Está sendo votado agora e goela abaixo o PL 8.889/2017, conhecido como o “PL da Globo”.
Dizem que a proposta serve para “valorizar a cultura nacional”, mas, na prática, é um projeto feito sob medida para os grandes conglomerados de mídia, especialmente para a Globo, e que coloca em risco a liberdade de expressão e a livre iniciativa no Brasil.
O “PL da Globo”:
Obriga as plataformas de streaming a pedirem licença ao governo para funcionar;
Dá à ANCINE o poder de decidir o que deve ter destaque e visibilidade nas plataformas;
Impõe cotas e regras de recomendação que interferem diretamente nos algoritmos e na liberdade de escolha do usuário;
Cria uma nova Condecine, uma contribuição travestida de imposto, que vai encarecer os serviços e cair no bolso do consumidor.
Quem ganha com isso são as gigantes já instaladas no mercado, como a Globo, que têm estrutura para cumprir a burocracia e manter influência sobre a regulação.
E quem perde são os produtores independentes, as novas plataformas e o cidadão comum, que verá menos opções, mais custos e menos liberdade.
Na prática, o projeto transforma a ANCINE em uma chanceladora do conteúdo nacional, com poder para decidir o que pode ou não pode ser exibido, sob o pretexto de “combater a desinformação”.
Hoje o alvo pode ser um tipo de conteúdo.
Amanhã, pode ser qualquer voz que não agrade ao governo de turno.
O Brasil precisa de liberdade para criar, inovar e competir e não de um Estado tutor da cultura.
O “PL da Globo” é mais um passo rumo ao controle político e econômico da informação.
Por isso, nosso posicionamento é claro: somos contra o PL da Globo (PL 8.889/2017).
Em defesa da liberdade de expressão, da livre concorrência e do direito de cada brasileiro de escolher o que quer assistir sem interferência estatal.
🚨MENTIRA: Mulheres que gravaram entrevista afirmando ter perdido um familiar INOCENTE estavam mentindo. O jovem mencionado por elas, chamado Ravel, na verdade era um membro perigoso do Comando Vermelho, responsável por fazer a contenção da favela utilizando fuzis e granadas.
Eles saíram de casa para nos proteger
Quatro homens, quatro heróis, que colocaram o uniforme, se despediram de suas famílias e saíram para defender pessoas que muitas vezes nem conheciam. Enfrentaram o medo com coragem, o caos e a violência com o dever no coração. Foram mortos por narcotraficantes, não por acidente, mas por cumprirem o juramento de servir e proteger a sociedade.
Enquanto as famílias choram, o silêncio ensurdecedor de parte da sociedade ecoa. Onde estão as vozes que se erguem contra a injustiça quando ela vem de um fuzil empunhado por criminosos? O espectro da esquerda, que tanto se mobiliza para relativizar o crime, não derramou uma lágrima, não dedicou uma palavra a esses homens que tombaram honrando o país.
Às famílias, todo o respeito, a solidariedade e a gratidão de uma nação que ainda acredita na ordem, na lei e na justiça. Que Deus conforte os corações e dê força para suportar o que jamais deveria ter acontecido.
E a nós, sociedade, fica a obrigação moral de não inverter valores. Heróis não são os que espalham o medo nos morros; heróis são os que enfrentam o terror para garantir que inocentes possam viver em paz. Que o Brasil nunca se cale diante da covardia. Que esses quatro homens jamais sejam esquecidos.