Quando a ativista esquerdista pró-Palestina decide testar suas próprias convicções...
Adivinha o que acontece?
Jamey Carney, americana de 43 anos que morava em Killarney, na Irlanda, era ativista conhecida da esquerda pró-Palestina, não se limitou a postar bandeiras e frases de efeito.
Ela trouxe o projeto pra casa: arrumou um imigrante muçulmano em busca de asilo como namorado.
Arranjou um Ahmed para chamar de seu.
Ahmed Al-Saqar.
Ia aos protestos com ele, lotava as redes de fotos dos dois é legendas exaltando o caráter do rapaz que ela conhecia há poucos meses, muito mais novo do que ela.
E, para mim, o pior de tudo: deixava o sujeito dormir em sua casa para o coitadinho não precisar voltar para o abrigo, colocando a própria filha de 13 anos em perigo constante.
Algo que qualquer pessoa com bom senso, que não se deixa alienar completamente por narrativas bitoladas da imprensa esquerdista, jamais faria.
O resultado foi o que qualquer pessoa com dois neurônios funcionais já previa: O homem a espancou brutalmente na cabeça até matá-la e fugiu.
Essa é a empatia delusional das mulheres brancas do Ocidente em sua forma mais pura, elas insistem em abraçar e proteger quem despreza seus valores, sua cultura e sua segurança.
A Irlanda, assim como o resto da Europa, seguem repetindo o mesmo erro, que na verdade não é um erro, é método da esquerda para importar votos e se perpetuar no poder.
Enquanto isso, as vítimas reais são as que pagam o preço dessa ilusão
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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🚨 MAGISTRADA DENUNCIA "SUMIÇO DO VOTO" E EXIGE VOTO EM PAPEL DURANTE SUSTENTAÇÃO NO STF! 🇧🇷⚖️🗳️ O plenário do Supremo Tribunal Federal foi palco de um discurso contundente que questionou a estrutura fundamental das eleições brasileiras. Representando a Associação Padre Brasil, uma magistrada colocou os ministros diante de uma realidade incômoda sobre a falta de transparência no processo eletrônico. 🔍 OS PONTOS EXPLOSIVOS DA FALA: 🚩 VOTO FANTASMA: Segundo a magistrada, o voto desaparece após a urna e só ressurge como um registro digital na totalização, impedindo que o eleitor saiba o destino real de sua escolha. 🚩 PROVA IMPOSSÍVEL: Ela denunciou que o TSE exige provas de fraudes dos impugnantes, enquanto o próprio tribunal não apresenta a prova do escrutínio. "É um absurdo o que se exige de quem se atreve a impugnar", disparou. 🚩 JUIZ E PARTE: A crítica focou na dualidade da Corte Eleitoral, onde o administrador que organiza a eleição é o mesmo magistrado que, em seguida, julga as reclamações contra o processo. 🚩 VOTO NO PAPEL JÁ: A Associação requereu que, diante da inconstitucionalidade das urnas por ferirem o princípio da publicidade, seja utilizado o voto em papel conforme previsto em lei para casos excepcionais. ⚖️ O CLAMOR PELA LISURA: "O TSE não prova a lisura, a nação tem que crer", afirmou a magistrada, classificando como inaceitável que 144 milhões de eleitores sejam obrigados a confiar sem que haja um rastro físico para conferência. Para a associação, a urna eletrônica vive um estado de excepcionalidade por não observar a publicidade do voto. A fala ecoa o desejo de transparência que domina o debate político nacional e coloca o STF contra a parede sobre a necessidade de garantir que o resultado das urnas seja, de fato, auditável por qualquer cidadão. 👇 OPINE: Você concorda que o voto em papel é a única forma de garantir a publicidade e a prova real do escrutínio? Comente ai..‼️🗣
↪️ via: // Política Rápida 🚨⚠️
Ex-deputado pernambucano Pedro Corrêa (PP) falando sobre quando oferecia dinheiro a Jair Bolsonaro.
"Não preciso, Pedro. Dê para outra pessoa."
Bolsonaro é uma lenda!
"Me explica como é que preto é de direita?" Luana Piovani, atriz brasileira a viver em Portugal. Oiçam o roast a esta hipócrita no programa Noite em Direto.
Trecho do programa Noite em direto:
https://t.co/Wl46HDC9qE
Pra quem tem amnésia seletiva , e para os pseudos estudantes que ouviram do seu professor de história que usa coque , fuma maconha , mora com os pais até hoje , e tem um gato chamado Fidel ...
A verdade é essa 👇
🚨URGENTE - Assessor de Tomás Paiva tenta intimidar o deputado Marcel Van Hattem, que não recua e diz que seu chefe é frouxo
“Seu comandante é frouxo! Se o senhor defende um frouxo, é frouxo também! É frouxo e é covarde para tentar me puxar no canto para fazer uma defesa dessa”
Esposa do Chico Buarque nomeada em cargo alto na prefeitura de Maricá (PT) e contratos de R$ 13 milhões sem prestar serviço.
A turminha da Rouanet sempre arranja um lugar pra mamar enquanto a cidade tá cheia de mendigo e posto sem médico. Vergonha!