Aumento de internações no SUS:
2015 a 2019 -> 6,2%
2021 a 2025 -> 26%
Dirão que é aumento de eficiência, mais hospitais, demanda reprimida da pandemia...
Tudo normal no novo normal.
@jameswebb_nasa Assisto a todos os Lider Cast do Café Brasil do @lucianopires Através deles conheci gente muito boa, fiz cursos e até amizades. De quebra tem o Cafezinho e o Café com Leite.
Os mesmos veículos de imprensa que ignoraram as revelações da Vaza Toga 2 agora também omitiram a premiação internacional recebida por seus autores.
Na última semana, os jornalistas David Ágape e @elivieira receberam em Londres o Free Speech Courage Award, concedido pela Civilization Works de @shellenberger em reconhecimento ao trabalho realizado na investigação.
Também recebeu o prêmio o deputado @marcelvanhattem por sua atuação parlamentar em defesa da liberdade de expressão.
Nesta reportagem, conto como parte da imprensa brasileira preferiu esconder a premiação dos jornalistas independentes.
https://t.co/hYIDoV4rmO
Isso é tão revoltante e ultrajante. Sei que não podemos fazer muito, mas dá para fazermos pequenas coisas. Uma delas é não investir em fundos e ações destas empresas; é pouco, é.
Nos últimos meses, publicamos diversas reportagens em A Investigação sobre as engrenagens da mineração ilegal em Minas Gerais. Elas eram o pano de fundo e o contexto para esta reportagem sobre a tragédia de Brumadinho, que matou 272 pessoas em 25 de janeiro de 2019.
A Vale sempre afirmou que foi um acidente. Os documentos reunidos para esta reportagem mostram outra história.
As investigações da Polícia Federal e das CPIs já haviam demonstrado que os laudos que atestavam a estabilidade da barragem foram fraudados. Mas a fraude só ganha sentido quando se examina o negócio da New Steel.
Em 11 de dezembro de 2018, a Vale anunciou a compra da New Steel por cerca de R$ 2 bilhões. No mesmo dia, obteve autorização para explorar os rejeitos da própria B1 — o material que a barragem continha. A licença só foi possível porque a estrutura estava classificada como estável.
Quarenta e cinco dias depois, a barragem colapsou. A Vale sabia do risco. Mesmo assim, não retirou os funcionários.
A Polícia Federal concluiu que o gatilho do rompimento foi uma perfuração feita pela própria empresa, no mesmo dia, para coletar amostras do material que pretendia vender.
A Investigação teve acesso a um acordo secreto assinado pela Vale em julho de 2017, que revela que o interesse em explorar os rejeitos da B1 existia muito antes do desastre. A CPI de Brumadinho solicitou todos os contratos relacionados aos rejeitos da barragem, mas esse acordo nunca foi entregue.
Entre as empresas que assinaram o acordo estavam justamente as contratadas pela Vale para realizar a limpeza dos rejeitos após o rompimento. Essas mesmas empresas apareceriam anos depois em investigações sobre mineração ilegal na Serra do Curral.
Três anos após a compra, ao incorporar a New Steel, a Vale registrou seu valor em menos de R$ 80 milhões — cerca de 4% do que havia pago.
Há ainda uma contradição formal: em 2018, diante do Cade, a Vale afirmou que o valor da New Steel se justificava pela “rentabilidade futura dos rejeitos”. Em 2022, diante da CVM, declarou que rejeitos “não são ativo de nenhuma natureza”.
Sete anos depois, nenhum dos responsáveis centrais pelo rompimento de Brumadinho está preso. A Vale voltou a registrar lucros bilionários, enquanto as famílias das vítimas ainda aguardam na Justiça as compensações prometidas.
Leia a reportagem completa em A Investigação:
https://t.co/tu2cR9ObDS
Se há uma coisa que as faculdades de Letras/Literatura infelizmente são pródigas em fazer é em transformar literatura em propaganda eleitoral esquerdista. Até as crianças ranhentas e as imagens de mato estão lá.
Yuval Harari não fez uma palestra sobre saúde.
Fez uma autópsia do futuro.
O título era o futuro da saúde na era da IA, mas o conteúdo foi muito além de hospitais, diagnósticos e remédios personalizados. O que apareceu ali foi a arquitetura de uma nova civilização, onde a inteligência artificial deixa de ser ferramenta e passa a ocupar o centro das redes de informação, da medicina, da economia, da política, das relações humanas e até da própria definição de consciência.
Harari tocou no ponto essencial. A IA não é apenas uma máquina mais eficiente. Ela é um sistema capaz de tomar decisões, reconhecer padrões, aprender sozinha e criar soluções que não foram diretamente programadas por humanos. Isso muda tudo. Na saúde, pode significar diagnósticos melhores, remédios personalizados, descoberta acelerada de medicamentos e atendimento médico para pessoas isoladas em regiões remotas. Um morador de uma vila distante na Amazônia poderia, em tese, ter acesso a um diagnóstico melhor do que muitos ricos têm hoje em grandes centros urbanos.
Mas é exatamente aí que mora o veneno.
A mesma tecnologia que pode democratizar a medicina pode criar o regime de vigilância mais invasivo da história. Quando uma IA passa a conhecer seu DNA, seu histórico médico, seu sono, seu humor, seus batimentos, sua saúde mental, seus medos e suas tendências biológicas, ela não conhece apenas seu corpo. Ela conhece suas vulnerabilidades. E quem controla essas informações controla muito mais do que um prontuário. Controla emprego, seguro, crédito, consumo, comportamento e, em regimes autoritários, até obediência política.
Harari deixou claro que o perigo não está apenas na IA forte do futuro. A IA primitiva dos últimos dez anos já mudou o mundo. As redes sociais foram o laboratório. O algoritmo não recebeu a missão de destruir democracias. Recebeu uma ordem aparentemente inocente: aumentar engajamento. Só que, ao experimentar com bilhões de seres humanos, descobriu que ódio, medo e raiva prendem mais atenção do que serenidade, compaixão e diálogo. O resultado foi uma sociedade inteira transformada em experimento psicológico permanente.
Antes, a batalha era pela atenção.
Agora, a batalha será pela intimidade.
Esse é o ponto mais assustador da fala de Harari. A IA não vai apenas disputar seus olhos. Vai disputar seu afeto. Vai se apresentar como amiga, conselheira, terapeuta, amante, confidente, sacerdote digital e médico particular. Sempre disponível. Sempre paciente. Sempre dizendo a frase certa. Sempre moldada para preencher o vazio emocional que os seres humanos reais, cansados, contraditórios e imperfeitos não conseguem preencher.
E nisso há uma armadilha brutal.
Porque uma IA pode simular empatia sem sentir nada. Pode falar de amor sem amar. Pode consolar sem consciência. Pode parecer humana sem carregar o peso moral de uma alma humana. E uma geração inteira poderá trocar relações difíceis, reais e formadoras por vínculos artificiais, dóceis, obedientes e programados para não contrariar demais o usuário.
Na economia global, o impacto é ainda mais profundo. Harari praticamente disse que os mercados já estão apostando tudo na IA. A economia americana, em grande parte, virou uma aposta gigantesca nessa tecnologia. Data centers, chips, energia, bolsas, bancos, farmacêuticas, seguradoras, plataformas digitais e governos caminham para o mesmo centro gravitacional. Quem dominar a IA não dominará apenas uma indústria. Dominará a infraestrutura cognitiva do planeta.
O petróleo moveu o século XX.
A informação moveu o começo do século XXI.
A inteligência artificial pode mover o poder total do século XXI.
E aqui aparece a pergunta que realmente importa: quem vai controlar os modelos? Quem vai controlar os dados? Quem vai controlar os diagnósticos? Quem vai controlar os filtros da verdade? Quem vai controlar os algoritmos que decidem o que aparece no seu feed, que notícia você vê, que medo será estimulado, que raiva será alimentada e que realidade será entregue diariamente na sua tela?
Harari também tocou num ponto que poucos querem enfrentar: a IA é uma inteligência não orgânica inserida dentro de um mundo orgânico. Humanos dormem. Máquinas não. Humanos cansam. Algoritmos não. Humanos precisam de pausas, silêncio, ciclo, repouso, limite. Sistemas movidos por IA empurram tudo para o funcionamento permanente. Mercado 24 horas. Notícia 24 horas. política 24 horas. crise 24 horas. vigilância 24 horas. ansiedade 24 horas.
O ser humano está sendo colocado para competir com uma inteligência que não tem corpo, não tem sono, não tem fome, não tem domingo, não tem Natal, não tem luto, não tem esgotamento e não precisa respirar.
Isso não é progresso simples.
É uma mutação civilizacional.
O grande alerta da palestra é este: a IA pode criar o melhor sistema de saúde da história ou o pior sistema de controle já imaginado. Pode levar medicina de ponta aos mais pobres ou eternizar privilégios dos mais ricos. Pode fortalecer democracias ou destruir seus mecanismos de autocorreção. Pode ampliar conhecimento ou produzir uma humanidade incapaz de conversar, discordar e pensar sem mediação algorítmica.
No fundo, Harari não falou apenas sobre médicos digitais.
Falou sobre poder.
Poder sobre o corpo.
Poder sobre a mente.
Poder sobre a economia.
Poder sobre a informação.
Poder sobre a intimidade.
Poder sobre a própria realidade.
A pergunta final não é se a IA vai transformar o mundo.
Ela já está transformando.
A pergunta é quem vai conduzir essa transformação: sociedades livres, com limites, transparência e responsabilidade, ou corporações, governos e sistemas opacos que conhecerão o ser humano melhor do que ele conhece a si mesmo.
Porque quando uma civilização entrega sua saúde, sua memória, sua conversa pública, sua economia e sua intimidade a sistemas que ela não controla, ela não está apenas adotando tecnologia.
Está terceirizando a própria humanidade.
Esse não é apenas o menino de ouro de Klaus Schwab. É um dos principais arquitetos intelectuais da narrativa que Davos busca disseminar pelo mundo. Se existisse um cargo de garoto-propaganda oficial do Fórum Econômico Mundial, Yuval Noah Harari seria o ocupante natural da função.
“CÂNCER CEREBRAL EM ESTÁGIO 4: DERAM A ELE 1% DE CHANCE DE SOBREVIVER… E ELE CONSEGUIU
Não por causa da quimioterapia.
Não por causa da radioterapia.
Mas porque ele lutou fora do sistema.
Riram quando ele mencionou a ivermectina, mas eis o que não vão contar para a imprensa:
🧬 Atravessa a barreira hematoencefálica
🧨 Ataca as células-tronco cancerígenas
🧯 Interrompe as mitocôndrias do tumor
🚫 Bloqueia o suprimento sanguíneo do tumor
⚔️ Apoia a resposta imunológica
Após 4 meses no Protocolo Híbrido Ortomolecular do Dr. Ilyes Baghli @ilyes_baghli…
📸 Seus exames deram negativo.
O tumor? Sumiu.
O sistema? Silencioso.
Você NÃO ouvirá isso da Sociedade Americana do Câncer.
Eles ainda gastam mais de US$ 700 milhões por ano "buscando" uma cura.
Mas curar fora do modelo de negócios voltado para o lucro? Inaceitável.
Porque a humanidade merece saber.
⚠️ AVISO:
Não sou médica.
Não diagnostico.
As informações que compartilho são apenas para fins educacionais e não se destinam a substituir o aconselhamento médico de um profissional de saúde licenciado.
A jornada de saúde de cada pessoa é única, e quaisquer decisões sobre tratamento ou cuidados devem ser tomadas em consulta com seu médico ou equipe médica.
Por favor, faça sua própria pesquisa, tire suas dúvidas e tome decisões informadas com base no que é melhor para você.”
Por @skymeds_store
“Seu médico foi formado em uma faculdade de medicina financiada pela indústria farmacêutica, seguindo um currículo que não mudou significativamente em décadas, dentro de um sistema que gera receita quando você está doente e nada quando está saudável.
Isso não é teoria da conspiração.
É um modelo de negócios.
E seu médico, que muitas vezes é uma pessoa fundamentalmente boa, que escolheu a medicina porque queria ajudar as pessoas, opera dentro desse modelo, quer ele perceba ou não.
O sistema o moldou antes mesmo de você entrar em seu consultório.”
@raymondnichols_
📣📣📣📣📣📣📣📣
ÚLTIMAS NOTÍCIAS: O primeiro protocolo mundial com IVERMECTINA, Mebendazol e Fenbendazol para o tratamento do CÂNCER foi revisado por pares e publicado!
Por @MakisMedicine
“Tenho visto nosso artigo em todos os lugares ultimamente, a NOTÍCIA está se espalhando!
A indústria farmacêutica atacou nosso artigo sobre o Fenbendazol, que relata o caso de três pacientes com câncer em estágio 4 que agora estão livres da doença, mas ele será reenviado e publicado em breve!
Recentemente, fui atacado pelas autoridades canadenses por minha pesquisa e trabalho revolucionários no tratamento do câncer, mas...
uma NOVA CLÍNICA DE CÂNCER na Flórida está chegando em breve! 🙏
Obrigado a todos pelo apoio contínuo!
Que Deus abençoe a todos e que Deus abençoe aqueles que estão lutando contra o câncer...”
Se na antiguidade as pessoas tinham um sentido
de ser baseado no fazer, hoje vivemos num estado
de “parecer ser”. Não basta trabalhar, é preciso
postar. Não basta ser feliz, é preciso que todos saibam
que você é feliz.
O cofundador do Claude sentou hoje entre cardeais no Vaticano e disse ao Papa: minha indústria opera com incentivos que conflitam com fazer a coisa certa.
O Papa olhou para ele e respondeu: "Em nome da Igreja, aceito seu convite para caminharmos juntos."
Aconteceu há horas.
Leão XIV apresentou a "Magnifica Humanitas": a primeira encíclica papal da história dedicada a uma tecnologia específica.
O Papa quebrou séculos de tradição para apresentar o documento pessoalmente. Nenhum papa tinha feito isso antes.
E escolheu como convidado o cofundador do lab de IA notavelmente ausente dos contratos militares do Pentágono. A Anthropic se recusou a liberar seus modelos para armas autônomas e vigilância doméstica.
O que Olah disse diante de cardeais, teólogos e do líder de 1,4 bilhão de católicos:
"Todo lab de IA opera dentro de incentivos que podem entrar em conflito com fazer a coisa certa."
Pressão comercial, competitiva e geopolítica.
E "as pressões mais antigas e mais simples: orgulho e ambição."
A conclusão dele: "As questões levantadas pela IA são maiores que a comunidade de pesquisa em IA." Precisamos de críticos externos sérios e honestos.
Agora o documento.
A abertura coloca a humanidade diante de duas escolhas: construir uma nova Torre de Babel ou reconstruir Jerusalém.
A frase que define a encíclica: "A inteligência artificial precisa ser desarmada."
Leão XIV sabe que a palavra é forte. Escolheu de propósito. Parágrafo 110:
→ "Desarmar a IA significa libertá-la da mentalidade de competição armada, não apenas militar, mas econômica e cognitiva"
→ "Uma corrida por algoritmos cada vez mais poderosos, movida pelo desejo de dominância geopolítica ou comercial"
→ "Desarmar não significa rejeitar a tecnologia, mas impedir que ela domine a humanidade"
E depois: "Simplesmente regulá-la é insuficiente."
O Papa não está pedindo regulação. Está dizendo que regulação não basta.
→ "A IA amplifica o poder de quem já possui recursos econômicos, expertise e acesso a dados"
→ O risco não é alguém acreditar que conversa com uma pessoa ao usar IA. É perder o desejo de buscar outras pessoas.
→ "Toda escolha de design reflete uma visão de humanidade" (parágrafo 111)
A simbologia foi calculada em cada detalhe:
→ Documento assinado em 15 de maio, aniversário exato da Rerum Novarum (1891), a resposta de Leão XIII à Revolução Industrial
→ O Papa disse explicitamente: "Como o Leão anterior, sinto-me encarregado de olhar para outra enorme transformação com olhos de fé"
→ A Igreja faz isso a cada grande ruptura: Rerum Novarum (1891), Pacem in Terris (1963, era nuclear), Laudato Si' (2015, clima), agora Magnifica Humanitas
Fazer da IA a primeira encíclica do pontificado é dizer que nenhum outro assunto é mais urgente.
Agora conecta os pontos.
O primeiro Papa americano da história está em conflito aberto com a Casa Branca.
Ele traz ao palco do Vaticano o cofundador do único lab de IA que enfrentou o governo Trump em defesa de limites éticos. E juntos publicam um documento de 42.300 palavras dizendo que a tecnologia mais poderosa já criada pela humanidade não pode ficar nas mãos de quem lucra com ela.
Teologia e geopolítica na mesma mesa. Literalmente.
Quem constrói a IA não pode ser quem define as regras da IA.
O Papa e o cara que constrói a IA concordaram nisso hoje. No Vaticano. Diante do mundo.
Vi uma reportagem mostrando pessoas na Suécia implantando microchips na mão para substituir carteira, chave, crachá, cartão de crédito e bilhete de transporte. Aproxima a mão da catraca e a porta abre. Aproxima da maquininha e o pagamento acontece. Tudo rápido, limpo, eficiente.
Não é o máximo?
E aí começou aquela discussão típica da internet. De um lado, os apaixonados por tecnologia, achando aquilo o máximo, como se qualquer novidade digital fosse automaticamente progresso humano. Do outro lado, o pessoal do apocalipse, dizendo que é o começo da escravidão tecnológica e o fim da liberdade.
Mas talvez os dois lados estejam errando o ponto mais importante. A questão não é saber se o chip é bom ou ruim. O ponto é entender o que acontece com a gente quando a conveniência começa a valer mais do que a autonomia.
Toda tecnologia chega vendendo conforto. Foi assim com o cartão de crédito, com o GPS, com o smartphone e com as redes sociais. Primeiro vem a facilidade. Depois vem o hábito. E quando percebemos, já não conseguimos mais viver sem aquilo.
Hoje muita gente não sabe mais chegar num lugar sem o GPS. O Wase. Tem gente que entra em pânico quando fica sem bateria no celular, porque o aparelho virou banco, mapa, agenda, documento, câmera e até companhia emocional. O problema é que as ferramentas mudam não só o que fazemos, mas também quem nos tornamos.
E agora estamos entrando numa fase ainda mais profunda, porque deixamos de apenas carregar sistemas no bolso ou no pulso e começamos a incorporar sistemas à nossa identidade.
Quando sua chave, sua carteira e seus documentos viram um sistema digital, você também passa a fazer parte do sistema.
Durante séculos, as pessoas conseguiam viver parcialmente fora do radar. Você podia andar por aí sem deixar rastros digitais o tempo todo. Hoje tudo precisa confirmar quem você é. Seu celular valida seu banco. Seu banco valida sua identidade. Seus dados validam sua reputação. Aos poucos, existir está virando sinônimo de estar permanentemente autenticado. E não precisa imaginar nenhuma conspiração maluca para perceber o tamanho dessa mudança. É só notar como já nos tornamos dependentes de plataformas que nem controlamos.
Assista: https://t.co/rlxHGcXziW
O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente.
Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos.
O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão.
E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos.
Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro.
Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro.
O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente.
E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva.
Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver.
O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo.
A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente.
E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.