Tive a oportunidade de conviver com a então primeira-dama Ruth Cardoso e acompanhar seu trabalho inovador. Entre muitas coisas, ela criou o Comunidade Solidária, programa que até hoje gera desdobramentos e resultados para o país. Conhecer e respeitar nossa história importa.
A jornalista da Auri Verde Brasil, Carina Belomé, comenta a decisão do Ministério da Saúde de suspender a aplicação de um inoculante contra a dengue após a identificação de 42 reações em pessoas imunizadas.
A medida reacende o debate sobre segurança sanitária, transparência e responsabilidade na gestão da saúde pública. Durante a análise, Carina levanta uma questão que vem sendo discutida nas redes sociais e no meio político: como seria a reação da oposição e da imprensa caso uma situação semelhante tivesse ocorrido durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro?
📸 Reprodução / Auri Verde Brasil
A jornalista Carina Belomé analisa a nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, que resultou na prisão de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação amplia o alcance das apurações sobre suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e violações no sistema financeiro, reforçando preocupações sobre fragilidades estruturais e possíveis esquemas de influência no setor bancário brasileiro.
📸 Reprodução / Auri Verde Brasil
“Com a Lava Jato fora do caminho, todos se sentem à vontade para fazer lobby familiar ou transinstitucional, e ampliar… seus tentáculos… na República do Escambo”.
(FMB, 7/3/2024, no artigo “Cai o tráfico, fica a influência”)
Nos anos seguintes, o lobby chegou ao nível Master.
Se um adolescente me perguntasse se eu não via problema no uso da maconha, por que é uma droga leve, é medicinal, eu responderia baseado em evidências cientificas: “Não, eu não recomendaria que você use maconha agora, nem recreativamente nem como ‘automedicação’. Os estudos mostram que, na adolescência, os malefícios (especialmente para o cérebro e saúde mental) são consistentes e muitas vezes permanentes, enquanto os benefícios são limitados ou inexistentes para a maioria dos jovens. Se você está lidando com ansiedade, estresse, dor ou qualquer coisa que te incomoda, procure ajuda real: converse com um psicólogo, psiquiatra, médico de confiança ou alguém da família/escola. Existem formas seguras e eficazes de lidar com isso sem arriscar seu futuro cognitivo e mental.”
E finalizaria convidando para mais conversa: “Se quiser falar mais sobre o que está rolando ou sobre alternativas, estou aqui. Você não está sozinho nisso.”
Essa abordagem é equilibrada: reconhece o que a pessoa ouve no dia a dia (legalização, “é natural”, “medicinal”), mas prioriza a verdade científica sem minimizar os riscos comprovados para jovens.”
FELIZ ANO NOVO! 🎆🇪🇪
Encerramos mais um ciclo celebrando tudo o que vivemos e agradecendo quem fez parte da nossa trajetória. Que seja um ano de alegria e muitas conquistas em azul, preto e branco para toda a nação Tricolor. Seguimos lado a lado: vibrando, lutando e alentando a cada passo, para o que der e vier! Pode vir, 2026!
O que estão fazendo com Jair Bolsonaro não é apenas sobre ele - é sobre todos nós.
É sobre o tipo de país que está sendo construído à força: um país onde prisão preventiva vira medida política, onde vigília de oração é tratada como crime, onde uma opinião pode ser enquadrada como “organização criminosa”, e onde decisões judiciais deixam de aplicar a lei para aplicar vontade.
As arbitrariedades já não são exceção, viraram método.
Prender alguém sem ato novo, sem risco real, sem base concreta e usando uma vigília pacífica como justificativa é abuso de poder no sentido mais literal da palavra. Estão criminalizando a existência de uma metade do país.
Quem acha que isso termina em Bolsonaro não está entendendo nada.
Quando um Estado se acostuma a prender adversários com argumentos elásticos, acusações políticas e interpretações inventadas, ele não para no primeiro alvo - ele amplia, avança, mira o próximo e depois outro, até chegar a todos - sem exceção.
A arbitrariedade que você tolera contra o outro é a mesma que amanhã será usada contra você.
E, quando finalmente perceberem, será tarde demais para reagir.