@lucaspezao Taticamente o Maranhão segura melhor a bola e a marcação. Quem não tem condições de jogar no Guarani é o Raphael, os numeros dele são vergonhosos, não ganha uma bola, atrapalha todo mundo… deve ser uma pessoa do bem, mas infelizmente como jogador é a personificação da derrota.
@raiam700 O único problema é que diferente de 92 e 2002, a gente não tem um unico goleiro que passe segurança. O Alisson é o maior chama gol da história.
@p_capivariano Parabéns ao Capivariano, esse menino é uma das melhores contratações do Guarani nos últimos anos. Acho que está rendendo até mais do que o Rios (apesar da diferença tecnica das competições). Se não deixar o momento subir a cabeça, vai ter uma carreira de sucesso.
@raiam700 O foda é que os nego do GE querem ser mais comentarista de torcida do que de futebol, PQP, não da para aguentar eles comentando “Clima do estádio” se fulando ou ciclano empolga mais a torcida… Dito isso 10x Jorge Iggor em relação ao Everaldo, mas ainda prefiro o Galvao.
@JFreiress_ 🇳🇱 Van der Sar, Van Nistelrooy, Van Persie, Robben 🇵🇹 Figo, CR7 e Deco 🌍 Outros: Ibrahimović, Larsson, Gamarra, Drogba, Nedvěd, Čech, Modrić, Casillas, Iniesta, Shevchenko … dificilmente outra copa vai ter tanto craques como essa.
@sdmlinks O único problema foi a Nike mandar um modelo desconfortável e pouco anatômico como esse. Principalmente para um atleta que está em recuperação e tem um histórico complexo de lesões no tornozelo. Nesse grau de competitividade precisariam avaliar opções mais adequadas e seguras.
@donizetearruda7 Ué mas o rachão todo não ocorreu por não terem dado a oportunidade para a Isolda? Ela está impossibilitada ou só foi usada de pretexto para a sede de poder da dupla Camilo e Cid?
@marioliveirain Essa é a verdadeira tragédia, enquanto o senso comum aponta para o uso de substâncias controladas , o falecimento do garoto provavelmente foi em decorrência do uso de substâncias que se compra sem controle. E não é só insulina que entra nesse hall de medicamentos mortais usados.
@tiodobalao A minha critica é ao fato de antes do laudo, alguns médicos e varias pessoas ignorantes de forma preconceituosa já associaram a tragédia ao uso de um grupo de medicamentos que é controlado de forma séria no Brasil. Enquanto drogas potencialmente mais danosas estão sendo vendidas.
@tiodobalao Será doutor? eu não tenho os exames clínicos dele e nem relatórios de anamnese dos médicos dele, o senhor tem? Porque assim, para quem defende a ciência ter esse tipo de suposição sem fundamento é estranho.
@tiodobalao Ñ existe. Seguindo essa lógica ainda ñ existe validação científica para o uso de esteroides em tratamento de disfunções de gênero. Isso significa que não existem pessoas que precisam deste tipo de tratamento? É possível afirmar que elas morrerão aos 22 em função dos esteroides?
@tiodobalao Sobre os livros, você certamente já deve ter lido as bases farmacológicas (Goodman & Gilman) e sabe diferenciar um esteroide anabolizante de um hormônio pepitidico. Abraços e até mais, cansei desse assunto
@tiodobalao Doutor, você sabe que não existem estudos sobre o uso considerado “estético” . O garoto faleceu provavelmente pelo uso abusivo de Insulina, uma substância que não é considerada esteroide anabolizante e que é comprada sem controle especial em qualquer farmácia.
@EspecialistaOr1@tiodobalao Esse é o ponto, se de fato o garoto morreu por uso de Insulina (que não é classificada como esteroide anabolizante) essa discussão é totalmente equivocada, estão batendo em um espantalho, quando o que de fato causa preocupação são drogas de acesso fácil de alto potencial letal.
@Rodrigo81176127@Pragmatismo_ Infelizmente muitos jovens morrem e muito triste, mas não dá para comentar o caso sem qualquer fundamento.
Quer debater o uso de qualquer tipo de droga ?(recreativa, anabólica …) eu topo, mas sobre ESSE CASO tem no minimo 3 hipóteses, não dá para argumentar com suposições.
@oelvianna A insulina é um hormônio pepitidico, nesse caso, confirmado o laudo de hipoglicemia, o uso impactou 100% na vida dele. O problema é tratar saude e ciência usando senso comum, quando o caso exige conhecimento farmacológico e médico para ser debatido.