Hoy, la organización estudiantil SUMEMOSUAC le preguntó a los estudiantes que podrían sumarle a la Autónoma del Caribe, a raíz de los gravísimos problemas académicos y financieros.
Seguimos organizándonos y defendiendo la educación como derecho 💙
"Respetamos la soberanía de otros Estados y negociamos con todos aquellos que sepan respetar la nuestra. La reciprocidad es la base de toda relación entre naciones y tenemos mecanismos apropiados para asegurarla".
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Para no engañarse ni ser engañado:
@DELAESPRIELLAE y su vicepresidente, @jrestrp, son mucho más parecidos que diferentes a los dirigentes de los partidos Liberal, Conservador, Cambio Radical, Centro Democratico y de la U, es decir, a todos los que gobernaron muy a Colombia antes de 2022.
Es de tono fascistoide la agresión de que somos víctimas quienes anunciamos nuestros VOTOS EN BLANCO, haciendo uso del derecho democrático que nos otorga la Constitución, agresión que en especial ha sido de parte de las bodegas, sin duda con la orden o alcahuetería de su jefatura.
¡Y se dicen defensores de la democracia!
¡Desvergonzados!
En estos próximos 4 años, gane quien gane, pondré mi granito de arena, junto a miles de personas más, para defender los intereses de los más desfavorecidos. Votaré en blanco porque ninguno representa el país que quiero construir ni los principios por los que seguiré luchando.
El 100 por ciento del proceso electoral del próximo domingo tiene que respetar la Constitución y la ley, que le confieren amplio poder a la Registraduría y al Registrador en el proceso y, en últimas, al Consejo Nacional Electoral el poder de oficializar quién ganó la Presidencia.
Ningún alcalde, gobernador, dirigente político o presidente de la República posee autoridad legal para señalar el
nombre del nuevo Presidente ni para desconocer al elegido en las urnas.
Y todos los colombianos debemos acatar las decisiones electorales de ley y rechazar toda forma de violencia en torno a los resultados.
Ninguno de los dos proyectos que hoy compiten por la Presidencia representa un avance para Colombia. Por un lado, ADLE se debe a la politiquería que siempre nos ha mal gobernado; por el otro, Cepeda representa la mediocridad y la corrupción que caracterizaron al gobierno actual.
En este video (1:08 min.) explico por qué decidí votar BLANCO.
Haciendo uso del derecho que nos otorgó Dignidad & Compromiso a sus seguidores de votar como quisiéramos en las próximas elecciones
Articulo que vale la pena.
Porque @petrogustavo sigue haciendo lo que le da la gana contra @ECOPETROL_SA, que es ir en contra de los colombianos.
Abusivo!!!
Y lo sigue haciendo sin que ni él ni ninguno de sus seguidores haya sustentado lo que hace.
Porque en su alma autocrática y clientelista exige creerle por fe, porque Él lo dice. Y porque sabe que sobre su posición no puede decir más que un par de frases altisonantes.
Cuánto nos avergüenza a los colombianos tener un charlatán embaucador como este de jefe del Estado.
Vuelvo a ofrecerme a discutir públicamente con cualquier jefe petrista sobre la política antipetrolera de Petro.
@usofrenteobrero@cutcolombia@PactoCol
Hay que estar demasiado equivocado, @DELAESPRIELLAE, para desear un Plan Colombia 2, para que haya más bases militares de Estados Unidos en Colombia y para dolarizar la economía colombiana.
@IsabelVeraPacto@IvanCepedaCast Jajajajaja que fácil es referirse a la corrupción en abstracto. Claro, habla de los corruptos y hace campaña con ellos. Recójase.
@nicobeta713@sergio_fajardo Usted seguro sabe mucho de medicina pero de derecho electoral seguramente no. Mejor lea de nuevo la regulación de reposición de votos y vuelva.
Andan con la MENTIRA de decir que la Presidencia se definirá el próximo domingo entre Cepeda, de la Espriella y Paloma.
FALSO, porque las encuestas señalan que ningún candidato tiene el respaldo de más del 40% de los colombianos y para ganar se necesita más del 50% de los votos.
Y no olvidar que el MEJOR candidato a la Presidencia es @sergio_fajardo, porque, con sus gobiernos en Medellín y Antioquia, puede demostrar que NO es de los que le venden su alma a los diablos de la política colombiana.
Entonces la defensa del Pacto Histórico es que ellos tienen derecho a ser incompetentes porque los Char también lo son. Y eso que eran el cambio.
“Para lo que hay que ver hoy en día … ”
🚨Estefanel Gutiérrez y Daniel Briceño, dejen de engañar a la gente utilizando las obras del gobierno nacional, mientras se quedan callados ante la corrupción y retrasos de sus jefes políticos.
Nosotros seguiremos haciendo veeduría de lo público mientras ustedes seguirán payaseando.
@Danielbricen@EstefanelGP