Beneath me there is no dignity, only worship ✨💸
Debaixo de mim não existe dignidade, só adoração ✨💸
•
Findom | Findomme | Domme | Finsub | Masoquista | Spanking | Impact Play | BDSM | Sessão | Finsub | Paypig | Human Wallet | Human ATM | Dominatrix
Eu não costumo alimentar circo.
Mas quando meu nome é usado de forma indireta para sustentar narrativa falsa, eu me posiciono.
Primeiro ponto:
Converter pessoas baunilha em “vendedoras de foto de pé” com discurso de “eu ganho dinheiro todo dia esculachando homem” é irresponsável.
Fetiche não é renda extra milagrosa.
Não é solução para desespero financeiro.
Não é tutorial rápido de monetização.
Quem vive D/s sabe que envolve maturidade emocional, negociação, responsabilidade psicológica e entendimento real de poder e limite.
Reduzir isso a promessa de dinheiro fácil é banalizar a prática.
Segundo ponto:
Não existe coerência em afirmar que “só ensina podolatria” quando há conteúdo explícito abordando findom e dinâmica de poder de forma simplificada para monetização.
Ou é aprofundamento responsável.
Ou é marketing.
Os dois discursos não coexistem de forma honesta.
E não material que promete “ganho rápido”, “dinheiro todo dia” e entrada simplificada em fetiche não é conteúdo informativo.
Conteúdo informativo explica riscos, complexidade, impacto emocional, limites e responsabilidade.
Promessa de monetização rápida é outra coisa.
É venda de expectativa.
E são coisas diferentes.
Terceiro ponto:
É curioso como a mesma pessoa afirma estar sendo difamada, diz que “foram atrás de várias pessoas”, mas não apresenta uma única prova pública concreta.
Só fala.
Ao mesmo tempo, acusa quem discorda dela de rivalidade feminina.
Então vamos organizar os fatos:
Quem discordou não criou thread.
Quem discordou não expôs ninguém.
Quem discordou não iniciou palco.
Quem fez o alarde foi ela.
E as pessoas que concordam com ela sem ouvir o outro lado são chamadas de “justas”.
As que questionam são acusadas de perseguição.
Isso não é justiça.
Isso é manipulação narrativa.
Não é a primeira vez que esse roteiro aparece.
Sempre que condutas problemáticas são apontadas, surge:
– vitimização
– discurso de perseguição
– apelo emocional
– e ausência de prova concreta
Então a pergunta é simples:
Quem realmente está sendo difamada?
Ou quem tentou difamar e, ao não conseguir sustentar a acusação, passou a projetar frustração?
Quarto ponto objetivo e direto:
Foi dito que eu divulguei conteúdos em grupos de engajamento BR.
Isso é falso.
Nunca enviei conteúdo para “todos os grupos”.
Nunca fiz esse movimento.
E quem sustenta essa acusação que apresente evidência verificável.
Acusação sem prova é tentativa de desmoralização.
E sobre essa estética de “good vibes” enquanto cria conflito:
Positividade performática não anula incoerência.
Quem presta atenção percebe quando há distorção de narrativa.
Não é sobre rivalidade.
Não é sobre palco.
É sobre responsabilidade.
Fetiche não é tendência.
Não é hype.
Não é produto de recrutamento para baunilha desesperada por dinheiro.
É prática que exige maturidade.
E maturidade não combina com dramatização pública recorrente.
Eu não preciso de crise para existir.
Não preciso fabricar conflito para me sustentar.
Quem está seguro no que constrói não vive de narrativa defensiva constante.
Encerrado.