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JONAS NÃO É DO BEM, assistam esse compilado de vídeos dele falando absurdos da Ana Paula, essa imagem de bom moço não combina com ele
COMPARTILHEM MUITO #BBB26
Marciele ta se mostrando uma boa amiga da Gabriela. Enquanto Jonas, Cowboy e Jordana falam mal dela o tempo todo, el sempre se mantém firme a defendendo. #Bbb26
Vamos ao resumo da reunião de condomínio! 🧶
Jonas comentou que sente uma certa “birra” entre ele e a Marciele, dizendo que acha que vem dos dois lados, já que eles não se olham direito e praticamente não estão se falando.
Ele só esquece de dizer que ele quem começou a tratar a Marciele como uma desconhecida do dia pra noite 🤷🏽♀️
#TimeMarciele 🩵 | #BBB26 🪇
O discurso de Jordana, Jonas, e Alberto ao afirmar que Gabriela e Marcielle “não têm educação” revela muito mais do que uma simples crítica pessoal, ele expõe uma visão elitista que ainda insiste em dividir as pessoas por classe social e origem.
Marcielle é uma mulher indígena que, por muitos anos, ajudou a sustentar sua família através da produção de farinha, um trabalho duro, ancestral e digno. Gabriela, por sua vez, é uma jovem de apenas 21 anos que começou a trabalhar aos 14. Carrega nos ombros responsabilidades que muitos adultos jamais conheceram: ajudar no sustento da casa, apoiar uma mãe que enfrenta a depressão e cuidar de uma irmã autista.
Quando se diz que essas mulheres “não foram bem educadas”, ignora-se completamente o contexto em que cada uma cresceu. Ignora-se a luta diária, a ausência de privilégios e o esforço constante para sobreviver em um país onde oportunidades não são distribuídas de forma igual.
Esse tipo de fala reforça uma narrativa antiga: a da meritocracia vazia, que desconsidera os diferentes pontos de partida das pessoas e transforma desigualdade em falha individual.
Curiosamente, enquanto Jordana direciona sua fiscalização moral sobre duas mulheres que lutam para sobreviver, não vemos o mesmo rigor ao cobrar atitudes de homens como Alberto e Jonas. A crítica recai sempre sobre as mulheres como se a elas coubesse provar, o tempo todo, que são dignas de respeito.
Talvez isso revele algo mais profundo: uma mentalidade ainda aprisionada em estruturas onde a mulher é constantemente julgada, medida e colocada em posição inferior.
Mas a realidade é outra.
Marcielle e Gabriela não representam falta de educação. Representam resistência.
São mulheres que aprenderam cedo que a vida exige coragem e que, mesmo diante das dificuldades, continuam de pé.