As autoridades tinham que ter ouvido o alerta antes! A informação que eu trouxe sobre a fuga de Flavio Bolsonaro veio de fonte absolutamente segura, inclusive de gente ligada à campanha dele.
Minha vida é a prova de que o Brasil pode transformar sonhos em realidade. E a generosidade do povo brasileiro me dá ainda mais força para seguir trabalhando.
Vou dedicar cada dia, cada hora, cada minuto para construir o país que o nosso povo merece: um Brasil de paz, oportunidades, dignidade e esperança, onde todas as famílias possam dormir e acordar tranquilas.
Existe algo de profundamente simbólico no fato de que, dois dias depois da vitória que o conduz pela quarta vez à Presidência da República, o presidente Lula complete 81 anos.
Que as bênçãos dos anos já vividos de forma tão significativa sejam condensadas e multiplicadas nos muitos anos que, com a graça de Deus, se estenderão em sua vida. Porque o presente que ele recebeu no domingo não é só dele: é partilhado com todo o povo brasileiro, que terá um governo para todos, sem distinção de partido, ideologia, credo, raça ou orientação sexual.
Lula vem das entranhas do Nordeste, do agreste de Pernambuco, e traz consigo a marca de quem precisou lutar para viver desde o primeiro instante da vida. Aos sete anos, atravessou o país num pau de arara, guiado pela coragem de dona Lindu. Foi engraxate, foi torneiro mecânico, deixou parte de si numa prensa de fábrica e, do chão do ABC, ajudou a devolver ao Brasil a voz que a ditadura tentou calar.
Essa travessia nunca ficou para trás. Ele a traduziu em atitudes, palavras e ações: na comida que voltou à mesa de quem tinha fome, na universidade que se abriu para filhos de quem nunca pôde estudar, na certeza de que cuidar do povo e cuidar da floresta são o mesmo compromisso.
Reconheço essa travessia porque ela se parece com a de milhões de brasileiros que vieram do seringal, do sertão, da periferia, e que aprenderam cedo que a esperança também é uma forma de trabalho.
Nunca um nome tão comum se tornou tão singular e, ao mesmo tempo, tão plural quanto o sobrenome Silva. Silva de quem planta, de quem constrói, de quem atravessa, de quem faz e se refaz. Silva que, derivado do latim, quer dizer floresta: muitos troncos, uma só mata.
Feliz aniversário, presidente! Que Deus o abençoe com saúde e sabedoria para seguir governando para todos.
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
🚨Lula sobre fuga de Flávio Bolsonaro:
“Eu lamento que ele tenha saído do Brasil, porque ele poderia ficar aqui e provar que as acusações não são verdadeiras... Esse ato de sair do Brasil é vergonhoso! A família Bolsonaro é isso, a primeira pátria é lamber botas dos EUA”
#SegundoTurnoNoRJ
STF, Nem Eduardo Paes Nem Ruas alcançaram 50% dos votos no primeiro turno!!
A MAIORIA DO POVO FLUMINENSE merece escolher seu GOVERNADOR
BORA RIO DE JANEIRO
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#exercitododudu55
Mais uma profecia minha se cumprindo: quem assistiu a live de 24 horas viu que por várias vezes eu disse que o Brasil se tornaria o novo Bastião da democracia no mundo, pelas mãos de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, depois da vitória!
Tá aí 👍
Sentíos orgullosos de ser la aldea gala en Europa.
De ser una luz de esperanza entre tanta penumbra en el mundo.
Si Brasil pudo, ESPAÑA PUEDE.
¡El próximo #29N la esperanza vencerá al retroceso!