Vale lembrar que:
Há mais de uma década, entre 2014 e 2015, o então prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, propôs um ambicioso programa de enterramento da rede elétrica aérea. A iniciativa visava modernizar a distribuição de energia, reduzindo drasticamente as quedas causadas por ventos fortes, chuvas e quedas de árvores.
O projeto foi barrado na Justiça pela concessionária e nunca saiu do papel. Anos depois, com a Enel privatizada no comando, os apagões viraram rotina – e agora a cidade paga o preço. Enquanto isso, em 2022 preferiram eleger o forasteiro Tarcísio da extrema-direita a governador ao invés do paulistano Haddad. Quando a cabeça não pensa, o kool paga.
TV Globo flagra carros da concessionária Enel parados dentro do pátio da empresa; mais de 1 milhão de pessoas amanheceram sem energia elétrica em São Paulo nesta quinta-feira (11) https://t.co/vbPvHvx8BH #g1
TV Globo flagra carros da concessionária Enel parados dentro do pátio da empresa; mais de 1 milhão de pessoas amanheceram sem energia elétrica em São Paulo nesta quinta-feira (11) https://t.co/vbPvHvx8BH #g1
O jornalista da @GloboNews@GugaChacra analisa o significado do momento: não é “paz”, mas um cessar-fogo frágil que trouxe alívio e reencontros, mas expôs o ceticismo sobre o que vem pela frente. Acompanhe a cobertura no #g1 https://t.co/nTEmoEFK53