A pressão popular sobre senadores para dizer sim a proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, que reduz a jornada de trabalho para 40h e acaba com a desuma escala 6x1, está cada vez mais forte. Os movimentos sindical e popular estão pressionando o Senado, como fizeram com os deputados federais. A militância das bases da @CUT_Brasil estão de parabéns. Sigam pressionando. Diversas pesquisas mostram que, nas redes sociais, ganhamos a opinião pública. Sete em cada 10 postagems (68%) tiveram tom negativo, em especial contra parlamentares que são contra o fim da 6x1; enquanto 22% foram neutras e apenas 10% positivas. A maior parte das críticas foi direcionada ao Congresso, que tem sido visto pelos trabalhadores nas redes sociais como o principal obstáculo ao avanço da pauta. #fimescala6x1já
As vozes [no Senado] que hoje defendem a remuneração por hora estão, na prática, propondo o fim do descanso semanal remunerado. Da mesma forma que, a defesa da negociação direta com o patrão visa enfraquecer a organização sindical e a negociação coletiva, pilares reconhecidos pelas normas da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e presentes nas democracias contemporâneas
Sob o pretexto de oferecer "liberdade de escolha", a PEC 12/2026 [que se opõe ao que foi aprovado pela Câmara] prega, na verdade, a precarização do emprego. Trata-se de um retrocesso que abre caminho para aberrações como uma eventual escala 7×0.
Na vida real, o empregado não negocia em condições de igualdade [com o patrão]. Ele é levado a aceitar jornadas exaustivas porque os salários são insuficientes para cobrir suas necessidades básicas. Daí a importância do sindicato e da legislação trabalhista como instrumentos de proteção.
Toda pressão sobre os senadores pelo #fimdaescala6x1
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Marcos, Lúcio, Roque Júnior, Edmilson, Kléberson, Gilberto Silva, Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho: a nossa Seleção, e que Seleção, na final da Copa em 30 de junho de 2002, no Japão. Trouxeram para Brasil o título do penta. Naquele ano, a gente já lutava havia duas décadas pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Hoje, 2026, o sonho é o hexa, e as 40 horas e o #fimdaescala6x1 viraram realidade, foram aprovados pela Câmara dos Deputados, após intensa luta e pressão sindical @CUT_Brasil e popular sobre os deputados. Agora, a pressão tem que continuar ainda mais forte sobre os senadores. Até a vitória da classe trabalhadora, no Senado.
Foto: Reprodução
Quando o jornalismo faz jornalismo, relata fatos, e não mentiras. Dados atuais e oficiais para desmistificar as fakes news sobre esse programa do governo Lula que é referência mundial. O Bolsa Família atende 19 milhões de famílias, alcança 49,5 milhões de pessoas em todos os 5.571 municípios e tem benefício médio de R$ 678,01 por domicílio, com investimento federal de R$ 12,9 bilhões no mês. Mulheres são 84% das responsáveis pelo recebimento do benefício. Em maio de 2026, 2,26 milhões de famílias permaneciam na Regra de Proteção, e 159,2 mil novas famílias ingressaram nesse mesmo no mês, depois de elevarem a renda acima de R$ 218 per capita. programa contradizem a tese da dependência. Entre janeiro e outubro de 2025, 2.069.776 famílias deixaram o Bolsa Família. Desse total, 1.318.214 saíram por aumento de renda, 24.763 fizeram desligamento voluntário e 726.799 concluíram o período da Regra de Proteção. "O Bolsa Família não substitui o trabalho. É dispositivo de proteção social, segurança alimentar e transição de renda em uma economia que produz pobreza mesmo entre quem trabalha. A crítica moralizante desloca o problema. Em lugar de discutir baixos salários, informalidade, jornadas longas, precarização e desigualdade, atribui à pessoa pobre uma escolha que, em larga medida, ela não tem", diz excelente reportagem do Le Monde Diplomatique. Textão, porque o Bolsa Família é um baita programa.
É isso. Pressão no Senado pela aprovação da redução da jornada para 40 horas e o #FimDaEscala6x1Já . Como diz um jargão do futebol: aperta (a saída de bola) que eles entregam.
Às vésperas do início da Copa do Mundo, o senador Romário (PL) deu um drible no grupo de senadores bolsonaristas que se uniram para barrar o fim da escala 6x1 e mudou de opinião e voto. O ex-jogador admitiu que a mudança de opinião é consequência da cobrança de "seus apoiadores". É isso: toda pressão sobre senadores e senadoras para aprovar a PEC da redução da jornada para 40 horas, que acaba com a desumana escala 6x1. #FimEscala6x1Já
@CUT_Brasil
O Brasil é o 4° país do mundo em número de acidentes e doenças de trabalho (806 mil/ano, em 2025/MTE). Grande parte relacionada a jornadas longas, falta de pausas e ritmos intensos. Enquanto isso, o Senado anuncia que vai analisar "com calma" a PEC, já aprovada por esmagadora maioria na Câmara dos Deputados, que reduz a jornada de trabalho para 40h e acaba com a escala 6x1, que é reivindicação e luta históricas da classe trabalhadora @CUT_Brasil, que já tem quase 40 anos. #FimEscala6x1Já
Aquela farmácia perto da sua casa já acabou com a desumana escala 6x1 e o Senado ainda está "pensando". O grupo DPSP (Drogarias São Paulo e Pacheco) passou toda a operação para o escala 5x2 em suas 1.650 unidades, em 12 estados, para os seus 24 mil trabalhadores/as. E isso em agosto do ano passado. A avaliação é positiva: melhorou a qualidade de vida dos funcionários e produtividade também.
#fimda6x1
@CUT_Brasil
Segundo monitoramento publicado pela FSP, há rejeição à percepção de que existe conspiração e traição aos interesses do Brasil por parte dos filhos de Bolsonaro. Foram 15 milhões de interações até a tarde desta terça. Do total, 78% foram de "sentimento negativo" contra Trump e a família Bolsonaro. Lembrando que o senador Flávio Bolsonaro foi aos EUA beijar os pés de Trump para tentar abafar o BolsoMasterHorse #SOBERANIA O PIX É NOSSO.
Nesta foto, todo mundo defende e a redução da jornada de trabalho, sem redução de salário, e o #fimdaescala6x1, igual a mais de 70% dos brasileiros e brasileiras. Não vamos permitir que 40 senadores ignorem e desrespeitem a vontade do povo já aprovada na Câmara dos Deputados. Toda pressão sobre o Senado em defesa da PEC 221/19. @CUT_Brasil
Cada dia fica mais evidente, e as investigações vão provar, o que realmente representa o "filme" Dark Horse: lavagem de dinheiro para a campanha (e a sobrevivência) do clã Bolsonaro e seus aliados. Ciro Nogueira, como revelou hoje a Revista Piauí, Vorcaro, Flávio Bolsonaro, governantes de direita à frente de municípios e estados parecem ser todos "irmãos" de esquema, unha e carne.
Sabe porque os EUA de Trump e Rubio, incitado pelos traidores Eduardo e Flávio Bolsonaro, quer acabar com o PIX, porque o objetivo é que eu você, todos os brasileiros não tenham mais liberdade para escolher a forma de pagar suas contas, querem forçar a gente a usar cartão de crédito e pagar mais de 400% de juros ao ano, ao sistema financeiro. Não conseguirão.
Alguém se imagina vivendo sem a facilidade proporcionada pelo PIX, uma criação do Banco Central do Brasil, gestada num governo petista? Graças ao desserviço do senador Flávio Bolsonaro, nosso PIX está na mira bélica e destrutiva dos Estados Unidos. Trump e Rubio receberam Flávio, à forceps, e na sequência anunciaram ataque à nossa soberania, ao classificar as facções daqui como terroristas, e, hoje, os EUA indicaram taxação de 25% às importações brasileiras. Tudo isso tem um objetivo: acabar com o PIX e atender aos interesses da elite financeira internacional. É isso que o clã criminoso dos Bolsonaro faz no Brasil: caos e retrocesso.
O PIX É NOSSO
A PEC 221/19 já está no Senado e lá também precisa de uma maioria qualificada. O trabalho de convencimento, de pressão dos senadores tem que continuar, como fizemos na Câmarados Deputados na luta pela aprovação redução da jornada, sem redução do salário e o #FimEscala6x1Já. A proposta precisa de 49 votos dos 81 senadores da Casa. À luta.@CUT_Brasil
Pela aprovação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição, já aprovada na Câmara dos Deputados, que acaba com a escala 6x1 e limita jornada de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial. Toda pressão sobre senadores e senadoras. #FimEscala6x1Já@CUT_Brasil
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A nossa luta vitoriosa histórica que garantiu a aprovação, na Câmara dos Deputados, da PEC que reduz a jornada de trabalho, sem reduzir salário, e acaba com a escala 6x1, foi resultado da forte pressão popular, dos movimentos sindical e popular sobre deputados e deputadas federais da direita, que, temendo a rejeição da opinião pública, votaram a favor da PEC. Pressão ainda mais forte tem de ser feita sobre os senadores e senadoras, onde a oposição ao desejo da classe trabalhadora está ainda mais inflamada. Leia a matéria, acesse o site napressao. Faça valer a sua vontade. @CUT_Brasil
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Reproduzo importante nota do governo Lula sobre mais uma absurda tentativa dos EUA de Trump de agredir a nossa soberania. Com o dedo podre do clã Bolsonaro:
"O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança."
Governo do Brasil
BRASIL SOBERANO