Argentina foi uma vergonha em todos os sentidos. Em campo, incapaz de dar um chute a gol. Aquele Paredes acha que futebol é UFC. Todos catimbeiros. Até o Messi dando uma de malandro para ferrar o espanador. E confusão de time mau perdedor após derrota merecida. Que mico!
É... parece que o mundo caminha para se curar do vírus mental woke.
A Disney, que chegou a colocar travestis barbudos vestidos de "princesas" em parques infantis, acabou de lançar uma bela peça publicitária da sua linha de cruzeiros, enaltecendo os pais e a família.
Desafiando a pauta anti-nascituro de Hollywood, a atriz Jessie Buckley elogiou a maternidade ao receber o Oscar. Já Michael B. Jordan, exaltou a Deus. Nada de “Palestina Livre”, “salvem a Amazônia” ou “Trump fascista”! O wolkismo está morrendo! Posso ouvir um amém?
Nas próximas semanas — ou dias, ou horas — muita gente mudará o discurso e vai admitir que o @FlavioBolsonaro é a melhor opção, capaz de pacificar o país.
Como Católico praticante, admito que sinto vergonha de algumas atitudes deste sacerdote, das suas palavras que vão contra o catolicismo, além de fazer política declarada para a esquerda. Missa é para glorificar JESUS, honrar seu Santo nome e relembrar o sacrifício da Cruz por nós. A comunhão é sagrada. Missa não é para fazer política, seja de direita ou esquerda. Parabéns Dom Odilo.
🚨URGENTE - Dom Odilo, cardeal arcebispo de São Paulo, proíbe padre Julio Lancelotti de transmitir missas, ordena que saia das redes e pode afastá-lo de paróquia
Se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre a absoluta inutilidade do Senado atual, hoje essa dúvida morreu de vez. Ou reagem a essa última barbárie constitucional de Gilmar Mendes, ou podem apagar as luzes, trancar a porta e declarar o enterro da república.
RIP SENADO DO BRASIL.
O Bolsa Família não pode vitalício. O município tem o dever de monitorar a duração do benefício.
O prefeitura de Bento Gonçalves também vem fazendo um excelente neste sentido. O TRABALHO É O MELHOR PROGRAMA SOCIAL.
🚨 O corte de 2.450 beneficiários do Bolsa Família em Itajaí virou um tapa na cara do assistencialismo descontrolado que domina o Brasil. O prefeito Robinson Coelho decidiu enfrentar a máquina da dependência, realizou uma fiscalização minuciosa e descobriu exatamente o que ninguém em Brasília quer admitir: havia gente recebendo sem precisar, gente burlando regras, gente que, pela lógica do governo federal, deveria continuar sustentada eternamente pelo dinheiro de quem trabalha.
A decisão acendeu um debate que o governo Lula tenta evitar a qualquer preço. Porque, quando um prefeito expõe que milhares recebem benefícios indevidamente, ele desmonta a narrativa de que o Bolsa Família funciona perfeitamente. Mostra que a estrutura, vendida como “proteção social”, virou na prática um instrumento de manipulação política, onde manter a população dependente rende mais dividendos eleitorais do que abrir portas para trabalho, autonomia e dignidade.
Quando Coelho afirma que “programa social é emprego”, ele atinge o ponto exato do problema nacional: o Brasil não precisa de mais gente dependendo do Estado; precisa de gente trabalhando, empreendendo e vivendo sem medo de perder o pão quando muda o governo. Mas isso contraria profundamente o projeto de poder da esquerda, que prefere manter as pessoas amarradas a benefícios como se fossem coleiras institucionais. Um povo dependente é um povo controlável. E um povo controlável garante permanência no poder.
O corte em Itajaí expõe algo ainda maior: o país está afogado em impostos, inflação, tarifas abusivas, estatais deficitárias e uma economia que anda para trás. Mesmo assim, o governo insiste em empurrar programas assistenciais como solução mágica, enquanto ignora a base real da prosperidade — emprego, produção e liberdade econômica. Como esperar que o Brasil avance se o trabalhador financia, sozinho, uma máquina pública que só cresce e exige cada vez mais, enquanto devolve cada vez menos?
A medida de Itajaí, ao contrário do que o governo tenta sugerir, não é “crueldade”. Crueldade é manter uma população inteira acreditando que sua sobrevivência depende do bolso de Brasília. O verdadeiro avanço é cortar privilégios, punir fraudes e direcionar recursos para quem realmente precisa — não para quem aprendeu a viver de um sistema que, por erro ou conveniência, o governo não tem interesse em consertar.
O recado está dado: quando o Estado engorda, o povo emagrece; quando a dependência cresce, a liberdade morre. E o Brasil já chegou no limite.
O Brasil foi entregue à tirania, e um povo acuado, tomado pelo medo, acabou entregando tudo ao seu algoz - não apenas seus direitos, mas também sua alma e sua dignidade. Aos poucos, cada abuso foi sendo normalizado, cada arbitrariedade foi tolerada, cada silêncio foi aceito como preço da "sobrevivência". E assim, sem perceber, a nação que um dia se orgulhou de sua liberdade passou a viver ajoelhada diante de um poder que não pede consentimento, apenas obediência. Quando o medo governa, a tirania não precisa mais se impor pela força: ela se instala porque o povo, exausto, já não tem coragem de resistir. E é exatamente aí que um país se perde - quando deixa de lutar por si mesmo.
Novak Djokovic irritou todos os fanáticos por vacinas ao recusar as doses experimentais, sendo expulso do tênis e até mesmo de países por isso.
Neste vídeo, um espectador grita: "VACINE-SE!"
Novak para, se vira, se recompõe e saca um ace para vencer a partida.
Há rumores locais de que o homem que gritou com Djokovic, infelizmente, morreu repentinamente de insuficiência cardíaca após a quarta dose de reforço.
Djokovic se tornou o maior de todos os tempos (GOAT)
pegou o código?
Tarcisio está se mostrando
covarde. Ele precisa apoiar politicamente o governador do Rio e demonstrar união dos governadores de centro-direita. Não pode se curvar à turma global.