Exclusivo: a irmã do delegado Marcelo Ivo — expulso dos EUA por arapongagem contra Ramagem — já respondeu processo por integrar quadrilha do PCC, acusada de levar recado para o número 2 da facção dentro de presídio.
Poderia ser uma coincidência isolada. Mas a sócia de Gisele foi presa pela própria Polícia Federal por ligações com o CV numa rede de narcotráfico. E em 2010, a antidrogas paraguaia encerrou dias de monitoramento de um hotel em Pedro Juan Caballero e interceptou um veículo. Dentro: a irmã do delegado, ao lado da advogada de Marcola.
Enquanto isso, Marcelo Ivo ascendia da direção do maior aeroporto da América Latina à superintendência da PF na Paraíba e ao posto de oficial de ligação dentro do ICE.
Leia em A Investigação: https://t.co/AL4qX2OfDA
Eu disse que ia encontrar quem estava por trás da perseguição ao Ramagem (@delegadoramagem). Descobri.
Nesta reportagem, apresento Marcelo Ivo, delegado da Polícia Federal que atua como oficial de ligação no ICE em Miami e que, segundo o próprio diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deu os alertas que ajudaram na detenção de Ramagem.
Mostro quem é esse agente, como ele chegou ao posto, as operações de monitoramento que já fez em território americano e o histórico que carrega no Brasil — incluindo um atropelamento fatal, com embriaguez e CNH vencida, do qual saiu sem perder o cargo.
A matéria desmonta a versão fantasiosa de “cooperação internacional” vendida pela cúpula da PF.
https://t.co/51ide06W6H
@RogerioCorreia_ Mentira. Bolsonaro não debochou dos brasileiros que sufocaram, e você SIM debocha de Bolsonaro. Tudo o que sai da tua boca é mentira e inversão da realidade.
Parece fake de tão surreal, mas é verdade: Um grupo político ligado ao agronegócio liderado por Eraí Maggi, articula a criação de um município cujo o nome homenageie Gilmar Mendes. 🫠
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Supremo Tribunal de Exceção
Por Lygia Maria
“Se alguém tinha dúvidas de que o inquérito das fake news configura tribunal de exceção, com o depoimento do presidente da Unafisco elas foram eliminadas.
O tribunal de exceção não é apenas uma categoria formal (um tribunal é criado depois do fato). Há também a exceção material, quando estruturas legais são preservadas, mas o funcionamento real do órgão subverte garantias fundamentais, como juiz natural, imparcialidade, separação entre funções (acusar, investigar, julgar) e devido processo legal.
O inquérito 4781 foi aberto de ofício (sem provocação do Ministério Público) em 2019 por Dias Toffoli. Moraes, o relator, foi escolhido sem sorteio e atua como vítima, investigador e julgador. O objetivo seria apurar notícias falsas, ameaças e outras condutas que pudessem afetar a integridade dos ministros da corte.
Com tramitação sigilosa e escopo amplíssimo, o inquérito foi usado por Moraes para promover uma farra censória, bloqueando perfis de redes sociais e até tirando do ar reportagem da Crusoé.
Trata-se de blindagem institucional persecutória coberta pelo manto falacioso de defesa da democracia. Atuação jurídica inaceitável num Estado de Direito, mas que foi respaldada por grande parte da imprensa —cujo dever é expor abusos de poder.
Agora, após reportagens revelarem conexões financeiras duvidosas entre Toffoli e a esposa de Moraes com o Banco Master, Moraes ordenou uma devassa na Receita Federal para apurar vazamentos de dados de integrantes do STF e seus familiares. A medida surgiu sem provocação da PGR porque se deu no âmbito do inquérito das fake news.
Em seguida, o ministro intimou o presidente da Unafisco, Kléber Cabral, a prestar depoimento no mesmo inquérito. Segundo nota da entidade, Kléber foi ouvido como investigado só por ter criticado o STF em entrevistas jornalísticas. Não houve ameaça nem incitação à violência em suas falas, mas a visão autoritária de Moraes não aceita o escrutínio das ações da mais alta corte do país.
O inquérito 4781 abriu a caixa de Pandora. Agora, o Brasil tem um Supremo tribunal de exceção.”
Brazilian Senator Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) slams the current Brazilian far-left, anti-Semitic government of Lula da Silva:
"After the Hamas massacre of October 7th, while Israel was still mourning its dead, Lula rushed to accuse Israel. When Brazil's citizens left Gaza in November 2023, Lula used that moment not to condemn Hamas, but to attack Israel. [...] Lula crossed a moral line by comparing Israel's actions to the Holocaust."
🇧🇷🇮🇱
Já há um conjunto de evidências muito mais que suficientes para que a PGR e o Senado instaurem procedimentos de apuração. A imprensa já noticiou:
(1) irmãos do min. Toffoli estiveram registrados como controladores do resort de luxo Tayayá; (2) aportes milionários ao Tayayá por parte de indivíduos e estruturas jurídicas c/ ligações à JBS e ao Master, empresas que têm casos sob relatoria do ministro; (3) retirada de capital do negócio através de venda de cotas e transferência de R$ 33 milhões para offshore; (4) fundo proprietário do Tayayá registrado em endereço de fachada; (5) declarações da cunhada do min. Toffoli de que desconhece que o marido seja proprietário do Tayayá ou que a sede do fundo seja a sua casa; (6) declarações de funcionários do Tayayá de que o min. Toffoli é tido como o verdadeiro dono do resort até hoje e mantém barco e casa de seu uso exclusivo no local; (7) de acordo com registros de diárias de seus seguranças, o min. Toffoli passou pelo menos 168 dias no Tayayá, entre estes, 58 dias em 7 viagens após o resort ter sido vendido a Paulo Humberto Barbosa, advogado da JBS.
A imprensa investigativa brasileira, neste caso em especial @Metropoles; @Estadao, @sbtnews, @JornalOGlobo e @folha, estão fazendo um trabalho fundamental para o país. Cabe agora a sociedade demandar que as autoridades competentes cumpram seu papel, diante deste caso que está afundando o tribunal constitucional brasileiro em sua mais grave crise.
📸Gustavo Lima STJ
@GugaNoblat Seja macho e não jogue galera, de sua opinião blogueirinho. Se fosse o ministro André Mendonça metido nisso, vc estaria dando ataques de chiliques, mas como vc tem lado, e corruptos de estimação, faz esse joguinho de mlk.