😡 ‼️EXIGEN POR JUSTICIA ‼️ MAPACHE FUE CRUELMENTE QU3M4DO VIVO EN TAMAULIPAS 🦝🚨⚖️
👉 Activistas y autoridades de #Matamoros, #Tamaulipas, exigen una investigación por la muerte de un mapache que estaba encerrado en una jaula, habría sido aparentemente quemado vivo, en manos de un sujeto identificado como Emmanuel Arévalo.
El caso ya fue denunciado ante la Fiscalía y ha provocado una fuerte reacción en redes sociales.
@gobtam@Dr_AVillarreal@FGJ_Tam@SSP_GobTam@Betogranadosmx@PROFEPA_Mx
🚨🇨🇴 COLOMBIA AÚN NO TIENE PRESIDENTE ELECTO 🚨
Con el 99.87% de las mesas informadas, la diferencia entre los candidatos es de apenas 245 mil votos y el resultado definitivo dependerá del escrutinio.
Gustavo Petro denunció presuntas irregularidades en formularios E-14 sin firmas de jurados y llamó a impugnar los casos detectados. Mientras tanto, el Pacto Histórico convocó a abogados y abogadas a acompañar el proceso de escrutinio en todo el país.
Un dato clave: en las legislativas de 2022, el escrutinio sumó más de 528 mil votos adicionales al Pacto Histórico respecto al preconteo.
🎙️@WenRamos09
El nuevo mapa de América Latina.
La derecha vuelve a conquistar el poder en la mayoría de países de la región.
Próximas elecciones en Brasil serán definitivas.
Pendiente la transición democrática en Venezuela.
Hormuz Treme. A América Latina Sorri.
Há guerras que se vencem lutando. Há guerras que se vencem apenas pela geografia.
A guerra do Irã não custou um único soldado latino-americano. Nenhum navio sul-americano precisou cruzar um estreito sob fogo. Mesmo assim, quando a poeira baixar, é bem possível que o continente saia deste conflito como o seu maior vencedor. Não por estratégia. Por geografia e por timing político. A explicação não está em Brasília, nem em Caracas. Está embaixo da terra. E embaixo do mar.
1. O Maior Choque Energético da História
Os números não deixam dúvida. O embargo árabe de 1973 tirou do mercado o equivalente a cerca de 5 milhões de barris por dia, perto de 7% do consumo mundial daquela época. A invasão do Kuwait, em 1990, ameaçou algo parecido com 4% da oferta global. A guerra do Irã colocou em risco o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto de todo o petróleo consumido no planeta, além de boa parte do gás natural liquefeito que abastece a Ásia. Não é uma diferença de grau. É uma escala completamente diferente.
E é por isso que quase ninguém escapou ileso. Petróleo é uma mercadoria fungível, negociada num mercado global único. Quando um quinto do fluxo mundial passa a depender da boa vontade de um regime em guerra, o preço sobe para todo mundo, dos Estados Unidos à Indonésia, mesmo para quem nunca importou uma gota do Golfo Pérsico.
Diante disso, todo país que dependia do petróleo do Golfo está, agora, calculando o custo de ter apostado tudo em um único fornecedor.
2. O Petróleo Não Vai Morrer
Existe um mito confortável de que o petróleo é passado, que em breve será peça de museu. Os números dizem o contrário, mas para entender por quê é preciso desfazer uma confusão comum primeiro.
É verdade que a participação do petróleo na matriz energética mundial vem caindo, ano após ano, conforme solar, eólica e nuclear avançam. Mas participação percentual e consumo absoluto são duas contas diferentes. O bolo energético do planeta está crescendo mais rápido do que qualquer fonte isolada consegue substituir, empurrado pelo aumento da população, pela eletrificação de tudo e pela explosão no consumo de energia dos data centers de inteligência artificial. O resultado é que o petróleo pode perder fatia do bolo e, ainda assim, vender mais barris do que vendeu em qualquer outro momento da história, porque o bolo inteiro ficou maior. Não é substituição. É adição.
Mesmo no cenário mais otimista para o clima, em que todos os governos cumprissem cada promessa já feita, a demanda ainda bateria recorde histórico antes de começar a cair devagar. E esse é o cenário cor de rosa. Na prática, com as políticas que já existem hoje, sem nenhuma promessa nova cumprida, o consumo segue subindo: de cerca de 102 milhões de barris diários para mais de 113 milhões até 2050. Para quem aposta ainda mais no petróleo, a conta passa de 120 milhões.
A conclusão é simples e desconfortável para os ambientalistas: quem produzir petróleo nas próximas décadas ainda vai ganhar muito dinheiro.
3. A Ásia Não Pode Mais Confiar no Golfo
O Japão tira 95% do seu petróleo do Oriente Médio. A Coreia do Sul, 70%. A China, cerca da metade. Juntos, os asiáticos compram quase 15 milhões de barris por dia de uma região em chamas, e 78% disso passa por um único ponto: um estreito de menos de 40 quilômetros de largura.
Isso já aconteceu antes. Em 1973, a Europa dependia do petróleo do Oriente Médio quase tanto quanto a Ásia depende hoje. Sessenta por cento de toda a sua energia. A lição foi dura, mas foi aprendida: hoje, essa dependência está abaixo de 15%. Diversificar ou morrer.
A Ásia está prestes a aprender a mesma lição. E vai procurar o novo fornecedor exatamente onde a geografia é generosa.
4. Um Continente Sem Estreitos
Basta olhar o mapa. A América Latina tem o Atlântico de um lado, o Pacífico do outro, e nenhum gargalo geográfico capaz de ser fechado por um único ator hostil. Tem reservas gigantescas. E, pela primeira vez em muito tempo, tem governos dispostos a deixar essas reservas saírem da terra.
A virada à direita que tomou o continente não é um detalhe de rodapé. É a peça que faltava. A vitória de Milei nas legislativas de outubro de 2025, o avanço de forças conservadoras no Equador e em Honduras, e sobretudo o fim de quase duas décadas de governos socialistas na Bolívia mudaram o tabuleiro político da região num único ano. E o calendário de 2026, com eleições na Costa Rica, no Peru, na Colômbia e, principalmente, no Brasil, pode consolidar essa virada ou revertê-la, dependendo de quem vencer.
Sem esse contexto político, o petróleo continuaria embaixo da terra. Capital estrangeiro não entra em país que pode nacionalizar um campo amanhã. Com o ambiente mudando, em apenas um ano a produção regional cresceu 7,5%. E as projeções dizem que quase metade de todo o crescimento mundial de petróleo até 2030 vai sair de apenas quatro países latino-americanos.
A pergunta para o Brasil é direta: vai surface esta onda, ou vai ser a exceção que prova que o continente ainda sabe escolher o caminho mais difícil.
5. Brasil: A Conta Regressiva do Pré-Sal
Em 2006, descobriu-se petróleo a mais de cinco mil metros de profundidade, debaixo de uma camada gigantesca de sal, na costa do Rio de Janeiro. O Brasil nunca mais foi o mesmo. Em 2025, a produção bateu recorde histórico, perto de 3,77 milhões de barris por dia, e a trajetória é clara: em poucos anos, o país deve se tornar o quarto maior produtor do planeta, atrás apenas de Estados Unidos, Arábia Saudita e Rússia.
Só que há um relógio correndo sob o mar. O pré-sal tem prazo de validade. Pouco depois de 2030, a curva começa a declinar. Sem reservas novas, o Brasil pode voltar a importar petróleo já em 2040, depois de menos de duas décadas como potência exportadora.
A resposta a essa ameaça já tem nome, e está dividindo o país: Margem Equatorial, a faixa de mar que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá, exatamente onde a Amazônia encontra o Atlântico. As estimativas oficiais falam em mais de trinta bilhões de barris. Somando petróleo, gás e capital público e privado, os investimentos possíveis passam de cinquenta bilhões de dólares, com centenas de milhares de empregos prometidos.
Mas a Margem Equatorial não é só geologia. É também a maior contradição em curso na política brasileira. Por mais de dois anos, o Ibama negou à Petrobras a licença para perfurar o bloco mais promissor da região, bem na boca do rio Amazonas. A estatal recorreu, construiu um centro de reabilitação de fauna no Amapá para provar boa-fé ambiental, e só obteve a autorização em outubro de 2025, semanas antes de o Brasil sediar a conferência do clima das Nações Unidas em Belém. O mesmo país que se vendeu ao mundo como guardião da Amazônia abriu, na mesma estação do ano, a porta para extrair petróleo da sua foz.
Em janeiro, um vazamento durante a perfuração resultou em multa. A operação seguiu do mesmo jeito. E o sinal mais revelador veio depois: a Petrobras pediu para ampliar a perfuração no mesmo bloco, com poços adicionais, sem esperar uma nova rodada de licenciamento, que empurraria a decisão para 2027. Quem está insatisfeito com o que encontra não pede para continuar. Pede para parar. Mais ao sul, na Bacia Potiguar, dois poços já confirmaram a presença de petróleo, ainda em avaliação de viabilidade econômica.
O Brasil está apostando seu futuro energético na mesma região que usa, no discurso, como prova de consciência ambiental. Dificilmente existe uma metáfora mais exata para o que vem a seguir.
6. Guiana: O Milagre Que Ninguém Viu Vir
Há dez anos, a Guiana não era um país que aparecesse em conversas sobre energia. Pouco menos de um milhão de habitantes, a maioria vivendo de agricultura e pesca, um dos PIBs mais baixos da América do Sul. Em 2015, a ExxonMobil encontrou petróleo na sua costa. Não um pouco. Onze bilhões de barris num único bloco, a cerca de 200 quilômetros do litoral. Da noite para o dia, a Guiana passou a ter mais reservas de petróleo por habitante do que qualquer outro país do mundo, um número tão desproporcional que parece erro de digitação até hoje.
O que vem depois é difícil de exagerar. No fim de 2025, o país já produzia 900 mil barris por dia, com a meta de chegar a 1,7 milhão até 2030. Desde 2022, a economia guianense cresce a uma média de 47% ao ano, de forma isolada a velocidade mais rápida do planeta. Some a isso um detalhe que deixa qualquer concorrente nervoso: o custo de extração nos campos já em operação fica abaixo de vinte dólares por barril. Enquanto outros produtores começam a sentir dor quando o preço cai para cinquenta ou sessenta dólares, a Guiana segue lucrando tranquila, com uma das margens mais altas do mundo.
E o petróleo é só a metade da história. Sob os mesmos campos existem reservas estimadas de 450 bilhões de metros cúbicos de gás natural, até agora reinjetado nos poços apenas para manter a pressão de extração. Isso está mudando: já existe um projeto para levar gás até uma usina em terra, e outro, ainda maior, que pretende transformar a Guiana também numa exportadora de gás liquefeito antes do fim da década.
O país vizinho, Suriname, segue exatamente a mesma receita, com a mesma geologia favorável e descobertas bilionárias na própria costa, lideradas por um consórcio europeu e americano. Onde a Guiana abriu o caminho, o Suriname está pavimentando a estrada, com um projeto de bilhões de dólares e produção prevista para 2028.
O risco, claro, é que a Guiana viva rápido demais o próprio sucesso, antes de ter onde guardá-lo. É exatamente o problema que volta ao centro deste texto a seguir.
7. Vaca Muerta, Argentina Viva
Ninguém levava a Argentina a sério como potência energética. Era o país dos calotes, da inflação crônica, do “risco Argentina” citado em qualquer manual de economia como sinônimo de instabilidade. Até descobrirem o que estava escondido sob o deserto da Patagônia. Vaca Muerta ocupa 35 mil quilômetros quadrados e guarda reservas estimadas de 16 bilhões de barris de petróleo e mais de 300 trilhões de pés cúbicos de gás de xisto. Um dos maiores depósitos do tipo no planeta, atrás apenas do Permiano, no Texas.
Os números recentes não deixam dúvida de que a virada é real. Em dezembro de 2025, a Argentina bateu recorde histórico de produção, quase o dobro do que extraía dez anos antes. Hoje, 69% de todo o petróleo que sai do país já vem do xisto. Com o gás, a história se repete: 65% da produção nacional já é de fraturamento, e pela primeira vez em décadas a oferta interna superou a demanda. O país que em 2013 tinha um rombo energético de sete bilhões de dólares hoje exporta energia.
E o dinheiro está acompanhando a curva. A YPF prometeu investir 36 bilhões de dólares até 2030. A Shell comprometeu 700 milhões só neste ano. No total, o investimento em hidrocarbonetos no país deve passar de 11 bilhões de dólares em 2026. Com o ponto de equilíbrio de Vaca Muerta na faixa dos 36 dólares por barril e o petróleo negociado bem acima disso, a conta fecha sozinha.
A ambição não para no petróleo. Já existe uma planta flutuante de gás liquefeito prevista para começar a operar em 2027, e um projeto maior ainda, batizado de Argentina LNG, liderado pela YPF junto com Eni e Shell: vinte bilhões de dólares de investimento, capacidade para 12 milhões de toneladas por ano, decisão final esperada para 2026 e exportações projetadas a partir de 2030. A meta declarada é chegar a 30 bilhões de dólares em exportações de energia por ano até o fim da década.
Por trás de tudo isso, um nome só: desregulamentação. Menos Estado, estabilização cambial, fim do controle de capitais, e o dinheiro estrangeiro entrando na Patagônia sem os freios que travaram o país por décadas. É a primeira vez na história recente da Argentina que a palavra “previsibilidade” aparece ao lado da palavra “energia”. A pergunta é por quanto tempo isso resiste à próxima crise política, num país cuja única previsibilidade histórica é entrar em colapso a cada poucos anos.
8. Venezuela: A Ressurreição do Gigante Caído
Nenhuma história neste continente é mais trágica, e talvez nenhuma seja mais promissora agora. A Venezuela tem as maiores reservas provadas de petróleo do planeta: 303 bilhões de barris. Só a Faixa do Orinoco guarda mais petróleo do que Brasil, Guiana, Suriname e Argentina somados.
E mesmo assim, duas décadas de expropriação, corrupção e pilhagem deliberada destruíram o país. No fim dos anos 1990, a Venezuela produzia 3,5 milhões de barris diários. Depois de Chávez e Maduro, restou menos de um milhão. Uma queda de mais de 70%, o maior colapso petrolífero da história moderna de uma nação, num país que tinha tudo para ser a Arábia Saudita da América do Sul.
A queda de Maduro, no início de 2026, abriu uma porta que parecia fechada para sempre. Em janeiro, uma reforma da Lei de Hidrocarbonetos virou do avesso o modelo petrolífero venezuelano: empresas privadas e estrangeiras passaram a poder explorar, extrair e transportar petróleo diretamente, sem que a PDVSA precise controlar a maioria de cada projeto. Foi criada arbitragem internacional para proteger investidores, algo impensável até pouco tempo atrás. E foi montado um mecanismo de estabilização que garante que, se o governo mudar as regras no meio do jogo, o contrato original é preservado.
As grandes petroleiras já estão apostando que essa garantia vai durar. Desde a queda de Maduro, a Chevron triplicou suas exportações do país. A Eni e a Repsol assinaram um plano conjunto de investimento de dois bilhões de dólares por cinco anos. A Repsol recuperou o controle operacional de um campo que pretende triplicar de produção em três anos. E dezenas de sondas abandonadas estão sendo levadas para estaleiros em Trinidad e na Guiana para reparo.
Ninguém deve se enganar quanto ao tamanho do desafio. Os oleodutos passaram décadas sem manutenção. A capacidade de refino caiu 90%. E o petróleo do Orinoco é extrapesado, tão espesso que precisa de diluentes só para fluir num cano. Mas, num cenário de investimento pesado, a Venezuela pode voltar a 3 milhões de barris por dia até 2035. O mesmo volume que produzia antes de tudo desandar.
A ferida ainda é profunda. Mas o gigante caído, pela primeira vez em vinte anos, tem de novo uma chance real de se levantar.
9. A Maldição Que Pode Voltar
Ter petróleo nunca foi garantia de prosperidade na América Latina. Foi garantia do contrário, com uma regularidade quase matemática. O Equador descobriu petróleo na Amazônia nos anos 1970 e, em vez de construir um país, construiu uma elite. O México viveu o boom dos anos 1980 e o transformou em dívida externa. Trinidad e Tobago teve gás de sobra nos anos 2000 e terminou a década mais dependente, não menos. E a Venezuela é o exemplo mais cruel de todos: teve as maiores reservas do planeta e, ainda assim, empobreceu o próprio povo depois de duas décadas de socialismo bolivariano.
O mecanismo é sempre o mesmo. O dinheiro fácil chega antes da maturidade institucional. A moeda se valoriza, a indústria perde competitividade, a agricultura definha, e o país inteiro passa a respirar por um único pulmão. Quando esse pulmão falha, e ele sempre falha, não resta nada por trás.
O Brasil já testou essa fórmula, e não precisa ir tão longe na história para lembrar. O mesmo pré-sal que bateu recorde de produção em 2025 também alimentou o maior escândalo de corrupção do país, a Lava Jato, nascida dentro da própria Petrobras. A riqueza chegou. A maturidade institucional, não tanto. Antes disso, o ciclo da borracha já tinha encharcado Manaus de ópera e luxo europeu, e depois deixado a cidade sozinha quando a Ásia tomou o mercado do látex. O Brasil não precisa de exemplo importado. Tem histórico próprio.
Conclusão
A América Latina nunca teve um problema de potencial. Ela é, há décadas, o continente do “poderia ser”. Poderia ser a maior potência agrícola do planeta. Poderia ser autossuficiente em energia desde os anos 1970. Poderia ter o PIB por habitante da Europa, dado o tamanho das suas riquezas naturais. O problema nunca foi o que existe embaixo da terra. Foi sempre o abismo entre o que existe e o que se constrói com isso.
O Brasil é o caso mais flagrante desse hiato. Quinta maior população do mundo, território continental, o pré-sal, o agronegócio, a Margem Equatorial agora se abrindo. Potencial, o país sempre teve de sobra. O que faltou, seguidamente, foi a capacidade de transformar potencial em capacidade real e duradoura, sem que a riqueza se perdesse no caminho entre o poço e o povo.
A América Latina tem, agora, o que faltou em todas as outras vezes: geografia a seu favor, um mundo precisando dela, e uma janela que talvez não se abra de novo neste século. Mas ter a oportunidade nunca foi o problema do continente. O problema sempre foi o que vem depois.
O Brasil está diante da mesma escolha que já fez antes, só que em escala maior. Pode tratar o petróleo da Margem Equatorial como tratou o pré-sal, uma riqueza extraída às pressas, capturada por poucos antes de chegar a muitos. Ou pode, pela primeira vez, fazer o oposto, e finalmente fechar a distância entre o que tem e o que poderia ser.
O barril não pergunta o que o país vai fazer com o dinheiro. Só entrega. O resto é decisão. E decisão, ao contrário de petróleo, a América Latina nunca teve em abundância.
🚨🇲🇽🇨🇴 | #URGENTE El dirigente del PRI, Alejandro "Alito" Moreno, felicitó al derechista Abelardo de la Espriella por su triunfo en las presidenciales de Colombia:
"Felicito a @ABDELAESPRIELLA por su triunfo en las elecciones presidenciales de Colombia. Colombia es un país fundamental para América Latina y un aliado estratégico para México.
Estoy seguro de que esta nueva etapa contribuirá al fortalecimiento de la democracia, el Estado de derecho y las instituciones que dan estabilidad y certidumbre a las sociedades democráticas".
Até então as mulheres da América Latina que tinham fama de piranhas eram as brasileiras. As hispânicas, principalmente as do México e América Central, tinham fama de mulheres de família, pra casar. Tanto que o tratamento dado a ambas era diferente. Mas agora as mulheres mexicanas fizeram questão de envergonhar suas famílias e mostrar pro mundo inteiro o que o México é de verdade.
🚨🌎 | AVANZA LA DERECHA: Así quedó el mapa político de América Latina tras la victoria de Abelardo de la Espriella en Colombia, con casi toda la región pintada de azul con presidentes derechistas.
RESULTADOS de siete elecciones en América Latina, desde que USAID fue desfinanciada:
🇨🇱 Chile: Kast, de DERECHA ganó.
🇧🇴 Bolivia: Paz, de DERECHA ganó.
🇵🇪 Perú: Fujimori, de DERECHA ganó.
🇪🇨 Ecuador: Noboa, de DERECHA ganó.
🇭🇳 Honduras: Asfura, de DERECHA ganó.
🇨🇴 Colombia: Espriella, de DERECHA ganó.
🇨🇷 Costa Rica: Fernández, de DERECHA ganó.
🇲🇽 ¿México?
Parece que Claudia y Lula se están quedando sólos en América, querían formar su bloque de izquierda, pero no contaban que prácticamente toda América Latina los está mandando a la chngada. Hoy en Colombia -todo indica- que también ganó el opositor Abelardo de la Espriella (adiós Petro), hace una semana Keiko lo hizo en el Perú y antes sucedió en Argentina, Chile, Ecuador, Panamá, Bolivia y Costa Rica, toda América se está sacudiendo el populismo...
Y México ¿Nosotros para cuándo?