Meus amigos, muitas pessoas me disseram que leram que a liminar caiu. NÃO caiu! Muito cuidado com as informações que vcs recebem. Caso caia a liminar, comprometo-me a trazer-lhes a notícia em primeira mão!Saúde e paz galera!
@Fla_Sincero_@davidpiraja_ Mas isso aí n quer dizer nada mano, até pq todo mundo sair divluga mete essa de “jogue com responsabilidade”, é só uma maneira de tirar “o meu da reta” mas isso não impede ninguém de apostar não kkkkk
@CS24BR@shitpostverdade Os dois são bons, mas apenas um show era outro patamar…
Inclusive esse episódio do pato já até virou jogo no site da cartoon, bons tempos😔
Fernando Seabra no Vasco: o que esperar do treinador que transformou o Coritiba em uma das equipes mais organizadas do Brasileirão?
A chegada de Fernando Seabra ao Vasco marca o início de um novo projeto esportivo em São Januário. Mas, afinal, o que o torcedor pode esperar do novo comandante cruz-maltino?
A reconstrução iniciada no Coritiba
Fernando Seabra foi anunciado pelo Coritiba em dezembro de 2025 para comandar o clube em seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. Em sua apresentação, deixou claro que enxergava o projeto como uma oportunidade de participar da reconstrução da equipe na elite do futebol nacional.
Na ocasião, também ressaltou a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho que havia garantido o acesso do Coxa, além de destacar a importância de jogadores experientes para oferecer equilíbrio e estabilidade ao elenco durante toda a temporada.
Como jogava o Coritiba de Fernando Seabra?
Ao longo do Campeonato Brasileiro de 2026, o Coritiba apresentou uma identidade tática muito bem definida, tornando-se uma das equipes mais organizadas da competição.
Organização defensiva
A equipe atuava, na maior parte do tempo, em bloco médio, sem pressão constante sobre a saída de bola adversária.
Suas principais características eram:
- Linhas compactas;
- Pouco espaço entre defesa, meio-campo e ataque;
- Proteção da entrada da área antes de pressionar o portador da bola;
- Grande disciplina tática.
Construção ofensiva
Na saída de bola, o Coritiba priorizava a construção curta sempre que encontrava espaço.
Quando pressionado, porém, não insistia em correr riscos desnecessários, recorrendo às ligações diretas para acelerar o jogo.
Os volantes tinham participação ativa na construção das jogadas, funcionando como o elo entre defesa e ataque.
Transições rápidas: uma das principais marcas
Talvez a maior característica da equipe fosse sua eficiência nas transições ofensivas.
Após recuperar a posse de bola, o time buscava acelerar imediatamente:
- poucos passes;
- ataques pelos corredores;
- chegada simultânea de vários jogadores à área.
A proposta era atacar antes que o adversário tivesse tempo para reorganizar seu sistema defensivo.
Flexibilidade tática
Embora o esquema-base fosse o 4-2-3-1, Seabra demonstrava grande capacidade de adaptação durante as partidas.
Dependendo do momento do jogo, a equipe variava para:
- 4-3-3;
- 4-4-2 sem a posse da bola;
- 3-2-5 na fase ofensiva, com um lateral atuando por dentro e o outro oferecendo amplitude.
Essa versatilidade acompanha Fernando Seabra desde seus trabalhos nas categorias de base.
Movimentações ofensivas
Outro aspecto marcante era a liberdade dada aos jogadores para ocuparem diferentes espaços.
Era comum observar:
- troca constante de posições entre os pontas;
- meia central recuando para auxiliar na organização das jogadas;
- laterais alternando entre atacar por dentro e pela linha de fundo;
- centroavante atacando a última linha defensiva para abrir espaços aos meias.
O objetivo era criar superioridade numérica no meio-campo sem perder profundidade pelos lados.
As principais características de Fernando Seabra
Durante o Brasileirão de 2026, algumas marcas ficaram bastante evidentes em seu trabalho:
- equipe extremamente organizada taticamente;
- jogadores disciplinados dentro do modelo de jogo;
- pressão coordenada, sem desorganização;
- posse de bola objetiva;
- busca constante por superioridade posicional.
Mesmo quando não controlava a posse, o Coritiba dificilmente se tornava uma equipe desorganizada.
Os números do trabalho
Antes da paralisação do Campeonato Brasileiro e da negociação com o Vasco, o Coritiba ocupava a parte de cima da tabela e brigava por uma vaga nas competições continentais.
Sob o comando de Fernando Seabra, a equipe disputou 28 partidas, somando:
- 11 vitórias;
- 9 empates;
- 8 derrotas.
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