O Hip-Hop mineiro tem história, talento, potência e organização. O que falta não é cultura: falta investimento, estrutura, continuidade e reconhecimento. A demanda é simples e urgente: mais política pública para quem faz cultura e mais respeito pela cultura que nasce nas ruas.
Não basta criar políticas para o Hip-Hop sem ouvir quem constrói essa cultura. Artistas, coletivos, produtores e organizações precisam participar da elaboração, execução e fiscalização das políticas culturais. Quem vive o território precisa estar na mesa de decisão.
A cultura Hip-Hop gera trabalho para artistas, produtores, fotógrafos, designers, comunicadores, técnicos, comerciantes e diversos profissionais. Valorizar essa cadeia é reconhecer que cultura também é trabalho, renda e desenvolvimento econômico.
Praças, parques, centros culturais e equipamentos públicos precisam estar abertos para a cultura urbana. Minas Gerais pode fazer muito mais para garantir locais seguros e estruturados para batalhas de MCs, slams, rodas de breaking, graffiti e eventos de Hip-Hop.
Muitos coletivos e artistas independentes não conseguem acessar recursos públicos por causa da burocracia e da falta de orientação. É preciso simplificar os editais, ampliar a formação para agentes culturais e criar mecanismos que contemplem quem está na ponta.
O Hip-Hop oferece pertencimento, expressão, formação e perspectiva para milhares de jovens. Investir nessa cultura é também investir em educação, cidadania e transformação social. Minas precisa olhar para suas juventudes e ouvir quem está nas ruas.
A cultura Hip-Hop não acontece somente em Belo Horizonte. Ela está no Vale do Rio Doce, Vale do Aço, Zona da Mata, Triângulo, Norte de Minas, Sul de Minas e em tantos outros territórios. Precisamos descentralizar os recursos e fazer o investimento cultural chegar ao interior.
Artistas, produtores, DJs, MCs, grafiteiros, breakers e coletivos culturais de Minas precisam de editais acessíveis, cachês dignos, espaços públicos e continuidade. Cultura não pode depender apenas do esforço voluntário de quem já faz muito com pouco.
Rap, breaking, batalhas, slams, conhecimento, moda, graffiti e DJ são pilares de uma cultura que movimenta juventudes, cria oportunidades e transforma territórios. Em Minas Gerais, precisamos reconhecer o Hip-Hop como política cultural, não como atividade secundária.
Minas Gerais tem uma produção cultural imensa nas quebradas, nos becos, nas praças e nos territórios periféricos. O Hip-Hop não pode sobreviver apenas de resistência: precisamos de políticas públicas permanentes, investimento e valorização de quem faz cultura todos os dias.
e apresentação dos encaminhamentos da Audiência Pública COMUNIDADE LGBTQIAPN+ DE GOVERNADOR VALADARES DA INVISIBILIDADE À CIDADANIA e reunião pra debate do NEABI falando do legado de Abdias do Nascimento e também falando sobre a Escola Nacional do Hip-Hop. Vem com nós!
Bom dia, quebrada! Passando pra dizer que a semana tá sendo agitada, teve samba na Chavejaria e Batalha do Deck no Domingo em GV, limpamos a casa de cultura Kumbuca, estudei e organizamos a campanha na segunda feira, na terça teve oficina no CSE, hoje tem reunião de alinhamento +
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