@PedroLulaMota Pedro, uma dúvida. Como encaixar no portfólio esse tipo de etf? Por exemplo, eu sei meus passivos ao longo do tempo e tento encaixar os vencimentos das NTNBs. Mas como vc sugere encaixar esse tipo de etf com durantion fixo ao invés de uma data de vencimento fixa ?
Juros só caem com:
1. Corte de gastos
2. Nova crise da Dilma
Por qual caminho o Brasil vai?
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Expert XP:
ARX: "O Titanic está indo ao iceberg e não dá para tocar violino."
Dívida chegando a 85% do PIB. Precisa de R$ 500 bilhões de superávit pra estabilizar.
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Walter Maciel (AZ Quest): "Ajuste fiscal será no amor ou na porrada."
Não tem terceira opção.
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Cássio Barros (ex-Tesouro): "Reduzir o teto de 2,5% pra 1,5% é insuficiente. Vai precisar de choque. Uma PEC."
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Armínio Fraga (ex-BC): Lula "chutou o pau da barraca". Há indícios de recessão em 2027.
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Todo o mercado já sabe que o caminho do PT vai dar em Dilma…
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Durigan, ministro da Fazenda tenta acalmar: "Vamos melhorar o superávit custe o que custar."
Galípolo, presidente do BC: "Cenário ainda demanda juro em patamar restritivo."
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Consenso do maior evento de investimentos do mundo:
O ajuste vem. No amor ou na porrada.
No amor: corte de gastos em 2027, com novo governo.
Na porrada: crise da Dilma 2.0, com Lula reeleito.
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2014, Dilma reeleita gastando o que não tinha.
2015, o Brasil quebrou.
2016, crise e impeachment.
Aprendemos ou vai ser assim de novo?
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Não é hora de loucuras com seu patrimônio…
Cuide muito bem do que você construiu…
AtlasValorum .com.br
IPCA+ 8% ou Prefixado 14%? O cálculo que decide:
Inflação implícita = (1 + Pré) ÷ (1 + IPCA+) - 1
= (1,1486) ÷ (1,0836) - 1
= ~6% ao ano até 2032
Se inflação > 6% → IPCA+ ganha
Se inflação < 6% → Prefixado ganha
R$ 100 mil até 2032:
• IPCA+ 2032: R$ 202.733 líquido
• Prefixado 2032: R$ 196.666 líquido
Parece que IPCA+ ganha, mas só porque a simulação usa inflação de 5,11%. Se cair pra 4%, Pré vence
A resposta honesta: depende da sua aposta sobre inflação. Mas com fiscal solto e petróleo a US$ 91, apostar em inflação baixa é corajoso
Você compra uma NTN-B 2035 e acha que tem duration de 9 anos
Ano que vem vira 8. Depois 7. Depois 6
Pra manter duration de 10 anos, você precisaria vender o título, pagar IR sobre o ganho, comprar outro mais longo, pagar spread
Todo ano. Sozinho. É impossível na prática
Até agora 🧵
@R_Investor10@bz_equities sim, essa do jatinho foi ruim, mas pelo tamanho da companhia faz sentido. Conheço empresas bem menores que tem um...mas enfim, concordo tb
Preview 2Q26 do BBA de #SBFG, com base nos #'s abaixo deve ser o melhor segundo tri da história da cia. Tem o efeito da Copa do Mundo a favor, porém é importante que tenham aproveitado a oportunidade para desfazer do estoque e gerar caixa.
Mesmo com algumas ressalvas na governança, fica a dúvida se deveria negociar a menos de 5x P/E.
Segue uma atualização das taxas das NTN-B, com base nos dados da Anbima, e das inflações implícitas calculadas pela Eytse Estratégia.
As implícitas de médio e longo prazo estão, em geral, entre 5,5% e 6,5% ao ano. Isso significa que, quando comparados títulos de vencimento semelhante e carregados até o vencimento, a inflação realizada precisa superar patamares elevados para que as NTN-B apresentem retorno superior ao dos prefixados.
O resultado é uma menor atratividade relativa e uma demanda mais fraca por esses papéis, o que se soma a outros fatores: (i) concorrência das debêntures incentivadas; (ii) elevado custo de oportunidade representado pelo CDI; (iii) maior percepção de risco de mercado diante do cenário político-eleitoral doméstico e da alta dos juros globais; (iv) entidades de previdência já bastante carregadas em NTN-B; e (v) fundos multimercados com menor patrimônio e menor orçamento de risco.
O principal vetor doméstico capaz de deslocar de forma persistente para baixo as curvas de juros nominais e reais seria um ajuste fiscal forte e crível. Esse cenário, porém, não se materializará os próximos meses e, talvez, nem nos próximos anos.
A política fiscal e parafiscal vem atuando na contramão da política monetária, ao estimular a demanda agregada, elevar a taxa neutra de juros e contribuir para a desancoragem das expectativas de inflação.
Enquanto isso, o Tesouro deveria reduzir o risco (medido pelo DV01) ofertado nos leilões de títulos prefixados, como fez na semana passada, para evitar pressão adicional sobre a curva nominal.
Caso volte a realizar leilões de recompra, o foco deveria estar nos títulos prefixados, e não nas NTN-B. A recompra de prefixados tenderia a comprimir as taxas nominais e abrir espaço para a queda das implícitas. Já uma recompra concentrada em NTN-B comprimiria as taxas reais, elevaria ainda mais as implícitas e enfraqueceria a demanda por esses papéis.
Vale enfatizar que a dificuldade de colocação das NTN-B não parece refletir uma percepção de risco de crédito soberano. O Tesouro vem colocando com facilidade LFT de prazo longo e com deságios reduzidos. A emissão média semanal total de títulos está em torno de R$ 32 bilhões, compatível com o ritmo de execução do PAF, enquanto o colchão de liquidez permanece bastante robusto.