Agora — Nepal:
Uma gigantesca enchente atinge o rio Bhote Koshi, distrito de Rasuwa, na manhã desta quarta.
291 turistas estrangeiros e 93 nepaleses reportados como desaparecidos. Ministro das Relações Exteriores informa que terremoto provocou a avalanche, causando enchente.
O aumento visível dos preços e a insatisfação nas filas dos supermercados evidenciam uma crise que consolida a gestão de Lula como a pior da história do Brasil.
Eu já ia votar no Flávio, mas vendo sua futura Ministra da Economia amassando os jornalistas militantes com uma surra de dados e fatos, agora vou ter que conseguir mais 10 votos pra ele.
Que mulher braba!😬
Se o ladrão desgraçado conseguir liminar do TSE proibindo comparações de preços, EU VOU TODO DIA PRO MERCADO E VOU POSTAR AQUI.
Quem topa essa empreitada?
Simbora postar os vídeos aqui, de todos os lugares do Brasil?
👍🏼
🇺🇸AGORA - Trump: "Toda escola pública na América está agora avisada: Se eles disserem a uma criança que ela está presa no corpo errado, eles estão cometendo abuso infantil."
Hoje — do Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent:
"Deixe-me ser claro: qualquer entidade que facilite lavagem de dinheiro em nome do Irã será removida do sistema do dólar americano. O relógio acaba de começar a tiquetaquear."
A possibilidade de Roberta Luchsinger partir para um acordo de delação premiada entrou no radar de aliados do presidente Lula e do PT. A informação é de Bela Megale, do jornal O Globo.
A leitura é que, se medidas mais drásticas contra ela forem determinadas pela Justiça, como um mandado de prisão, a chance de Roberta buscar tratativas com as autoridades é grande. A avaliação é que a lobista não aguentaria tamanha pressão.
A estratégia, por ora, é não deixar que a lobista se sinta “abandonada”, pois ninguém sabe quais seriam as consequências disso. Ela é descrita por petistas como uma “granada sem pino”.
O anúncio desta segunda-feira, 24 de agosto, é muito maior do que uma nova rodada de sanções. Sob ordem de Donald Trump, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, lançou a Operação Economic Outcast para cortar as fontes internacionais de receita do regime iraniano. Bessent comparou a campanha ao Dia D - desta vez, a ofensiva será financeira.
Foram atingidos quase 60 indivíduos, empresas e embarcações acusados de ajudar o Irã a obter tecnologia nuclear e de mísseis, realizar operações cibernéticas, vender petróleo e driblar as restrições existentes. A ofensiva também alcança cinco setores estratégicos: ativos digitais, tecnologia, ouro, aviação e transporte marítimo.
O ponto central é o aviso aos demais países - quem continuar negociando com Teerã poderá sofrer sanções secundárias e ser afastado do sistema financeiro baseado no dólar. Trump está dizendo ao mundo - especialmente à China, principal compradora do petróleo iraniano - que terá de escolher entre os Estados Unidos e o Irã.
Washington afirma ter mapeado as redes usadas pelo regime para vender petróleo e movimentar dinheiro. Trump pressiona líderes estrangeiros a romper negócios com Teerã; quem oferecer uma saída econômica também poderá ser punido.
Ao Irã, os Estados Unidos apresentaram duas opções: aceitar o isolamento global e uma economia de subsistência ou mudar de direção para retornar ao sistema econômico internacional. Teerã respondeu ameaçando retaliar as nações que aderirem ao cerco e voltou a usar o Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o petróleo mundial, como instrumento de pressão.
O Brasil não está fora. Em 2025, exportou cerca de US$ 2,9 bilhões ao Irã, principalmente milho e soja, e Teerã tornou-se o maior comprador do milho brasileiro. Com as sanções secundárias, exportadores, bancos e empresas brasileiras poderão sofrer restrições.
Lula não precisa decidir de que lado ficará; sua política externa já respondeu. Lula colocou os BRICS - bloco que reúne China, Rússia e Irã - no centro de seu projeto e defende alternativas ao dólar.
Resta saber quanto o Brasil pagará pela escolha que o regime Lulopetista já fez.
“Esse influencer tem mais audiência do que o Jornal Nacional e todos os telejornais. Isso foi trabalhado para desacreditar. Quantas pessoas vocês conhecem que não acreditam mais na mídia tradicional e que seguem, como se fosse uma religião fanática, tudo o que a bolha passa como notícia? Lavagem cerebral.”
O grande problema para Moraes é as pessoas terem a opção de escolher assistir a algo com o qual ele não concorda.
A “neutralidade” que ele quer é a volta do monopólio do discurso da velha mídia. A volta daquela falsa sensação de unanimidade, quando na verdade muita gente discordava de tudo que estava sendo dito.
Ele não entende ou finge não entender que o algoritmo só direciona aquilo que já foi rastreado como relevante para a maioria das pessoas, pode até ser pela grande rejeição que o conteúdo gera.
Todo esse discurso de Moraes é apenas uma desculpa para censurar aquilo que ele não gosta.
As redes sociais deram voz para o cidadão comum, que já não se sentia representado por nenhum meio de comunicação.
Todos aqueles que se sentiam isolados, quando começaram a falar o que pensavam nas redes, descobriram que nunca estiveram sozinhos.
A maioria pensava o mesmo, mas não tinha meios para fazer a sua voz ser ouvida pelos outros.
Se falharmos em tirar Lula nesta eleição, daqui a 4 anos teremos uma internet muito parecida com a do Partido Comunista Chinês.
E uma simples postagem como esta pode ser algo impossível de ser publicado.