Coletivo online de cinema coordenado por @samasan99_/@isra_Proust/@miguelitolefou/@yyalpepe/@negodocetwt
Sessões Todos os Domingos 20:00 no nosso discord!!!
No tema do cineclube desse mês, para celebrar o mês do orgulho... nós da Cinemarchinha exploraremos o bizarro, o caótico e o orgulho no Cinema Queer!
Com filmes de:
John Waters,
Gregg Araki,
Antonio Carlos da Fontoura,
e Toshio Matsumoto
Começando amanhã (02/06)!!
"O cinema nacional só vive de comédia da Globo"
"Só tem Cidade De Deus e Central do Brasil"
CALMA AÍ
Aqui uma thread com mais de 50 filmes pra você realmente conhecer o cinema nacional ⬇️
(links do drive, alguns peguei do @acervododrive / @DrivePlanoSeque / @clubdodrive )
Disponível agora no site da Cinelimite: Perequeté (1981) de Bertrand Lira
O filme Perequeté é um retrato do dançarino, ator e performer gay Francisco Marto, também conhecido como Perequeté. O curta foi feito usando os princípios do Cinema Direto conforme instruído por Jean Rouch
Crítica de Rogerio Sganzela originalmente publicado no jornal O Estado de São Paulo, no dia 20 de maio de 1967
A review of The Crucified Lovers (1954) by Not Rogério Sganzerla on @letterboxd: https://t.co/arY7nJ43iw
Hoje no cinema marchinha daremos continuação com nossa mostra do cinema Queer e exibiremos rainha diaba de Antonio Carlos Da Fontoura
Esperamos vocês la!
nosso servidor:https://t.co/Tt3YI4FVKq
Hoje no cinema marchinha daremos continuação com nossa mostra do cinema Queer e exibiremos rainha diaba de Antonio Carlos Da Fontoura
Esperamos vocês la!
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Lançado em 1974 A Rainha Diaba se mostra uma obra ousada e que nos mostra a importância da representação do imaginário travesti brasileiro, a narrativa é arrojada e se destaca por um retrato expressivo de uma comunidade jogada nos antros de prostituição e tráfico de drogas.
O filme dirigido por Antônio Carlos Fontoura explora temas como identidade de gênero, sexualidade e marginalização social. A Rainha Diaba se tornou um marco no Cinema Queer Brasileiro e desde seu lançamento vem abrindo espaço para discussões importantes sobre os temas abordados.
Olá! Para comemorar os duzentos filmes postados no canal, criei uma pasta no Drive contendo as restaurações em 4K dos clássicos dirigidos por José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Link na bio! Pra quem não usa Telegram, é só me mandar DM.
🎞️ Um momento histórico preservado no tempo 🏳️🌈 Veja as fotos da primeira exibição de Closes (1982), de Pedro Nunes.
Nas fotos, vemos Pedro Nunes ao lado do projetor, Jomard Muniz de Brito e Lauro Nascimento na plateia, e até mesmo participantes de entrevistas do filme.
Closes causou grande sensação quando foi lançado, recebendo atenção da imprensa por sua abordagem aberta ao lidar com temas sexuais, por sua forma experimental e por sua ousadia em confrontar e mostrar a homofobia na sociedade brasileira.
Feliz Dia dos Namorados! Que melhor maneira do que passá-lo celebrando o amor em todas as suas formas e assistindo à mostra A Onda de Filmes Queer Em Super-8 da Paraíba?
https://t.co/nrobmeBqh1
Hoje no cinema marchinha daremos continuação com nossa mostra do cinema Queer e exibiremos Nowhere(1997) de Gregg Araki.
Esperamos vocês la!
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Hoje no cinema marchinha daremos continuação com nossa mostra do cinema Queer e exibiremos Nowhere(1997) de Gregg Araki.
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Eu e o @pdelvalleee achamos que seria legal fazer uns videozinhos falando sobre alguns filmes de vampiro que influenciaram muito o nosso cinema nessa jornada pra "Quando o Sangue Flui"
Ao longo do mês postaremos mais alguns...
Martin (1977) de George A. Romero
(1/2)
Pessoal, pessoal, estamos a instantes do começo da mostra "Eu Sei Que Vou Te Amar", no Estação NET Botafogo, e só nos resta agradecer o carinho de quem estará presente, de quem chamou os amigos e de quem embarcou conosco em mais esse projeto. Fiquem atentos à programação:
John Waters foi um dos grandes cineastas do 'Outlaw Cinema' ou "O cinema Marginal americano". Esse ultimo domingo passamos o filme 'Problemas femininos' Dirigido por Waters e Estrelado pela Drag Queen Divine. Aqui estão compiladas algumas considerações sobre o filme:
"John Waters conseguiu se manter à margem em meio a uma criação culturalmente conservadora, não por acaso, mas por pura escolha. Ele abraça o caos e cuspe em nossos rostos. Um precursor do que viria
a ser à atitude Punk."
@yyalpepe
"... Waters usa todo o imaginário preconceituoso do conservadorismo que via a comunidade queer como perversa, pornográfica e bizarra(…) Se expõe no filme, então, um caos violento e contrassexual(...) Consciente de si, ironizando o preconceito, gerando choque..."
@MiguelitoLeFou