🚨SORTEIO @futebol X Central do Braga
Vamos sortear uma CAMISA DO BRASIL pra vocês!
Para participar:
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- Comente qual o melhor jogador da Copa até o momento
➡️ O sorteio será na TERÇA-FEIRA.
Boa sorte, rapaziada! 🫡🇧🇷
Ainda sob contrato, mas liberado para negociar, conversar com outras organizações e participar de tryouts
Voltando de um bootcamp de 3 meses na KR, alcançando peak de 2036 LP no Challenger
Acredito muito na evolução que tive tanto no mental quanto dentro do jogo, e tô hypado para mostrar isso nas próximas oportunidades
DM aberta
RTs e recomendações são muito bem-vindos 🫶
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
O Pix foi idealizado e criado pela equipe técnica do Banco Central do Brasil. Os estudos começaram em 2016 (governo Temer), com grupo de trabalho formal em 2018 sob Ilan Goldfajn. O engenheiro Carlos Eduardo Brandt liderou o projeto e é reconhecido como o “pai do Pix”. Foi lançado em novembro de 2020, durante o governo Bolsonaro, mas a autoria é do BC de forma autônoma.
URGENTE: Carlo Ancelotti cogita MATAR Neymar para conseguir "revivê-lo" sem lesões, com força total e possuindo energia infinita através do Jutsu Edo Tensei.
AGORA QUEM FALA GROSSO SOMOS NÓS.
Por tempo demais tentaram fazer o trabalhador acreditar que cansaço é normal, que abrir mão da própria vida é obrigação e que aceitar tudo calado faz parte da rotina.
Mas nós também temos o direito de falar.
Que nossas ideias circulem.
Que nossas artes atravessem as ruas.
Que as mensagens encontrem trabalhadores cansados voltando para casa, estudantes indo para aula e pessoas que já sentiam tudo isso, mas achavam que estavam sozinhas.
Movimentos não nascem grandes. Nascem quando pessoas comuns percebem a própria força coletiva.
COMPARTILHEM. FAÇAM NOSSA VOZ ECOAR 🔥
#FimDaEscala6x1 #GreveCLT