Fora corruptos! Lavajatista e a favor da defesa do Meio Ambiente. Toda agressão que é feita ao Planeta conta com sua reação. Em defesa da LAVA JATO sempre.
🚨 URGENTE: O CNJ do Benedito já quer esvaziar os presídios. Os juízes acabaram de receber orientação para diminuírem as penas dos condenados e iniciarem a política de desencarceramento.
O Senado acaba de nos mostrar, na prática, por que ele precisa mudar.
Por 53 votos a 16, o Senado aprovou o ministro Benedito Gonçalves para a Corregedoria Nacional de Justiça, o órgão que fiscaliza a conduta de juízes em todo o país, com mandato até 2028.
Justamente a cadeira que deveria ser o símbolo da imparcialidade foi entregue a um nome cercado de questionamentos sobre postura política.
Não é implicância. Na própria sabatina, senadores tiveram que perguntar ao ministro sobre o fato de ele ter se declarado suspeito em processos do caso Banco Master. E pesa sobre ele o episódio, lembrado da tribuna, em que teria dito “missão dada é missão cumprida” ao cumprimentar Alexandre de Moraes na diplomação de Lula.
A pergunta que fica é simples. Quem vai corrigir os rumos da Justiça quando o próprio corregedor desperta dúvidas sobre imparcialidade?
É por isso que precisamos mudar o Senado. Se você concorda que o Senado precisa de gente disposta a dizer não ao que está errado, compartilhe este post
JUÍZES QUE INVESTIGAM SUPERSALÁRIOS RECEBEM SUPERSALÁRIOS
O Brasil muitas vezes supera a ficção. O ministro Fachin montou um grupo de trabalho de juízes para regulamentar os penduricalhos do judiciário, mas parece que não deu muito certo.
Vale a pena ler o artigo do professor de Direito Constitucional da USP, Conrado Hübner Mendes,
doutor em direito e ciência política e membro do Observatório Pesquisa, Ciência e Liberdade - SBPC
EM LISBOA HÁ UM PROJETO DE BRASIL
Não promove soberania e república, democracia e diversidade, liberdade e igualdade
Denunciar o ilícito com jeitinho de normal precisa enfrentar a força da inércia
A normalização do ilícito combina poder e dinheiro, tempo e persistência. O Fórum de Lisboa é um ilícito normalizado.
Financiado por dinheiro invisível e protegido por estrutura de poder bem visível, sua organização tem tempo de sobra para liderar a empreitada de desinstitucionalização do país. Caminha acima de fiscalização ou accountability e converte jurisdição em negociação sem constrangimento. Pode até fechar o evento com um chiste sem custo: "Ninguém se livra de pedrada de doido ou coice de burro".
Denunciar o ilícito com jeitinho de normal precisa enfrentar a força da inércia. Num jogo desigual, o ilícito tende a vencer pelo cansaço. O esforço público para desnormalizar a prática pede persistência, memória das normas violadas, disposição diante da intimidação.
Em 2026, o Fórum de Lisboa teve um contraponto. Nos mesmos dias, aconteceu no TJ do Rio de Janeiro o "International Meeting on the Bangalore Principles of Judicial Conduct". Em seguida, em Brasília, o STJ sediou o "Congresso Internacional: Estado de Direito e Ética Judicial". Juízes de cortes superiores de Alemanha, Portugal, Holanda, Espanha, Itália, junto com alguns ministros brasileiros, debateram desafios da profissão. Conversaram sobre as normas que Lisboa viola.
Que normas? Os Princípios de Bangalore, para começar. Iniciativa de juristas globais que, sob os auspícios da ONU, aprovaram diretrizes globais de ética judicial, o documento adensa regras de imparcialidade e decoro: "Um juiz deve assegurar que sua conduta dentro e fora do tribunal mantenha a confiança do público"; "Um juiz deve minimizar as ocasiões em que será necessário determinar sua suspeição"; "Um juiz não deve fazer comentário que possa afetar o resultado do caso"; "Um juiz deve aceitar restrições pessoais que podem ser onerosas ao cidadão comum".
Viola o Código da Magistratura. Este define magistrado imparcial como aquele que valoriza a "distância equivalente das partes" e evita "comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito". Normas presentes em qualquer outro código de ética judicial no mundo.
Do Fórum não participou a sociedade. Mas participaram dezenas de empresas (como Uber, Superbet, Google, OpenAI, JBS, Vale) e entidades empresariais (como Fiesp, Associação de Criptoeconomia, Febraban, Instituto de Mineração).
Quais normas empresas violam? Todo rudimento de compliance que proíbe custear "hospitalidade" para agentes públicos que possam favorecer seu negócio, e que tenta neutralizar riscos derivados da Lei Anticorrupção.
Quais normas advogados violam? Além do Código de Ética da OAB, que proíbe "utilizar de influência indevida, em seu benefício ou do cliente", manuais de compliance da advocacia recomendam gerir conflitos de interesse e evitar interações que deem impressão de "tráfico de influência" ou de acesso facilitado a magistrados fora dos autos.
O que há de relevante não está nos auditórios e nos palcos de Lisboa. A fachada ilusionista esconde um projeto de Brasil. Não tem a ver com soberania e república, democracia e diversidade, liberdade e igualdade. Tem mais afinidade com um plano que, séculos atrás, se discutia na mesma cidade.
"No futebol, o pior tipo de cego é o que só vê a bola", disse Nelson Rodrigues. No Fórum de Lisboa, o pior tipo de cego é o que só vê palestra.
Falei no Flow News de terça sobre a estratégia de Daniel Vorcaro de arrastar seu caso até que um novo governo ou o velho sistema o socorram.
O “irmão” Flávio Bolsonaro, especialista em blindagem, é uma esperança, claro.
Quem é visitado de tornozeleira eletrônica jamais esquece.
Alguém sabe se o Mário Frias voltou pro Brasil? kkk
Ele garantiu que no dia 20 de maio, mês passado, teria a prestação de contas do filme do mito.
Já estamos chegando no dia 20 de junho e nada.
Uma imoralidade !
O exemplo vem de cima... e quando quem dita regras comete imoralidades, a desonestidade deixa de ser exceção e vira normalidade criando uma cultura da esculhambação !
EXCLUSIVO: A reportagem de capa de VEJA desta semana revela que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria pago US$ 30 milhões ao senador Davi Alcolumbre. A matéria de Robson Bonin também mostra os detalhes da ligação entre o PT da Bahia e o caso do Banco Master..
Assista VEJA em Foco no YouTube, de segunda a sexta às 19h. Link na bio.
#VEJAemFoco #VEJA
No dia da estreia do Brasil na Copa, 1 mês se completa da revelação do áudio enviado por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro.
Ou seja: 1 mês sem que os Bolsonaro e produtores de “Dark Horse” tenham comprovado uso dos R$ 61 milhões do dono do Banco Master no filme.
Como se já não bastassem a omissão, as mentiras, a relação financeira com um famigerado escroque e a intermediação de um fundo ligado a Eduardo Bolsonaro, eles não conseguem sequer cumprir a promessa de prestar contas sobre o dinheiro.
Depois tentam entender por que Flávio cai nas pesquisas.
A resolução é baixa, mas este vídeo é uma preciosidade. Aquele que proibiu chamar Lula de ladrão e corrupto fazendo exatamente aquilo que proibiu. A internet é cruel. 😁