@Uncaringparent@FMachl Oida, wenn ich als Medienkonsument den Bankomatbetreiber schon vor 3 Tagen gelesen habe, ist der Post des Journalisten nur peinlich!
BREAKING: Rep. Ted Lieu is publicly calling on the White House to answer growing questions surrounding reports that an unidentified 79-year-old man received exclusive access to a powerful experimental drug through the FDA’s compassionate use program.
“The White House needs to come clean,” Lieu said. “Did Donald Trump get this special drug?”
Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
Albania has officially drawn the
line, Sazan 'lsland is being cleared. In an stunning turn of events, Albanian authorities have
launched an active enforcement operation to kick
out foreign developers and private security
personnel occupying Sazan Island. The decisive
action marks a total collapse of the controversial €1.4 billion luxury real estate deal that aimed to turn the protected national marine reserve and
former military base into an exclusive private playground for global elites,
The eviction comes after four consecutive weeks of historic
hundred-thousand-strong protests that completely
shut down the capital city of Tirana, refusing to allow their native coastlines and ecologically sensitive wetlands to be privatized by foreign
investors, the Albanian public unified under a
single, unyielding demand: "Albania is not for sale, the courts faced with a historic political crisis, mounting
domestic fury, and a widening anti-corruption
investigation by special prosecutors (SPAK), the
government was forced to pivot, by deploying state forces to reclaim Sazan lsland, Albania has
sent a clear message to international billionaires
and foreign developers trying to bypass environmental protection laws, This historic victory for citizen-led activism proves that the collective voice of a nation can successfully overpower backroom corporate deals and protect sovereign land.
The people spoke, and the
government had to listen.
Während Trump im Großen Saal des Volkes sitzt und mit Xi den „historischen” Gipfel feiert, passiert 6.000 Kilometer weiter westlich etwas Bemerkenswertes: Iran lässt chinesische Schiffe durch die Straße von Hormus.
Klingt nach Entspannung. Ist aber eine Falle - und zwar eine elegant gebaute.
Denn es gibt ja zwei Sperren, hintereinander geschaltet. Die iranische in der Meerenge. Und die amerikanische dahinter, im Golf von Oman. Iran öffnet jetzt seine Sperre für China - und schickt die chinesischen Schiffe damit schnurstracks in die amerikanische hinein. Teheran hat ihnen erlaubt, von einer Blockade in die nächste zu fahren.
Der Trick: Damit liegt der Schwarze Peter sauber in Washington. Irans Außenminister sagt es praktisch laut - das Hindernis seien nicht sie, sondern die USA mit ihrer Blockade.
Sprich: Wir haben unseren Teil getan, Donald. Jetzt du.
Und genau das macht die Szene in Peking so unangenehm für einen Mann, der zum Dealmachen angereist ist.
Xi muss gar nicht drohen. Er lehnt sich zurück, lächelt und sagt sinngemäß: Sieh mal, wir sind doch schon fast da. Iran will ja gar nicht die Straße blockieren, das bist ja du. Lass du uns und andere jetzt auch noch durch, dann ist alles tippitoppi und wir reden über deine Deals.
Trump hat dann zwei Türen. Beide führen nicht ins Licht.
Tür eins: Er gibt nach, hebt die US-Blockade auf. Dann hat China den Korridor geöffnet, nicht Amerika. Der Dealmaker wurde gedealt - und Iran hat für dieses Zugeständnis an seiner Atompolitik exakt nichts geändert.
Tür zwei: Er bleibt hart, sagt nein. Dann will Xi sicher alle neuen Deals erst einmal gaaaanz lange prüfen. Und Trump hat seine Wirtschaftsdelegation womöglich völlig umsonst mitgebracht und immer noch keine Iran-Lösung.
Das Schöne daran: Trump hat sich diese Falle selbst gebaut. Schon im März bat er China um Hilfe, Hormus zu öffnen. China lehnte ab. Jetzt liefert China - aber zu seinen Bedingungen, an Washington vorbei, im eigenen Tempo. Und der Preis steht auch schon im Raum: Taiwan.
Der Mann, der angereist ist, um den großen Deal zu machen, sitzt am Tisch und merkt: Der Deal läuft schon. Nur ohne ihn. Er darf noch unterschreiben - oder als Blockierer dastehen.
Verbal austeilen? Geht gerade schlecht. Er braucht ja den Gastgeber dringender denn je.
@Erzbischof2023@Schmitt_News@talkimhangar7@wassermair@pressefreiheit Dann hau mal Lösungen raus, von denen 90% der FPö Wähler dann tatsächlich profitieren werden. Abgesehen davon dass ich nie realistische Lösungen vorgeschlagen, sondern ich nur platte Hetze höre. BTW ihr drei seit auch lustige Partie, fast lustig wenns nicht so traurig wär ;-)