no WhatsApp: "podemos fazer todos tremerem nas bases com a nova variante"; ele também manteve uma lista negra de 95 parlamentares que não colaboravam; e ameaçou cortar verba de um centro para deficientes em troca de voto.
No Brasil, o ensino remoto em SP foi associado a +365% de abandono escolar e a alunos aprendendo apenas 27,5% do conteúdo.
Contradição nunca reconhecida: os lockdowns fecharam academias e produziram ganho de peso médio de 680 g/mês, agravando a comorbidade mais importante da própria doença: a obesidade.
4. Máscaras
A alegação inicial de que o vírus não se transmitia pelo ar foi baseada num erro científico. O erro dos "cinco micrômetros" (tamanho das gotículas que seria o suposto limiar de transmissão pelo ar) moldou 60 anos de política na OMS e no CDC; a cientista que expôs o erro Linsey Marr, foi ignorada desde 2011. O CDC omitiu, em peça de divulgação, que o resultado das máscaras de tecido não era estatisticamente significativo, e enterrara um estudo negativo de 2020 "em uma tabela". Nenhum governo fez um estudo controlado e randomizado em crianças antes de impor máscaras a elas.
A Anvisa reimpôs a máscara em aviões em 2022, ignorando os resultados de revisão da respeitada Cochrane; o presidente do CFM respondeu com ofício de 8 páginas dizendo que a Anvisa estava fazendo sinalização de virtudes.
5. Tratamentos: falsas certezas nos dois sentidos
A falsa certeza de que ivermectina, hidroxicloroquina (HCQ), fluvoxamina e budesonida não funciavam contra Covid foi baseada numa falácia conhecida pelos estatísticos. A "falácia da linha nítida": tratar p > 0,05 como prova de ineficácia — contra alerta da Associação Americana de Estatística (2016) e de 800+ cientistas na Nature (2019). Uma revisão de pesquisadores de Harvard e da Espanha registrou que "o recrutamento para a maioria dos estudos de profilaxia com HCQ foi impedido de forma severa pelas interpretações incorretas".
O ápice do "ativismo científico" contra as drogas em repropósito do dito "tratamento precoce" foi o estudo de Manaus: aplicaram dose de cloroquina mais que o dobro acima do limite tóxico, baseada numa recomendação chinesa que era para HIDROXIcloroquina; houve 22 mortes; o jornalista David Ágape revelou que aconteceram autorizações de participação dos pacientes assinadas depois do óbito. Marcus Lacerda, responsável pelo estudo, recebeu medalha de Lula depois.
Outro momento de ataque desonesto ao tratamento precoce foi quando quase toda a imprensa brasileira alegou que houve "17 mil mortes por HCQ": o próprio estudo dizia "poderia ter sido associada"; uma reanálise belga não achou aumento significativo de mortalidade com o medicamento e refutou essa estimativa completamente.
Houve fraudes científicas a favor do tratamento precoce? Sim. Mas também houve fraudes contrárias, que a maior parte da imprensa fingiu que não aconteceram.
E as apostas aceitas pela mídia? Uma delas foi o antiviral molnupiravir, da MSD. Tive a oportunidade de pressionar o CEO regional da MSD nas Américas a respeito, em um encontro de jornalismo científico em São Paulo. Perguntei a ele se o antiviral, que foi a principal aposta da farmacêutica na pandemia, não tinha o risco de criar novas variantes do coronavírus (eu já sabia que tinha). Ele em parte negou, em parte desconversou. Poucos dias depois, a revista Nature publicou um estudo corroborando esse risco.
Outros jornalistas, aliás, não fizeram perguntas difíceis ao CEO ou às autoridades da Fiocruz que estiveram no evento. Eu, sim.
O molnupiravir foi liberado sem duplo-cego completo, sendo mutagênico e com eficácia igual ou menor que o antidepressivo fluvoxamina, que tinha dois estudos duplos-cegos indicando eficácia contra Covid.
6. Vacinas: onde a análise de custo-benefício foi ignorada
Israel avisou ao CDC em fev/2021 sobre miocardite vacinal ("alta importância"); dois meses depois Walensky, a chefe do CDC, disse na Casa Branca "não vimos relato nenhum" e, depois, "não vimos um sinal e procuramos intencionalmente".
Walensky ignorou o próprio comitê de conselheiros de vacinas, que não viam evidência suficiente para a dose de reforço; a FDA recomendou a 3ª dose sem convocar o conselho, que votara 16 a 2 contra; os conselheiros Marion Gruber (32 anos de casa) e Phil Krause renunciaram.
Incoerência: pausaram a Janssen por 6 casos (1 em 315 mil) e nada mudaram diante de miocardite a 14 em 100 mil.
A assim chamada "dose bivalente" foi aprovada com base em estudo com apenas oito camundongos e sem dados humanos; o especialista em vacinas Paul Offit disse que isso era investir em "um jogo perdido"; ele recusou a dose e desaconselhou o próprio filho.
Coerção sem base: a OMS declarou em maio de 2022 que não apoiava a obrigatoriedade vacinal; ainda assim o Brasil, assim que Lula voltou ao poder, se tornou o único país do mundo que obriga crianças a tomar vacina da Covid.
AstraZeneca: o Brasil demorou 600 dias a mais que o Reino Unido para restringir a menores de 40, e a nota técnica brasileira ainda dizia que vetor viral "não é contraindicado em indivíduos com histórico de outras tromboses" — o contrário do que a ciência mostra. Foi neste período que o jovem Bruno Graf morreu exatamente do problema previsto para sua faixa etária: trombose vacinal com trombocitopenia.
Cumprido seu papel político, as falsas certezas depois foram gradualmente desfeitas: por exemplo, alegou-se que não havia mRNA vacinal no leite materno, mas isso foi desmentido. A certeza anterior vinha de um estudo com apenas sete mães. Também foi dada a falsa certeza de que o mRNA produziria sempre a proteína de espícula (proteína S ou spike), mas um estudo mostrou que havia "frameshift" (quando há variação na sequência do mRNA, provocando leitura errada nos ribossomos) gerando proteínas não pretendidas em 1 a cada 4 vacinados. A certa altura, houve recomendação de vacina da Covid para crianças com eficácia de apenas 12% contra a ômicron, abaixo do piso da Anvisa.
7. Imunidade natural — o ponto cego estrutural
O erro que atravessa todos os outros: tratar "vacinado" e "imunizado" como sinônimos. O CDC publicou estudo com amostra hospitalar não generalizável para afirmar superioridade da vacina; Walensky, questionada por Bill Cassidy ("se não sabemos, é porque decidimos não olhar"), não respondeu. Como disse o cientista médico Vinay Prasad: "a resistência à ideia da imunidade natural colocou mais homens jovens em risco". A Dinamarca reconhecia a imunidade natural por infecção prévia em seu "passaporte vacinal"; o Brasil e a Fiocruz, não. Nem a UnB, que proibiu não vacinados de entrar em todos os seus prédios. Obscurantismo, autoritarismo, uso cínico da ciência sem qualquer base científica.
8. Censura como política de saúde
Scott Gottlieb, do conselho da Pfizer, usou um canal exclusivo de comunicação para censurar um tuíte que um analista do próprio Twitter julgou não violar regras. O "Projeto Viralidade", iniciado em Stanford, recomendava suprimir casos verdadeiros de vítimas de efeitos colaterais — a mãe de Bruno Graf teve a conta suspensa. Os jornalistas colaboraram com a censura, especialmente os membros de agências de checagem. Eu vi com meus próprios olhos uma checagem da Reuters virar base para censura no Instagram de uma manchete correta. Com um detalhe: você tinha maior probabilidade de ser censurado se fosse um cidadão comum, as celebridades e contas grandes eram mais poupadas.
A síntese que minhas mais de 100 reportagens mais repetem está numa frase de Prasad: "Nunca dá para seguir a ciência. A ciência só pode articular compensações, mas todas as compensações devem ser decididas pelos cidadãos. Cientistas aconselham, cidadãos decidem. Esse foi o mantra ao qual as autoridades de saúde pública não aderiram."
A pandemia não teria sido uma pandemia se não tivessem mentido sobre o índice de letalidade, se não tivessem impedido o uso de medicamentos eficazes, se não tivessem obrigado a população a se vacinar, e se não tivessem amedrontado meio mundo com medidas estúpidas de isolamento social.
Vazaram um vírus mortal no planeta Terra e ninguém vê problema nenhum no fato deles estarem comprando um terço das nossas terras raras e ainda metendo tarifa de até 67%
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Principais conclusões do relatório oficial sobre a COVID, disponível no site da Casa Branca:
1. A COVID foi uma arma de guerra biológica, criada em um laboratório em Wuhan, China.
2. Nem as máscaras, nem o distanciamento social foram comprovados por estudos científicos, nem demonstraram qualquer eficácia.
4. As autoridades conspiraram com os proprietários das redes sociais para censurar e isolar as pessoas que denunciavam a conspiração.
5. As recomendações da Organização Mundial da Saúde foram um completo fracasso e não atenderam aos interesses da população, mas sim aos do governo comunista chinês, por isso, o governo dos EUA nunca mais deve seguir suas diretrizes.
Conclusão: É OFICIAL, NÓS ESTAVAMOS CERTOS.
O mundo está descobrindo que alguns cientistas podem se vender pelo mesmo preço que políticos.
Vamos ver se os parentes das vítimas vão reclamar, sabendo que seus entes queridos que morreram, poderiam estar vivos
Durante a pandemia, quem defendia que a ivermectina poderia ter algum efeito contra a COVID foi amplamente criticado e, em muitos casos, tratado como desinformador.
Agora estão escancarando tudo no senado americano.
Coitado dos otários que acreditaram no sistema...
Seus "divulgadores de ciência" favoritos não estão falando do caso Fauci, do diário dele?
Não estão falando do depoimento dele Senado dos EUA, onde tentam chegar na verdade na COVID-19?
Não? Seus "divulgadores" não são "divulgadores", mas sim putinhas rampeiras da big pharma.
Never forget.
While you were locked inside your house unable to see your kid’s graduation or hold hands with dying relatives, the vaccine enforcers made TikTok videos about Covid.
Covid wasn’t just a tyrannical psychological operation.
It was a humiliation ritual.
O COVID foi uma farsa. O mais surpreendente foi ver médicos e enfermeiras ganhando bonus para matar pessoas. Vacina que não serviu para nada, distanciamentos mentirosos, mascaras que não tinham qualquer efeito. Crianças impedidas de frequentar escolas, negócios fechados. Foi a pior ação contra a humanidade na história do Mundo.
Fauci, em seu diário particular, admite que na pandemia mentiu sobre:
- Distanciamento.
- Máscaras.
- A transmissão.
- A imunidade natural.
- A eficácia das vacinas.
Fauci cometeu graves crimes contra a Humanidade.
Fauci FRAUDULENTLY claimed ivermectin didn’t work so the government could inject the entire population with emergency-use-authorized gene therapies.
106 studies involving 200,000+ patients show ivermectin:
REDUCED mortality by 47%
REDUCED hospitalization by 34%
REDUCED cases by 79%
INCREASED viral clearance by 44%
IMPROVED recovery by 39%