Cinco Minutos que destroem 30 Anos de propaganda Climática.
Richard Lindzen, Professor Emérito de Meteorologia no MIT (Massachusetts Institute of Technology), um dos maiores especialistas mundiais em dinâmica atmosférica, ondas planetárias, monções e física da atmosfera. Publicou centenas de artigos científicos revisados por pares e foi por décadas uma das figuras mais autorizadas no campo.
The key to saving the environment is not looking backward, it’s moving forward.
I realized this the first time I visited Italy twenty years ago. Everything was clean and green. The rivers sparkled. The lesson for me was obvious: the answer is not underdevelopment. The answer is progress.
When China was poor, the air was so polluted that people could barely see the blue sky. Today, blue skies have returned to their cities. Development does not only create wealth, it also provides the resources needed to restore and protect the environment.
Some environmentalists want us to preserve every aspect of our biodiversity, including the mosquitoes for example, so that researchers can fly in once every ten years from their universities (which build particle accelerators and billion-dollar laboratories with their pocket money), study our ecosystems, and count how many people died from dengue outbreaks.
They want to buy our air through carbon credits. If carbon credits were such a great deal, they would be selling them to us, not the other way around.
Cleaning every river, lake, and water source in El Salvador, and ensuring they remain clean and sparkling, would cost roughly $12 billion. Where is that money supposed to come from without economic development? Carbon credits?
The path forward for our country is the path of Japan and Singapore, not the path of the Congo.
- Vamos supor uma autoridade filmada numa cena com menores (ou com pessoas do mesmo sexo ou com traficantes) e esse alguém ("Daniel") passe a fazer chantagem ameaçando divulgar esse vídeo.
Só relembrando a fala do Daniel Silveira. Ele previu tudo que está acontecendo.
Tudo começou aqui.
Há quatro anos, Daniel Silveira fez o alerta que ninguém quis encarar: um único ministro acumulando poderes que nenhum juiz na história ousou ter.
Ele disse, diante das câmeras:
“Vítima, investigador, acusador e juiz.” E a mídia? Aplaudiu a tirania.
E hoje?
O Brasil está colhendo exatamente o que ele avisou:
censura, medo, silenciamento.
Um país controlado por um único homem, enquanto o povo segue anestesiado.
ACORDA, BRASIL!
BOLSONARO é citado mais de 70 vezes nos ARQUIVOS EPSTEIN. E por quê? Porque era duro na queda contra o sistema; defendia o Brasil com unhas e dentes. Isso deixa muito claro por que Bolsonaro está preso. Ele não é desafeto deste ou daquele, e sim do próprio SISTEMA... Aí vem um guri — como se diz no Rio Grande —, ou um piá, como dizemos aqui no Paraná, ou então “um piá de bosta”, como se diz em alguns redutos mais esotéricos, falando em “meu capital político”. Teu capital político, garoto? Sério mesmo? Ah, vá plantar batata!
BOLSONARO é citado mais de 70 vezes nos ARQUIVOS EPSTEIN. E por quê? Porque era duro na queda contra o sistema; defendia o Brasil com unhas e dentes. Isso deixa muito claro por que Bolsonaro está preso. Ele não é desafeto deste ou daquele, e sim do próprio SISTEMA... Aí vem um guri — como se diz no Rio Grande —, ou um piá, como dizemos aqui no Paraná, ou então “um piá de bosta”, como se diz em alguns redutos mais esotéricos, falando em “meu capital político”. Teu capital político, garoto? Sério mesmo? Ah, vá plantar batata!
Quando o sistema se encontra, a democracia costuma ficar do lado de fora.
A reabertura do ano do Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, foi marcada menos pelos discursos oficiais e mais pelo que aconteceu longe das câmeras. Nos bastidores, Lula da Silva manteve conversas reservadas, trocou tapinhas no rosto e gestos de intimidade, como mão na cabeça, com ministros da Corte, esposas de ministros e com o presidente do Senado, como registrou o Metrópoles
Lula falou diretamente com Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane Barci, com o presidente do STF, Edson Fachin, e com Davi Alcolumbre.
Executivo, Judiciário e Legislativo reunidos “informalmente” no mesmo espaço, trocando palavras ao pé do ouvido, enquanto decisões que afetam milhões de brasileiros seguem blindadas do escrutínio público.
Não por acaso, a conversa com Alcolumbre ocorre no momento em que o Planalto tenta destravar a sabatina de Jorge Messias, indicado de Lula ao STF e mantido em compasso de espera no Senado.
Nada disso é ilegal, mas tudo é profundamente revelador. Revela como o poder no Brasil raramente se exerce sob a luz direta da institucionalidade. Ele circula em corredores, antessalas e encontros discretos - onde a separação entre Poderes vira “cooperação seletiva”.
Enquanto o cidadão assiste a sessões televisionadas e discursos cuidadosamente ensaiados, o jogo real acontece fora dos holofotes. E quando o sistema se encontra sabemos que o povo é o último a saber - e o primeiro a pagar a conta.
Quando o sistema se encontra, a democracia costuma ficar do lado de fora.
A reabertura do ano do Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, foi marcada menos pelos discursos oficiais e mais pelo que aconteceu longe das câmeras. Nos bastidores, Lula da Silva manteve conversas reservadas, trocou tapinhas no rosto e gestos de intimidade, como mão na cabeça, com ministros da Corte, esposas de ministros e com o presidente do Senado, como registrou o Metrópoles
Lula falou diretamente com Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane Barci, com o presidente do STF, Edson Fachin, e com Davi Alcolumbre.
Executivo, Judiciário e Legislativo reunidos “informalmente” no mesmo espaço, trocando palavras ao pé do ouvido, enquanto decisões que afetam milhões de brasileiros seguem blindadas do escrutínio público.
Não por acaso, a conversa com Alcolumbre ocorre no momento em que o Planalto tenta destravar a sabatina de Jorge Messias, indicado de Lula ao STF e mantido em compasso de espera no Senado.
Nada disso é ilegal, mas tudo é profundamente revelador. Revela como o poder no Brasil raramente se exerce sob a luz direta da institucionalidade. Ele circula em corredores, antessalas e encontros discretos - onde a separação entre Poderes vira “cooperação seletiva”.
Enquanto o cidadão assiste a sessões televisionadas e discursos cuidadosamente ensaiados, o jogo real acontece fora dos holofotes. E quando o sistema se encontra sabemos que o povo é o último a saber - e o primeiro a pagar a conta.
Há dias em que a fé pesa. Não porque ela tenha ido embora, mas porque o mundo se impõe com força demais. As adversidades se acumulam, as decepções se repetem, e o coração, cansado, pergunta em silêncio se ainda vale a pena crer. É nesses momentos que a fé deixa de ser um discurso bonito e passa a ser uma escolha diária - difícil, imperfeita, profundamente humana.
Somos falhos. Frágeis. Esperamos apoio de quem julgávamos ser nosso principal amparo e encontramos frieza. Confiamos, abrimos o peito, e a resposta vem em forma de silêncio, indiferença ou ausência. Dói especialmente quando isso vem de onde jamais se esperaria. A decepção não nasce apenas do que acontece, mas de quem acontece. E isso fere fundo.
Ainda assim, é justamente aí que a fé se revela mais necessária. Não como negação da dor, mas como abrigo dentro dela. Aproximar-se de Deus não exige força; exige verdade. Chegar cansado, confuso, até mesmo descrente por instantes, e ainda assim dizer: “estou aqui”. Deus não é conforto apenas quando tudo vai bem - Ele é consolo quando tudo parece desmoronar.
Buscar essa proximidade todos os dias é reconhecer que não damos conta sozinhos. Que precisamos de colo, direção e de um silêncio sagrado para reorganizar o que o mundo bagunça. A fé não nos torna imunes às quedas, mas nos impede de permanecer no chão.
Crer, portanto, não é fechar os olhos para a realidade. É atravessá-la com esperança, mesmo quando ela parece ilógica. É aceitar que haverá frieza, perdas e desencontros, mas decidir não permitir que isso nos roube a essência.
É preciso crer. Não porque seja fácil, mas porque é necessário. Porque, no fim, quando tudo falha, é a fé - frágil, insistente e diária - que nos sustenta e nos lembra que nunca caminhamos sozinhos.
Sempre que posso, procuro, insisto. Como neste momento, sento, converso com Ele e continuarei insistindo, com toda a minha insignificância, em demonstrar meu respeito e, sem jamais desistir, espalhar a mensagem - do meu jeito -, mas com a certeza de que Deus está aqui, do nosso lado.
Imbituba / SC
Igreja Nossa Senhora Aparecida - Vila Alvorada
Praça 02 de Julho
A esquerda que despreza o cristianismo só se lembra de Cristo quando pode usá-lo como escudo. Confundem misericórdia com permissividade, como se amar o pecador significasse absolver o crime. Mas desde Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, a Igreja ensina que a justiça é parte do amor: proteger o inocente é um ato de caridade, e punir o mal é restaurar a ordem que o próprio Deus instituiu. O apóstolo Paulo foi claro: a autoridade não traz a espada em vão, é serva de Deus para castigar quem faz o mal. O cristão não é chamado à covardia, mas à coragem moral. Cristo, que perdoou, também empunhou o chicote. O cristão que ama o bem não pode ser neutro diante do mal. Por isso, quando a polícia reage a criminosos, o cristão não celebra a morte, mas a vitória da ordem sobre o caos. Porque amar o bem é odiar o que o destrói - e a verdadeira paz só existe onde há justiça.
Virgínia e Vini Jr, Zé Felipe e Ana Castela: o sintoma de uma era sem cruz
Os “influencers” de hoje se separam, postam um comunicado dizendo que “o respeito e a admiração continuam”, que “vão lutar juntos pelos filhos”... e, antes que o algoritmo termine o luto, já aparecem de mãos dadas com um novo amor, como quem troca de playlist.
O problema não é só moral — é espiritual.
Essas pessoas não suportam o peso da cruz.
A dor virou “gatilho”, o sofrimento virou “trauma”, a fidelidade virou “prisão emocional”.
O resultado? Gente que quer viver o amor sem morrer por ele.
Querem paixão sem sacrifício, casamento sem martírio, filhos sem renúncia, fé sem cruz.
Se você está na Igreja Católica, lembre-se: nós somos a Igreja da Cruz!
Aqui, o amor não é medido pela química, mas pela permanência;
não é provado pela emoção, mas pela entrega;
não floresce quando tudo é fácil, mas quando a cruz é abraçada.
Enquanto o mundo posta notas de término, o cristão continua de pé,
não porque é forte — mas porque o amor dele foi crucificado,
e do madeiro nasceu a única metamorfose que o tempo não consegue cancelar.