Mais um episódio escandaloso.
O que se passou neste jogo da Taça de Portugal nos Açores é inqualificável e inaceitável para a credibilidade do futebol português. 12 minutos para encontrarem um penálti para beneficiar a mesma equipa de sempre, vez após vez.
No mesmo campo onde o ano passado uma grande penalidade clara e evidente contra o Sporting nem mereceu a atenção do VAR e onde, já esta época, venceu com um canto fantasma. Fenómenos que acontecem sempre que o Sporting não está a ganhar.
É preciso que alguém seja responsável por este descrédito total que está a matar o futebol português. Não vale a pena esta densidade no calendário se as competições forem decididas antes de começarem.
Profunda preocupação em face do crescente condicionamento e pressão sobre a arbitragem que as constantes declarações dos responsáveis do Sporting, presidente e treinador, à vez, provocam sobre as equipas que têm de apitar os seus jogos, impedindo-as de decidir de forma serena e racional, tal como se verificou hoje na Vila das Aves.
O primeiro golo do Sporting é validado apesar das imagens que todos viram.
No segundo golo, o lance começa com um claro fora de jogo que não é assinalado e que condiciona todo o restante desenrolar da jogada.
Para além disso, há episódios de agressividade extrema que deveriam ter merecido cartão vermelho e que pouparam, mais uma vez, o Sporting e o seu jogador, Diomande.
Pressão constante e desmesurada sobre a arbitragem tem de acabar. De uma vez por todas! Em defesa da verdade desportiva.