O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta quarta-feira (9) que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tome medidas para resolver o impasse em torno do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. A manifestação ocorre após o ministro do STF Flávio Dino determinar a reintegração de Rodrigues e de Leandro Almada da Costa aos cargos de chefia da corporação, de onde haviam sido afastados na terça-feira (8) por liminar do ministro André Mendonça. Flávio Bolsonaro também descartou acionar o Estado de sítio ou de defesa no país para conter a crise no STF.
🔗 Leia a matéria completa em: https://t.co/5eLOkw2cls
📺 Confira na JP News e Panflix
📌 Siga o nosso perfil @jovempannews
#Politica #STF #PoliciaFederal #JovemPanNews
FLAVIO DINO não tem competência para reintegrar o delegado da PF e reverter cautelar de outra turma! Ele faz tumulto em prol de seu politico Lula
Sabendo que não ganha eleições, LULA quer reunir o CONSELHO DE REPÚBLICA e declarar ESTADO DE SÍTIO E DEFESA, e dar o GOLPE DE ESTADO
CRISE NO STF: A sequência de decisões no caso Banco Master levanta acusações de blindagem, atropelo do devido processo e conflito de interesses entre autoridades.
A disputa entre ministros, PF, AGU e Senado expõe um sistema de Justiça cada vez mais questionado — e coloca o Estado de Direito no centro do debate.
@leandroruschel
🚨URGENTE: Flávio Dino mandou Andrei Rodrigues retornar à chefia da Polícia Federal.
Com uma canetada, Dino contrariou decisão do André Mendonça e da 2ª Turma do STF.
Segundo a CNN, o ministro André Mendonça procura o apático Fachin, dizendo que é preciso que ele tome providências para não haver uma anarquia institucional.
Segundo o comentarista Thulio Nassa, a decisão do ministro Flávio Dino de reintegrar Andrei Rodrigues à Polícia Federal assume um caráter mais político do que técnico, configurando uma possível usurpação de competência perante o Supremo Tribunal Federal (STF).
▶️ Assista ao #JornalDaManhã na íntegra no canal da Jovem Pan News no YouTube
📺 Confira na JP News
#JovemPanNews #JornalDaManhã #STF #FlávioDino #AndreiRodrigues
FUX E NUNES MARQUES ACIONAM FACHIN COM SUSPEITA DE ESPIONAGEM ILEGAL DA PF
Luiz Fux e Nunes Marques se reuniram com Edson Fachin para relatar o que classificam como "perseguição inadmissível" atribuída à Polícia Federal sob o comando de Andrei Rodrigues, afastado do cargo nesta terça-feira por determinação de André Mendonça.
Os dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam manifestado preocupação após aparecerem em um dossiê utilizado por Alexandre de Moraes. Segundo o relato, eles também receberam recados indiretos indicando que informações sobre suas vidas pessoais e sobre seus filhos, que atuam na advocacia, poderiam ser levantadas caso apoiassem Mendonça.
A suspeita apresentada pelos ministros é de que teria existido uma estrutura paralela dentro da Polícia Federal destinada à produção e ao fornecimento de informações. Eles acreditam que reportagens publicadas na imprensa, contendo dados sobre clientes dos escritórios ligados a seus filhos, possam ter sido abastecidas por integrantes dessa suposta estrutura.
No caso de Rodrigo Fux, uma reportagem publicada em janeiro destacou o aumento do número de ações conduzidas por seu escritório depois que seu pai assumiu uma cadeira no STF, em 2011. Em outro episódio, envolvendo Kevin de Carvalho Marques, foram divulgadas informações relacionadas à atuação profissional dele para a Consult, empresa que mantinha contrato com o Master.
Durante a conversa com Fachin, Fux e Nunes Marques também teriam alertado que o próprio ministro poderia ter sido alvo de eventuais investigações ilegais. A preocupação, segundo o relato, alcançaria ainda outros integrantes da Suprema Corte.
Mendonça também teria sido atingido pela suposta ofensiva. O ministro passou a aparecer em reportagens relacionadas a mensagens que, de acordo com o texto, não fazem parte do inquérito do Master. Em conversas reservadas, Mendonça teria relatado a colegas que tinha conhecimento da suposta devassa, identificado os responsáveis pelo monitoramento e adotado medidas para reforçar a proteção de suas comunicações e de seus deslocamentos.
Como forma de reduzir novas possibilidades de exposição na imprensa, Mendonça também teria deixado o Iter.
Na decisão que determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal, André Mendonça ordenou ainda a abertura de um inquérito para investigar a chamada fábrica de dossiês. A apuração deverá buscar esclarecer a extensão da suposta estrutura de monitoramento, identificar seus integrantes e descobrir quem teria determinado as ações.
Matéria do Jornal da Cidade Online
SE FACHIN TIRAR RELATORIA DO MASTER DE MENDONÇA FARÁ O Q CR1M3 QUER…BASTA❌
#acordabrasil🇧🇷
Chega de blindagem. De acordões para livrar quem deve explicações ao cidadão de bem desse País! O justo não pode pagar pelo pecador! Toda força e orações ao Ministro André Mendonça que tem todo o apoio dos brasileiros que foram em massa às ruas no 7 de setembro querendo passar o Brasil a limpo. Ele está fazendo o certo. Não foi ele quem fumou charuto e degustou uísque milionário com o banqueiro criminoso VORCARO!! Isso é inadmissível Sob qualquer aspecto. Não foi o Ministro Mendonça quem sabotou delação por 9 meses fazendo tortura com o dono do Master , repito: para não entregar gente do seu governo, inclusive o próprio. Não a toa o @partidonovo30 pediu o afastamento imediato do Sr Andrei Rodrigues, diretor da PF do Lula!! Fachin não pode ceder a pressão de outros agentes públicos da cúpula de Instituições importantes que devem explicações. Caso contrário é golpe contra a investigação de alguém que está revelando os podres e não participando de promiscuidade! Mendonça agiu e age corretamente e tem a confiança da população clamou em “alto e bom som” por:
FORA MORAES
FORA GONET
FORA ALCOLUMBRE e…
FORA ANDREI!
O último já foi mas falta os demais que tentam tirá-lo junto com outros desse sistema bruto da relatoria da maior fraude do Sistema financeiro do mundo;a do Banco Master! Sabemos que tem mais gente para prestar contas com a Justiça!
Tem decisão que muda o rumo de um processo mas tem decisão que deve mudar o rumo do nosso https://t.co/Pk70WkrSxA próximas semanas vão mostrar de que lado a Corte Suprema brasileira realmente está: do lado de quem investiga com coragem, ou do lado de quem sempre encontra um jeito de escapar.Ante ontem as ruas falaram alto.Agora é a vez de quem tem caneta na mão decidir se vai ouvir o povo ou continuar protegendo quem sempre foi protegido.Estamos de olho e mobilizados !
E não esqueçamos jamais: para vencer o sistema e acabar com o esquema é ZEMA 3️⃣0️⃣✅
Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação. Jesus no comando. Sempre! Paz & Bem
Não existe mais Lei
O que estamos observando, em tempo real, são as fases finais do colapso do sistema de justiça brasileiro, aparelhado por forças políticas que parecem ter um único objetivo: a blindagem.
Esse processo começou em 2019, com o Ato Institucional chamado Inquérito das Fake News, em que a Constituição e o sistema acusatório foram abolidos.
Seguiu-se a descondenação geral do pessoal pego com a mão na cumbuca pela Lava Jato. Depois, a repressão em massa contra opositores, culminando na intervenção nas eleições de 2022 e na condenação do principal líder da oposição num show trial.
Agora colhemos o resultado. Num novo escândalo envolvendo os próprios ministros, a blindagem ficou ainda mais escancarada e desavergonhada.
Relembre a sequência:
1) Banqueiro é preso depois que o seu banco implode, criando o maior rombo da história do FGC, que já mobilizou mais de R$ 50 bilhões para cobrir o buraco.
2) Toffoli assume o caso e manda o material apreendido para o Supremo antes mesmo da perícia da PF, chegando a escolher pessoalmente os peritos. Sob pressão, acaba recuando.
3) É exposta a relação entre Toffoli e o investigado: o fundo do cunhado e operador financeiro de Vorcaro comprou a participação da família do ministro num resort no Paraná.
4) Por pressão da opinião pública, Toffoli deixa a relatoria, mas não é investigado pelas relações com o banqueiro. Os colegas ainda divulgam nota de apoio dizendo que não há motivo para suspeição.
5) Em paralelo, surgem informações sobre a relação do banqueiro com Moraes, incluindo um contrato de R$ 129 milhões com o escritório da família do ministro.
6) O novo relator, ministro Mendonça, pede para a PF identificar um interlocutor do banqueiro, que se descobre ser o ministro Moraes.
7) Nesse ínterim, a PF tenta travar a investigação, e a AGU entra em cena contra as decisões do relator. Segundo Mendonça, ele próprio passou a ser monitorado pela PF.
8) Mendonça abre o sigilo do relatório com novas informações sobre a relação entre Moraes e o banqueiro. É devastador. Aprendemos que Moraes chegou a editar o contrato multimilionário do escritório de sua mulher (os metadados registram o usuário "Ministro Alexandre de Moraes"), que o banqueiro trocou mensagens pedindo proteção contra a investigação, que houve negociação de cotas de jato e helicóptero para a família do ministro, entre outras coisas. Por conta disso, Mendonça pede que o plenário avalie a abertura de investigação contra Moraes.
9) No mesmo relatório, surgem mensagens do procurador-geral com o entorno do banqueiro, demonstrando intimidade e recebimento de agrados: degustação de whisky e charutos em Londres, com o filho na comitiva, tudo pago pelo banco. O procurador-geral, por sua vez, pede a anulação do relatório!
10) Moraes usa o inquérito das "Fake News" contra Mendonça, acusando-o de irregularidades e crime de responsabilidade, e subsidia a ofensiva com relatórios de inteligência da PF que não são nem sequer assinados.
11) Mendonça determina o afastamento do diretor-geral da PF por monitoramento ilegal de um ministro do Supremo, chegando a comparar a situação com o "1984" de Orwell.
12) O diretor-geral da PF entra com pedido num processo relatado por Dino para anular a decisão de Mendonça, que já contava com maioria na Segunda Turma, enquanto o recurso da AGU no caso estava nas mãos do presidente da Corte. Dino, sozinho, atropela o rito, anula na prática uma decisão que já contava com maioria formada na Segunda Turma, e ainda proíbe novas cautelares contra os delegados.
13) Enquanto isso, o presidente do Senado, a quem cabe pautar o impeachment de ministros, reuniu-se por três horas com Moraes, na própria casa, antes da ofensiva contra Mendonça, e se recusa a pautar o impeachment de Moraes. Detalhe: a Veja revelou que a proposta de delação do banqueiro cita pagamento de US$ 30 milhões a Alcolumbre, em conta no exterior, o que ele nega. E a relação do senador com o ecossistema do Master inclui ainda eventos no exterior promovidos por Vorcaro e a indicação de dirigentes de fundo que comprou R$ 400 milhões em títulos do banco.
14) E o próprio presidente do Senado já sinaliza a senadores o "impeachment cruzado": se a pressão contra Moraes se tornar insustentável, deixa avançar também um pedido contra Mendonça.
Ou seja: o sistema agora opera para expurgar o ministro que tenta fazer valer a Lei.
Não existe mais Lei, muito menos devido processo legal. E já foi pelos ares a camuflagem da "defesa da democracia": nem a militância de redação consegue sustentar a tese.
A realidade é simples: ou a rota muda nas eleições deste ano, em que o establishment terá mais dificuldade de intervir como interveio em 2022, ou o sistema se consolida. E aí serão décadas muito sombrias no Brasil.