@MARINESARALDI Segurança em primeiro lugar! Se ela acha isso absurdo, que vá ao sambódromo e passe pela revista na entrada. Quem quer se sentir seguro precisa entender o preço cobrado
@TNTSportsUS Nas últimas vezes em que o jogo era difícil, foi só a Marta entrar que o Brasil desandou de vez, incluindo muita reclamação e violência. Penso que seria o caso de tratamento psicológico
@emd_worldwide@FabianoXimenes Essa medida adotada pelo governo americano tem relação com aquela visita de um General, que foi barrado de viajar ao Acre? Se possível, traga ao povo brasileiro detalhes daquele evento
Conheça o juiz Júnior da Luz Miranda.
O covarde que persegue famílias apagou suas páginas nas redes sociais, mas aqui está a foto.
Seu nome original é Eliel Batista Miranda Júnior, ele mudou anos atrás.
Depois da sentença absurda, Miranda precisará mudar de nome novamente.👇
@MachadoDarlon@joaodamascenojr Determinação claramente inconstitucional, já que a censura prévia é vedada. TRF deveria saber disso, mas aplica medida inconstitucional e deixa para a médica e pesquisadora a possibilidade de recorrer ao STF, criador da censura prévia no Brasil
A médica e pesquisadora Dra. Isabel Braga teve seus perfis removidos das redes sociais após decisão da Justiça Federal em uma ação movida pela Fiocruz com atuação da Advocacia-Geral da União.
A decisão determinou não apenas o cancelamento das contas, mas também proibiu futuras contas e novos conteúdos utilizando símbolos da instituição, além de impor multa de R$ 10 mil por publicação considerada em desacordo com a ordem judicial.
O caso ultrapassa a discussão sobre “desinformação”, o sistema usa essa expressão simplista para justificar o silenciamento de uma profissional que fazia denúncias internas, levantava questionamentos públicos e expunha temas extremamente sensíveis envolvendo saúde pública, pesquisas científicas, contratos, protocolos médicos e gestão institucional.
Em vez de o Estado abrir investigações sérias, transparentes e independentes sobre cada denúncia apresentada, o caminho escolhido foi a censura. Esse é o verdadeiro escândalo.
Após a decisão judicial, Dra. Isabel ironiza o próprio conceito de “fake news” enquanto cita episódios reais, documentos públicos, contratos, reportagens, decisões judiciais, protocolos oficiais e fatos amplamente debatidos na esfera pública.
Entre os temas mencionados estão: reações adversas graves relacionadas à vacina AstraZeneca; denúncias sobre pesquisas laboratoriais; contratos emergenciais durante a pandemia; questionamentos sobre biossegurança; denúncias envolvendo animais em pesquisas; políticas públicas ligadas à sexualidade infantil; além de suspeitas relacionadas a recursos públicos e fundações associadas.
Tudo isso exigiria, em qualquer democracia minimamente viva, auditoria, perícia, investigação independente, transparência e prestação de contas.
Mas no Brasil existe outro modelo - o denunciante vira o criminoso. Quem ousa questionar determinadas narrativas passa a ser tratado como uma ameaça institucional.
O mais bizarro é que Isabel Braga não era uma desconhecida da internet; é uma médica vinculada à própria Fiocruz.
O que vemos no Brasil é um padrão perigosíssimo consolidado - combate-se uma denúncia eliminando quem denuncia, algo digno dos piores regimes da humanidade.
O caso Master escancara o velho método de aparelhamento do PT. As conexões do esquema com o núcleo lulopetista da Bahia são claros. O Brasil cansou da mentira e da corrupção como método de poder de Lula 3, que voltou à cena do crime e evidencia sua desconexão com o povo!
Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/EuPWjG0hCw