Encontro ao vivo nesta quarta-feira, as 16h, no YouTube da Convex Research, para falarmos sobre a corrida entre as empresas de tecnologia! https://t.co/xxgauleyWk
O Legado
Quem conheceu Richard Rytenband sabe que estar perto dele era uma honra. A mente dele operava em uma frequência que poucos conseguem sintonizar. Enxergava conexões e conectava pontos que outros não viam. Antecipava movimentos que o mercado ainda não havia percebido. E fazia tudo isso com uma leveza, uma elegância, um humor que tornavam cada conversa inesquecível. Não à toa, era carinhosamente chamado de Mestre Richard.
Não era pelo título. Era o reconhecimento espontâneo e verdadeiro de quem havia aprendido com ele. Richard acreditava que investir bem não é uma mera questão de sorte. É sobre Estratégia e Metodologia. Sobre ter clareza do que se está fazendo e do porquê. Ele ensinava a acumular e a gerenciar patrimônio com disciplina e convicção, a atravessar grandes ciclos sem se dobrar ao mercado.
Essa era a sua filosofia. Simples e libertadora.
Uma história construída com propósito
Richard trabalhou incansavelmente para garantir que a Convex fosse construída com antifragilidade, para sobreviver até mesmo as maiores pancadas. A missão que ele deixou de propagar o conhecimento de base sobre investimentos, economia e diversificação global continua viva.
Como co-fundadora e sócia da Convex, Thata Saeter Rytenband assume formalmente o cargo de CEO do Convex Group. A visão que Richard e Thata construíram ao longo dos últimos 8 anos segue intacta. A missão da Convex Wealth, de proteger e multiplicar o patrimônio das famílias para que cada geração fique mais forte , permanece inalterada. E o padrão de excelência e rigor técnico da Convex Research segue como valor inegociável.
#convexresearch #convexwealth #convexgroup
Em participação em um debate na Universidade de Harvard, em Massachusetts (30.03), Jerome Powell afirma que o problema da dívida pública não está no nível atual, mas na trajetória que ela vem seguindo.
Mesmo em um cenário em que outros países operam com níveis mais elevados de dívida em relação ao PIB, o ponto central está na velocidade do crescimento. Nos Estados Unidos, a dívida avança de forma mais acelerada do que a economia, elevando continuamente essa relação ao longo do tempo.
Esse descompasso, no longo prazo, define a insustentabilidade. Não pela magnitude da dívida em si, mas pela dinâmica que a sustenta.
Powell destaca que não se trata necessariamente de reduzir o estoque de dívida, mas de reequilibrar a equação. Isso passa por alcançar superávit primário e, principalmente, por retomar um crescimento econômico mais consistente.
Sem esse ajuste, o cenário tende a se deteriorar. Ainda que não seja uma atribuição direta do banco central, o alerta está posto.
#FED #Powell
Por ser um farol de liquidez global, o DXY influencia ativos de maneira ampla — de moedas emergentes ao comportamento de commodities e bitcoin. Em momentos de estresse, o índice costuma subir, pressionando mercados fora dos EUA.
Como é a composição do US Dollar Index e qual é o racional por trás do indicador
O US Dollar Index (DXY) é um dos termômetros mais importantes para medir a força do dólar no cenário internacional. Ele compara a moeda americana a uma cesta de divisas fortes, permitindo acompanhar, em tempo real, como eventos econômicos e geopolíticos afetam a demanda global pelo dólar.
A dinâmica do DXY está diretamente conectada aos juros americanos. Expectativas de taxas mais altas tendem a atrair capital para os EUA, impulsionando o índice. Ciclos de afrouxamento monetário, por outro lado, costumam reduzir sua força — impactando fluxos para mercados emergentes e ativos de risco.
Com a volta das narrativas do FIM DO DÓLAR, quem lembra dessa época em 2020, quando "rompeu" o suporte do gráfico e pipocavam manchetes de "colapso", fim do dólar, "crash inevitável no dólar"?
É impressionante o abismo de informação entre o que chega ao investidor de varejo e o que chega às grandes fortunas.
Uma decisão fundamental que todo investidor precisa tomar logo no início: qual será o objetivo principal do meu patrimônio?
-Uma abordagem mais especulativa (buscando retornos em prazos mais curtos)?
-Construir um portfólio para consumo futuro (ex.: aposentadoria, independência financeira)?
-Ou uma gestão patrimonial geracional (preservar e transmitir riqueza para filhos, netos e gerações futuras)?
Cada uma dessas abordagens possui características, horizontes de tempo, níveis de risco e estratégias completamente distintas.
O que muitas pessoas não percebem é que misturar essas três filosofias no mesmo portfólio costuma gerar conflitos e resultados não satisfatórios ou mesmo dilapidação do patrimônio ao longo do tempo.
E você, já definiu qual é a sua?
A janela está aberta.
Neste exato momento, já é possível garantir um lugar entre os últimos investidores independentes do país com acesso ao Portfolio Global da Convex.
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Em resumo, o que estamos prestes a ver é um alívio temporário na liquidez, impulsionado pelos Estados Unidos e pela China. Mas esse movimento pode representar o último fôlego do ciclo atual, antes que o mundo precise lidar novamente com os efeitos de um sistema financeiro saturado e cheio de dívidas a vencer.
Por que o fim do shutdown americano pode mexer com a liquidez mundial
O governo americano segue em shutdown - aparentemente, próximo de encerrar -, e, isso significa que vários pagamentos foram interrompidos temporariamente. Esses valores parados ficam acumulados na TGA (Treasury General Account) — a conta do Tesouro no Federal Reserve. Com o tempo, esse saldo aumentou e já se aproxima de US$ 1 trilhão.
Segundo @RRytenband , estrategista-chefe da Convex, esse pico de liquidez global deve ocorrer entre o fim de 2025 e o início de 2026. Depois disso, o cenário pode mudar, com o sistema enfrentando o impacto do alto endividamento e da necessidade de rolar dívidas nos próximos anos.