As tarifas dos Estados Unidos e a sanção Magnitsky não surgiram do nada. Vieram depois de alertas claros, declarações públicas e gestos diplomáticos visíveis. Estava tudo ali, mas ninguém quis enxergar. E agora fingem surpresa.
O governo não se preparou. A imprensa não entendeu. E continua sem entender. Mesmo com os fatos consumados, parte dos veículos ainda trata a sanção como se fosse um episódio isolado, fora de contexto.
Não é falta de informação. É escolha. Escolha de negar o problema, de fingir que tudo seguia no controle. Era mais cômodo manter a pose de normalidade do que admitir a erosão institucional.
A sanção não foi um gesto aleatório. Foi resposta a um ambiente que já não oferece garantias mínimas. Quando isso acontece, o efeito é automático. Não precisa de discurso nem de retaliação explícita.
O mais impressionante é que, até agora, tem gente que ainda não sabe exatamente do que se trata. Não foi falta de aviso. Foi falta de vontade de entender.
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Foi Alexandre de Moraes quem primeiro violou a soberania americana.
Ao citar judicialmente empresas e cidadãos americanos sem o uso da carta rogatória, isso viola acordos internacionais, a Constituição do Brasil e também americana.
Achavam que ia acontecer o que?
Maduro é direita
Liberdade é fascismo
Homem é mulher
Idoso desarmado é terrorista
Terrorista q mata inocente é guerreiro
Não pode elogiar pernas da mulher; é assédio
Pode espancar a mulher em casa
Puta é Primeira Dama
Jornalismo não deve questionar
Vacina não precisa imunizar