Anderson Molejo é mais que um cantor, é um símbolo do subúrbio carioca, de todos os subúrbios brincantes brasileiros. É uma voz do caos, da alegria, da festa. Ouvir Molejo é acordar nossa marotice, é despertar o espírito moleque que acende todos os nossos anticorpos anti-tristeza.
Há um lugar em nosso corpo que só MOLEJO e é O TCHAN alcançam. Só MOLEJO afasta as coisas ruins das pessoas.
Sou muito grato a Anderson, a Andrezinho, porque é difícil ser triste ouvindo A DANÇA DA VASSOURA, é dificílimo se lembrar das dores do cotidiano dançando a DANÇA DA VASSOURA, é impossível não lembrar que somos maravilhosos quando dançamos BRINCADEIRA DE CRIANÇA, CAÇAMBA, PENSAMENTO VERDE, PAPARICO... A gente acende com essas músicas divertidas.
A voz de Anderson era estranha, peculiar, mas ao mesmo tempo era confortável porque nos lembrava de que o mundo vai cair na nossa cabeça, mas a gente vai sambar até o final.
Obrigado, meu querido. Tenho certeza que esse meu agradecimento não é solitário e desejo que seu novo existir seja lindo.
Vocês se lembram porque Bruno Pereira, assassinado no ano passado ao lado de Dom Phillips, foi exonerado de cargo de chefia da FUNAI logo em 2019, primeiro ano de Moro e Bolsonaro?
Foi por destruir garimpos na Terra Yanomami (e outras).
Considerando o número de trabalhadores da educação do Estado e o saldo em 06/12 , cada servidor(a) que tem direito de receber R$ 8.776,58, como rateio. #ZemaPagueORateio
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