Betis 2-5 Barcelona. Yamal abriu a porta, a expulsão fechou-a ao Betis.
Aos 10 minutos, Yamal desenhou uma porta onde parecia haver uma parede: remate de fora da área, ao ângulo. O Betis respondeu, empatou de canto e, depois de o Barça voltar a fugir, Abde fez o 2-3 aos 53.
Um minuto depois, Bernal viu o vermelho direto. Entre a esperança e a inferioridade numérica coube um minuto. Daí para a frente, foi o Barça a gerir. Pellegrini falou em «sensação de impotência» e contestou a anulação de um golo e a expulsão. Flick preferiu sublinhar o treino das bolas paradas.
O Barcelona não atacou de memória: atacou de cabeça, com dois golos de bola parada. São 11 vitórias em 11 jogos. Ganhou com autoridade, mas não com imunidade.
A expulsão decidiu o jogo, ou o Barça ganhava de qualquer maneira?
JC | Jogo Crítico
O futebol para além do resultado.
Nota editorial: Texto de análise e interpretação jornalística, elaborado com apoio de ferramentas de IA na pesquisa, organização e revisão. Ver menos
Betis–Barcelona, sábado às 17h30. Uma máquina perfeita contra um Betis sem medo.
O Barça de Flick chega a La Cartuja com 10 vitórias em 10 jogos. O Betis recebe-o em 3.º, a vir de golear o Osasuna e de virar a noite do FC Porto no mesmo relvado.
Pellegrini não promete trincheira: promete ocasiões, mas pede zero erros atrás. A chave é Isco ter tempo para levantar a cabeça e Antony e Abde esticarem o campo contra uma defesa catalã que gosta de jogar alta.
Travar Yamal não é tarefa de um lateral sozinho: é trabalho de três.
Contra este Barça, o Betis não pode defender com medo. Contra este Betis, o Barça não pode atacar de memória.
Quem ganha?
JC | Jogo Crítico
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Benfica 4-1 Celtic. Quarenta e cinco minutos de luxo, quarenta e cinco de aviso.
Marco Silva rodou com inteligência: mexeu nas peças sem mexer nas ligações. Ao intervalo já estava 3-0, com Jhon Durán a bisar e Prestianni a fazer de maestro, com duas assistências e a bola sempre no sítio onde a defesa escocesa não estava a olhar.
Depois, o filme mudou. O’Neill mexeu, o Celtic subiu e o Benfica recuou mais do que devia. Camilo Durán reduziu, acertou ainda no poste, e Trubin fez seis defesas. Uma goleada com o guarda-redes entre os melhores em campo é uma goleada com asterisco.
Contra o Vitória tinha sido igual: grande entrada, quebra depois do intervalo. Duas vezes já não é acaso, é um padrão. Contra adversários maiores do que este Celtic, o aviso pode virar fatura.
C | Jogo Crítico
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Torreense 1-2 Sunderland. O ponto escapou aos 90+3'.
Na antevisão dissemos que ninguém em Sunderland vinha a Leiria de chinelos. Enganámo-nos pela metade: Le Bris fez oito mudanças e guardou Xhaka, Le Fée e Mukiele no banco.
Aos 37', Volnei, um central, avançou desde o meio-campo e enfiou a bola no ângulo. Golaço. Durante uns segundos, a II Liga e a Premier League couberam na mesma trajetória.
Mas um golo não é um plano. O Torreense encostou-se à área e acabou com 3 remates contra 22. Quando Le Bris calçou as botas, aos 58', os portugueses já não tinham pernas. Ahoka empatou e Sadiki decidiu nos descontos.
«Tristes, mas orgulhosos», disse o adjunto Carlos Simões. Com razão. Mas na Europa resistir não chega: é preciso saber respirar com a bola nos pés.
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O norueguês reduz aos 53 minutos:
Manchester City 1-3 PSG.
Agora a questão é saber se o golo de Haaland será o início de uma verdadeira recuperação ou apenas um sobressalto na superioridade parisiense.
Ainda há muito futebol pela frente...
Liverpool 0-3 Man City
Até à expulsão de Gravenberch (62'), o City tinha 0,16 de xG. Depois, três golos em 16 minutos.
Maresca lançou Doku e mudou o jogo. Iraola sabia a resposta; a equipa não a deu.
A expulsão abriu a porta. O Liverpool escancarou-a.