@bronzpodcast@hjordaopinto Existe guerra, pois a Fraternidade quer guerra. Roma hoje é muito mais aberta para o diálogo e a Fraternidade tem que agradecer aos céus por isso. Caso contrário teriam tomado um caminho até pior que os vetero católicos
@bronzpodcast@hjordaopinto Concordo. A comunhão não significa arbitrariamente fidelidade com a doutrina católica. Mas, se opor a ponto de receber uma punição canônica válida que coloca a vida da alma em perigo é se assemelhar aos que inimigos que não são membros do Corpo de Cristo
@bronzpodcast@hjordaopinto Esse reconhecimento é quase galicano podemos concordar. Pois, apesar de reconhecer a sua autoridade, não poucas vezes colocam em xeque suas decisões e recorrem a cânones extraordinários para explicar a constante desobediência ou resistência a decisões da autoridade romana
@bronzpodcast@hjordaopinto Por isso não consigo aceitar o estado de necessidade atual. Roma se disponibilizou a conversar assim como tem feito com tantos grupos. A diferença é que a Fraternidade senta à mesa predisposta a discordar e impor a sua vontade. Não custava aguardar para ter novos bispos
@bronzpodcast@hjordaopinto Não o reduzo pois compreendo a complexidade do assunto. O caso é o modo como a fraternidade lida com Roma. O diálogo sempre deve ser de falar e escutar, mas, a Fraternidade não esta disposta a ouvir e com isso não há diálogo. E não levemos ao dialogo com o erro, mas de doutrina
@bronzpodcast@hjordaopinto Não consigo concordar. O que me parece é que a FSSPX quer guiar como Roma deve agir e não ser guiada por Roma. Apesar disso, não acham ruim quando Roma faz concessões, exemplo de Bento XVI e Francisco.
Mais evidente ainda é do Pe. Pagliarani querendo o papa e não o cardeal
@bronzpodcast@hjordaopinto Discordo veementemente pois a IBP tem a postura critica quanto ao concílio de forma aberta e nos sermões. Isto não impediu que fossem aceitos em comunhão com Roma e tivessem seus seminaristas ordenados. O que devemos considerar que a FSSPX faz mais que estes?
@bronzpodcast@hjordaopinto Compreendo totalmente essa realidade, entretanto, tendo em vista a existência de tantos outros grupos tradicionais, não existe um motivo válido de estado de necessidade, nem para o ecclesia supplet quanto para as ordenações.
@bronzpodcast@hjordaopinto Em 1988 eu consigo compreender o estado de necessidade, pois somente havia a FSSPX para preservar a tradição. Hoje não faz mais sentido, temos diversos institutos com doutrina séria e tradicional, com exemplo da IBP, que disponibilizam os sacramentos validamente.