Eu tô é chorando aqui.
Que saudades do nosso Presidente!
Vamos vencer essa eleição!
Bora, @FlavioBolsonaro!
Em nome do nosso Capitão!
Vamos com fé e amor pelo Brasil! 🙏🇧🇷
Enquanto o governo Lula decide emitir dívida em moeda chinesa justamente em meio às negociações das tarifas com os EUA, Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos pessoalmente defender os interesses do Brasil.
No fim, quem diz que defende o Brasil e a soberania nacional ficou de fora da mesa de negociação.
Como esposa, eu escolho olhar para aquilo que vejo todos os dias: um homem leve, respeitoso, carinhoso, restaurado e um pai dedicado às nossas duas filhas. Tudo o que fazemos nasce do mesmo desejo: que elas cresçam em um Brasil onde possam viver com liberdade, segurança, valores e oportunidades para realizar seus sonhos. As pessoas podem discordar dos caminhos, mas eu nunca tive dúvidas sobre a sinceridade desse propósito.
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
Dirigir ou fazer a segurança de @BolsonaroSP e seu irmão @FlavioBolsonaro nesse dia histórico, é motivo de orgulho para qualquer patriota que ama o Brasil!
Vergonha eu teria de vender CDB podre do Banco Master, Constantino!
Tipos como @Rconstantino desprezam “motoristas” e “seguranças”, mas, se cada um fizer a sua parte, o Brasil vai vencer, mesmo, como “jornalista” sem caráter jogando contra!
Detalhe importante: a maior parte da reunião foi 100% em inglês o que otimizou muito mais o tempo da bilateral do que com Lula, que precisava de tradução para ele, bem como para Trump entender o que Lula falava em português.
@Rconstantino@WagnerRPugliese Ah Constantino vai ser besta pra lá! Centrão é o governo que você quer, mas seu principal candidato queimou na largada.
Esqueça o Flávio e segue o caminho que você escolheu
RODRIGO CONSTANTINO diz que as pontes foram todas destruídas por Carlos, Eduardo e seus minions. Pontes, pelo que eu entendi do meu breve flerte com a engenharia, servem pra atravessar coisas que a natureza colocou no caminho pra nos humilhar: rios, abismos, desfiladeiros, ou que a nossa própria ambição colocou, como rodovias, ferrovias e outras criações humanas. Na política, supostamente, seria a mesma coisa: um jeito de ir do ponto A pro ponto B, onde está o poder, com ar-condicionado e gente te bajulando.
Pontes, nesse caso, servem para vencer adversários, para permitir o trânsito civilizado de um ponto a outro. Pois bem. A frase do ilustre "articulista" dissolve-se, então, num contra-senso retórico de primeira grandeza. Porque Carlos, Eduardo e a sua suposta legião de minions, isto é, nós mesmos, pobres mortais do lado de cá, aspiram exatamente a chegar ao ponto B, atravessando os obstáculos naturais que o destino e a História colocaram no caminho. Entre eles, o próprio Constantino e os seus pares de bancada, guardiães intransigentes do status quo. Resta, portanto, uma única interpretação que preserve à declaração um fiapo de lógica: a de que o próprio Constantino se imagina A PONTE. A ponte, o caminho. Eis-nos, pois, diante de um Napoleão de hospício, de um megalômano de gabinete, dessas figuras patéticas que a República brasileira, em sua infinita generosidade, costuma acolher com indulgência excessiva. Triste espetáculo, humanamente falando. Triste, e um tanto ridículo, pois aqui, o que vemos, é o obstáculo se achando a ponte.
Na minha opinião, longe de ser uma analista séria e imparcial, @anapaulahenkel não passa de uma palpiteira política. Suas posições estão alinhadas demais com a campanha de Romeu Zema e do Novo para que isso seja mera coincidência.
Prefiro não dar audiência para quem se apresenta como neutra, mas age de forma claramente militante. Cada um escolhe quem acompanhar.
Eu vou de “Tchau, querida!”
Aqui é mais Brasil, aqui é bolsonarismo raiz, aqui é Flávio Bolsonaro até o fim. 💚🇧🇷🌻
Taí. Alguém, com feliz acerto, chamou Ana Paula Henkel de palpiteira política. E palpiteiro, convenhamos, nunca foi sinônimo de analista. Ana Paula, suspeito eu, nunca dispôs de tempo para mergulhar nas grandes obras gregas sobre a pólis, a Política de Aristóteles, por exemplo, ou o rigor implacável de Tucídides. Compreende-se: quem treinou oito horas por dia durante mais de duas décadas, transformando o corpo em máquina de alto rendimento, dificilmente terá sobrado tempo ou disposição para o cultivo sistemático do intelecto. É a lei natural das coisas. Daí que sua mais profunda reflexão sobre o magnânimo ex-ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, tenha sido aquele inesquecível “boi preto conhece boi preto”, sentença que, reconheçamos, não enriquece em nada o cabedal da análise política séria.
A própria Ana Paula, aliás, forneceu o mais revelador indício de sua formação tardia quando confessou, com candura, sua antiga admiração por Hillary Clinton. O detalhe é saboroso. Ainda namorando quem viria a ser seu marido, durante uma viagem aos Estados Unidos, manifestou o desejo de comprar uma biografia da democrata. A reação de Carl Henkel foi instantânea e lapidar: “Compra hoje e amanhã você está no voo de volta ao Brasil”. E, sem maiores explicações teóricas, arrematou com o imperativo anglo-saxão: Do your homework. Faça o dever de casa. Vá pesquisar.
Essa pequena anedota doméstica ilumina, melhor que longos tratados, o percurso da senhora: ela chegou tarde ao ofício de opinar sobre o mundo. Tarde demais, talvez, para perceber certas catástrofes espirituais de nosso tempo. Ainda hoje causa espécie a ausência quase total, em sua fala, de qualquer crítica substantiva a João Paulo II — o papa que, com zelo polonês e otimismo conciliar, abraçou o ecumenismo de feição Nova Era e contribuiu, como poucos, para o esvaziamento doutrinal da Igreja. Suspeito que ela ignore, ou prefira ignorar, o quanto o Concílio Vaticano II e seu mais longevo representante na cadeira de Pedro foram nocivos à tradição católica. Para compreender tais coisas é preciso tempo, leitura e, sobretudo, disposição para enfrentar o desconforto da verdade. Ana Paula, ao que tudo indica, começou o exercício tarde.
Em suma: há mais pose do que substância. Palpiteira, como bem disse alguém... Sheila Barrios, se não me falha a memória. E o palpite, por mais bem-vestido e bem-articulado que seja, continua sendo apenas isso: palpite.