Esse tipo de gente normalizou tanto todos os aspectos ruins do país que eles realmente não enxergam que os japoneses se tornaram hostis contra os brasileiros por causa da nossa própria ignorância e prepotência, e não porque o Brasil é um país mestiço.
É uma grande mentira que toda essa guerra começou com os japoneses. Sem entrar no conflito à parte dos brasileiros contra os coreanos, por simplesmente terem um padrão de beleza diferente do nosso, tudo começou porque os japoneses ousaram entreter a ideia de que tinham uma chance de ganhar contra o Brasil e de que a nossa seleção estava passando por uma fase ruim. Vi gente chamando isso de soberba, mas é algo completamente normal. E a realidade é que ninguém passou os últimos quatro jogos botando jogadores pra cabresto como o Casemiro à toa.
Mas essas pessoas têm um ego tão frágil que a mera ideia de o Brasil ser ruim em algo em que é historicamente bom as deixa malucas. Até porque o futebol é uma das poucas coisas de que o brasileiro pode se orgulhar; é a única coisa positiva pela qual o Brasil é reconhecido internacionalmente e uma das poucas coisas boas do país de fato. Se você tira o futebol, sobra o quê? O país com a maior taxa de homicídios do mundo, extrema violência e insegurança. O fato de 20% do território nacional ser ocupado pelo crime organizado só não é amplamente conhecido mundo afora porque o México existe.
Tanto se fala de 'Síndrome de Vira-lata', mas sequer sabem o que isso significa ou conhecem Nelson Rodrigues, um dos maiores dramaturgos do país e o homem que cunhou o termo. Ele não se referia a mim, e pessoas que dividem a minha mesma visão de mundo, ele se referia aos brasileiros que, após terem o ego quebrado, ativam o modo macaco, tal qual os brasileiros de 1950, que entraram em um frenesi, se-suicidando e hostilizando uruguaios, chegando a até mesmo cometer homicídios contra os mesmos, porque eles ganharam a Copa daquele ano. Essa é a origem da síndrome de vira-lata, e ela se refere a você.
Tudo isso para dizer que não, o Japão não está sendo racista com o goleiro. Não vi um japonês sequer mencionar a cor da pele dele; inclusive, ele é uma grande celebridade lá, e tudo o que vi por parte dos japoneses foram referências elogios a ele.
🚨VÍDEO NOVO NO AR
Estreia do quadro Zuzu News, onde posto notícias rápidas do meio VTuber! Hoje vamos dar uma olhada em três casos recentes! Confiram o primeiro episódio.
https://t.co/GrVSYNlsCc
La première nation occidentale à INTERDIRE LA PORNOGRAPHIE deviendra rapidement la nation la plus productive de la planète.
Cela résoudrait la crise du déclin démographique du jour au lendemain.
Cela sauverait des millions de mariages.
Cela sauverait des millions d’enfants de voir leur innocence arrachée.
Cela forcerait les hommes à se bouger et à faire le travail de courtiser une femme.
Cela sauverait des millions de femmes d’être exploitées et trafiquées.
Il n’y a littéralement aucun inconvénient à interdire la pornographie.
La pornographie est un pur poison civilisationnel.
Nous pouvons l’interdire.
Et, par Dieu, nous le ferons.
🤬🙄O Meu Problema com Essa Fala da Emitriz 🐙
A streamer Emitriz publicou recentemente um post afirmando que reagir com "ah, não gosta, não assiste" diante de certos conteúdos é inaceitável quando se trata, nas palavras dela, de discurso criminoso, e que quem defende esse tipo de conteúdo deveria responder na Justiça. A frase pegou bem, teve republicações e curtidas, mas é exatamente o tipo de raciocínio que merece ser desmontado com calma, porque ela mistura duas coisas que não são a mesma coisa: humor pesado e crime real.
Toda vez que um comediante ( seja de stand-up ou streamer ) solta uma piada ácida, vem a acusação: isso normaliza a crueldade, ensina criança a fazer bullying, devia ser proibido. Mas humor de palco ou de live para seu público específico e bullying real são fenômenos diferentes : e misturar os dois, como a fala da Emitriz faz, não protege ninguém.
Bullying é repetição, alvo específico e desequilíbrio de poder: a criança humilhada todo dia na escola, o funcionário rebaixado na frente dos colegas. Humor de palco e de live é outra coisa: o comediante ou streamer faz uma observação exagerada sobre um grupo abstrato, para um público que escolheu estar ali. Quando a piada é sobre "gordo" ou "idoso" em sentido genérico, ninguém está sendo perseguido pessoalmente, é exagero retórico, ferramenta da sátira desde sempre. Se alguém usa isso como desculpa para perseguir um colega de verdade, o problema é de quem faz, não do comediante.
Uma piada pode ofender, e "achei de mau gosto" é opinião válida. O problema é o salto que a Emitriz dá no post: de "isso me incomoda" direto para "isso é crime e quem assiste devia ser responsabilizado". Ofensa subjetiva não é dano mensurável, se fosse, qualquer crítica franca seria criminosa ! Sociedade adulta aguenta (ou deveria aguentar) desconforto sem acionar o tribunal a cada piada ruim, e sem tratar quem só está assistindo como cúmplice de crime.
É aí que entra a liberdade de expressão: ela só existe de fato se incluir o direito de incomodar. Decidir o que é "aceitável" rir não pode ser tarefa de juiz, promotor ou de quem grita mais alto nas redes, esse critério é instável e, historicamente, acaba sendo usado contra quem tiver menos poder no momento seguinte. O Brasil já pune difamação, calúnia, ameaça e incitamento à violência; isso já basta. Esticar a definição de "discurso de ódio" para alcançar piada de show ou livestream ( como a fala da Emitriz sugere que devia acontecer ) abre caminho para criminalizar sátira, crítica social e meme.
Defender humor ácido não é ignorar bullying : são combates paralelos ! Bullying real já tem ferramentas: leis de assédio, responsabilidade de escolas e plataformas, educação emocional, e resposta social (boicote, crítica, humor de volta). Um comediante ou streamer sem graça, só com ofensa gratuita, já sofre a punição mais eficiente: a audiência vai embora. É o mercado de ideias funcionando, sem precisar de cadeia.
Humor ácido não dessensibiliza para o bullying real porque operam em registros diferentes. No palco ou na stream, existe um contrato implícito: o público escolheu estar ali, sabendo o tom do que viria, comprou ingresso, clicou no vídeo, ligou a live. A piada é sobre um grupo abstrato, sem alvo nomeado, e quem assiste pode rir, discordar, desligar ou nunca mais voltar. Bullying e assédio são o oposto disso: não há escolha nem saída para quem sofre. A vítima é específica, identificada, perseguida de forma repetida por alguém em posição de poder sobre ela ( um colega, um chefe, um grupo ) sem ter pedido para estar naquela situação e sem conseguir simplesmente "desligar" o ataque.
Um é exagero consentido dentro de um espaço delimitado; o outro é agressão real, contínua, imposta a quem não tem como escapar. É justamente essa diferença que a fala da Emitriz ignora ao colocar quem assiste humor pesado no mesmo balaio de quem comete crime de verdade. Piada ruim se resolve com piada melhor, ou com o público virando as costas. Bullying se resolve com as leis e mecanismos que já existem para proteger quem está sendo perseguido. Misturar os dois debates não resolve nenhum dos dois, só cria um terceiro problema.
anos vendo tretas globais no twitter; me fizeram perceber que pode falar o que for da nossa educação
mas nós, brasileiros, sabemos de elementos culturais, políticos, sociais, populares, etc de tds os países do mundo para zuar
já os outros países só sabem o básico do Brasil
Période de Coupe du Monde oblige parlons d'un court-métrage d'animation sur le thème du football.
Cette animation du studio brésilien Combo Studio nous montre une jeune Afro Brésilienne passionnée de football qui tente de percer dans ce sport malgré toutes les difficultés
SEXTA-FEIRA COM S DE SUCESSO, DE TIRINHO, DE SINHO URSO, ME DA DOPAMINA PRA VIVER, VEM PEGAR DOPAMINA COM A GENTE NO DEADLOCK POARR!
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ATTENTION ARTISTS 🚨💓
this is your sign to show off your art!!
reply with your favorite piece, latest work, or a WIP you're proud of 😋
let's fill the comments with amazing art and hype each other up ><
#artshare#artmoots#smallartist
Eu tirei minha DRT
Fazem 7 anos desde que eu comecei a dar voz a personagens na internet, e desde o Show da Sombra eu venho fazendo cursos de Teatro e Dublagem
Não fiz isso esperando atuar/dublar grandes mídias, era mais pra melhorar como criador de conteúdo, mas agora se surgir uma oportunidade de dublar algo oficial, eu posso, o que é muito legal
Muito obrigada por tudo, vou continuar melhorando cada vez mais e dar orgulho pra vocês S2