Fabiana e Ieda passaram nove dias desaparecidas até serem encontradas mortas, enterradas em uma área de mata. Não eram apenas dois nomes em uma manchete. Eram duas mulheres, um casal, duas vidas interrompidas de forma brutal. Também eram mães de santo, referências para sua comunidade, pessoas que acolhiam, orientavam e preservavam uma tradição religiosa que há séculos enfrenta intolerância e preconceito. CARALHO que estressante.
Quando mulheres são assassinadas, toda a sociedade falha. Quando essas mulheres são lésbicas, existe o dever de investigar com seriedade se a lesbofobia teve relação com o crime. E quando, além disso, pertencem a uma religião de matriz africana, também não se pode ignorar que a intolerância religiosa faz parte da realidade vivida por muitos terreiros no Brasil. Cada uma dessas possibilidades precisa ser apurada com rigor, responsabilidade e sem preconceitos.
Que Fabiana e Ieda sejam lembradas pelas vidas que construíram, pelo cuidado que ofereceram à comunidade e pelo legado que deixaram
DECLARAÇÕES FORTES!
Após o apito final, o técnico do Egito, Hossam Hassan, fez duras críticas.
🗣️ "Vou dizer o que penso independentemente das consequências. Esta foi claramente uma partida manipulada e o mundo inteiro viu isso."
🗣️ "E quero dizer mais uma coisa: se eles querem tanto que a Argentina vença, por que chamam todo mundo para vir e participar?"