The NBA will return to painting the Larry O'Brien trophy at center court and Finals script logo on the home team's floor for the Finals starting this season, per sources. The last time the large trophy was painted on court was 2009.
João Noronha Lopes anunciou a intenção de levar o Basquetebol à Euroleague. Isto é, naturalmente, uma promessa sonante — provavelmente a mais sonante que JNL fez até agora — e tem que ser muito bem calculada pelos adeptos.
O orçamento mais pequeno da Euroleague é de cerca de 14 milhões de euros. O orçamento médio é de 27 milhões. O orçamento de todas as modalidades do Benfica é de 27 milhões. Logo aqui temos um entrave financeiro enorme. João Noronha Lopes diz que conta com patrocinadores estratégicos e apoios governamentais. Mas provavelmente para o Benfica fazer este tipo de aposta no Basquetebol, terá que abdicar de outras equipas. Fica no ar então a questão: que outras equipas é preciso de abdicar para ter o Basquetebol na Euroleague?
Depois há a segunda limitação: a base de talento português não é muito forte. É aliás a pior de todas as modalidades. O Benfica nos últimos anos entrou a pulso na segunda/terceira principal competição europeia — para uns é a segunda, para outros é a terceira —, fomos o primeiro clube a lá entrar nos últimos 20 anos, e saímos da fase de grupos uma vez. A Liga Portuguesa obriga o Benfica a ter no máximo seis atletas estrangeiros. O resto têm que ser portugueses ou formados em Portugal — Betinho e Eduardo Francisco são formados em Portugal por exemplo. Há um atleta português de nível da Euroleague: o Neemias Queta. O segundo melhor basquetebolista português da actualidade ou é o Rafael Lisboa, que está a jogar na Segunda Divisão Espanhola, ou o Travante Williams, que está a jogar Basketball Champions League, como o Benfica. Nenhum tem nível de Euroleague. E isso lança a segunda questão: onde é que o Benfica vai buscar cinco ou seis jogadores formados em Portugal que tenham nível para jogar Euroleague?
Todos temos saudades das noites de Basquetebol Europeu nos anos 90. João Noronha Lopes foi a Miami e falou com os Miami Heat. Talvez daí tenha saído esta ideia. Passar do papel para a realidade é outra história. Vamos ver se nas próximas semanas fala mais sobre este tema.