Definição precisa do Octavio Guedes, da Globonews: "O discurso foi mais uma live de Bolsonaro, dessa vez transmitida direto da sede da ONU. Falou para o puxadinho".
#bolsonaromente
(4) E, por favor, companheiras e companheiros, é preciso, sim, mirar 2022; antes, no entanto, temos que nos mobilizar e organizar para uma disputa num 07 de Setembro que promete ser bastante tenso e complicadíssimo.
(1) Bolsonaro é um genocida sanguinário, adorador da tortura e defensor de torturadores, desde sempre disposto a instalar no país um regime totalitário neofascista. ->
(3) Atenção, senhores governadores, muita atenção ao que acontece já há algum tempo, de forma organizada e deliberada, com vossas polícias militares, em grande medida cooptadas pelo bolsonarismo e candidatíssimas a sustentar, com armas, nas ruas, a ditadura bolsonarista. ->
O sacripanta do governador de SP entregando a avenida Paulista de presente para os fascistas golpistas no 7 de setembro. Sempre foi BolsoDória, "democrata" de ocasião, verniz e sapatênis. https://t.co/kOIqs4dwpm
(2) Que me perdoem os otimistas. Confio nadinha nessa discurseira "instituições estão funcionando, não há clima para aventuras autoritárias". 7 de setembro vem aí. Ruas têm que ser gigantescamente nossas. É preciso estar atento e forte. Não temos tempo para tolerar outro golpe.
(1) O genocida já não faz a menor questão de esconder suas pretensões. Escancarou. Sabe que não pode deixar para 2022. Nas urnas, não leva. Por isso sobe o tom a cada dia, mobiliza os fanáticos e as milícias. ->
Mas a gente vai "esquecer" em "análises revolucionárias" o que o Taleban representa, fundamentalismo religioso sanguinário/execuções sumárias/violência contra mulheres/estupros/meninas e jovens afegãs expulsas das escolas, usadas como escravas sexuais?
Nada a comemorar. Nada.
O Taleban foi alimentado e armado pelo imperialismo dos EUA para derrotar a URSS.
O Taleban agora impõe derrota geopolítica e militar ao imperialismo dos EUA e volta ao poder no Afeganistão.
Fatos, história. (1) ->
Canalha que habita o Planalto convocou para amanhã desfile de tanques na Esplanada. O parceiro que comanda a Câmara acena com adiamento da votação da emenda do voto impresso. Manobra sórdida. Nada de adiar - é preciso derrotar já o candidato a ditador!
Olimpíada na reta final, virando a madrugada, e CPI da Covid no Senado voltando aos trabalhos, tomando conta das manhãs e tardes. Que horas a gente dorme?
449 mortes por Covid nas últimas 24 horas. É como se outros dois boeings tivessem caído neste domingo. No ritmo alucinante das reaberturas e do "novo normal", já não nos damos conta do tamanho da tragédia. Naturalizamos o horror.
"É preciso retomar o trabalho de base. As periferias devem voltar a ser protagonistas das transformações". E então as periferias falam/gritam - politicamente. Escancaram a história de genocídios. "Ah, peraí, mas não era para fazer assim. Deixa dizer como deve ser". Então tá...
"Não confundir violência do opressor com resistência do oprimido" (Malcolm X). É falsa a simetria entre fogo na estátua do bandeirante genocida e vandalismo fascistoide contra Marielle/Marighella. A casa grande continua escrevendo a história de forma excludente/violenta.
Enquanto a Cinemateca queima e mais um enorme pedaço da memória brasileira vai sendo criminosamente apagada, o genocida do Planalto vomita asneiras, cretinices e fakenews sobre voto impresso, emparedando @TSEjusbr e @STF_oficial e golpeando mais um tanto a democracia.