@flickz475@ofcjulianamagno@daillycrazy Você não é obrigado a merda nenhuma nessa sua vida miserável não porra, mas qual necessidade de ficar puxando "debate" só pra tumultuar? É carência? Papai e mamãe não deram a atenção que tu precisava? Porra de debate o kct maluco.
@10xxxten10@daillycrazy@tristenosimples Tá, mas qual exatamente é o motivo pra comparar com o masculino então? Krl vocês parecem aquelas crianças que fazem questão de que ninguém se divirta. Não gosta? Guarda a porra da sua opinião pra você e não enche o saco de quem gosta. Ponto.
@flickz475@ofcjulianamagno@daillycrazy Qual a intenção com esse tipo de notícia? Ninguém nega que há diferença física entre as modalidades, qual a dificuldade de apenas respeitar TRABALHADORAS exercendo seu TRABALHO???
@LucasDavid15@Esmeraldino00@renatasilveirag Ninguém deveria ser sangue de barata e aceitar "zueirinha" de otário na Internet. Se tu gosta de ser difamado é problema teu, ela não gosta.
@whodct@_strla Engraçado que você fala de fragilidade quando quem tá respondendo todo mundo aqui é você. Bota fragilidade nisso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E não vale responder hein? Se não é atestado que tu sentiu 😉
@1alaskakkj@nandacapetinhw Tu é tão inseguro que teve que ir no meu perfil procurar uma foto pra mostrar que não é inseguro. Esse foi o teu melhor argumento cara? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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@whodct@northveill@babi @Mav77710 @jessicacomjota3 Tu veio falar o que quer, ouviu o que não queria e agora tá se fazendo de coitada. Tu é patética, nem pra ter peito e admitir as próprias palavras tu serve, covarde demais.