É proibido, mas pode-se fazer. E o que é que acontece a quem o faz? Nada. A Administração Pública não precisa de cumprir a lei em Portugal. Poderia ter dado mais 20 exemplos.
Ainda bem que há alguém a estourar o ordenado... Já eu faço as contas e vejo que o amigo estado ficou com quase 30% do meu salário sem ter ajudado um caracol 💪🏻
Detesto quando faço as contas para perceber para onde foi o meu dinheiro… e tudo bate certo. Ninguém me gamou. Fui eu, com toda a competência, a estourá-lo. Hoje é só dia 4 de maio😐
Neste momento, eu imagino que o departamento médico do Sporting seja um PC com o chatGPT aberto a dizer "tens razão, não devíamos ter metido o Fotis a jogar com o joelho todo ligado, bem apanhado ✨ posso sugerir alongamentos para o tornozelo partido do Luís Guilherme?"
O problema de hoje foi termos ganho ao Bodo
O segundo problema de hoje foi não termos sido goleados na 1 mão e rodar na 2
O principal problema já o tinha dito no verão…um mercado vergonhoso de quem não queria ser Tricampeão
Ainda muito lutaram…menos o Pote
Merecemos o 3 lugar
Vibes do que o @SportingCP fez com a palhaçada elitista dos Lion Seats. Nunca vou esquecer que o meu pai e avô tinham lugar desde o estádio antigo e esta época foram chantageados a pagar 2000€/cada para manter o lugar que pagaram durante mais de 20 anos ou a ficar sem ele.
Isto foi uma vitória do balneário , uma vitória do grupo, mas é impossível não falar em Maxi, em Hjulmand e, é verdade, em Fresneda. Três monstros rodeados de amigos
@tmsousasantos@AEstrelaLeonina O pior é que não dizem, ou não querem dizer que o acesso á porta 2 também pode ser feito pelo acesso dos autocarros á porta 1. Evitando assim a multidão que se junta.
Sub intendente ANDRÉ CARVALHO da PSP, deu a ordem para que uma imagem que iria ficar na bancada do estádio do SCBraga com alusão à terra e ao clube fosse retirada. À força. Mesmo com pareceres positivos da liga Portugal e da Cruz vermelha. Para o senhor ANDRÉ CARVALHO e os seus pupilos as imagens não cumpriam este requisito:
“não se vislumbra que a coreografia (…) se enquadre no apoio aos clubes e sociedades desportivas intervenientes”.
Não é trabalho da PSP fazer de júri de coreografias ou fatiotas nos Estádios de futebol.
Desrespeitaram as pessoas, a obra de arte, assustaram crianças e mataram qualquer espírito que se procura no desporto.
Deviam ser tão eficazes quando são chamados a locais do crime e olham para o lado. São fortes com os fracos e fracos com os fortes?
Ou estão a celebrar o novo MAI de
Forma demasiado entusiástica?
Seja como for, se não gostam, deve ser exposto.
Viva PORTUGAL, VIVA BRAGA, VIVA O MINHO
Nem tudo é mau, nem tudo corre mal. Por vezes temos momentos singulares, feitos por gente extraordinária. Um miúdo fantástico que chama o 112 para ajudar a mãe, sossega os irmãos, sinaliza o carro. E um profissional do INEM incrível que tudo faz para activar os meios enquanto sossega o miúdo que quer ajudar a mãe. É impossível ver este vídeo até ao fim e não ficar comovido com a bravura do Rodrigo e a calma tranquilizante do técnico do INEM.
Ajudar é isto, solidariedade é isto. Amor é isto. És enorme, Rodrigo.
Imaginem gastar milhares em obras. A empresa rebenta com tudo para dar início… e deixam de aparecer ou de atender telefonemas.
A empresa Kompasso tem já queixas no MP por obras inacabadas e lesados que terão perdido mais de 2M€…
Hoje! A Prova dos Factos. 21H. Na @rtppt
Pagar impostos sobre o que ganhas, depois pagar impostos sobre o que compras e ainda pagar impostos sobre coisas que já temos, que já pagaram impostos para serem compradas com o dinheiro sobre o qual já pagou impostos quando o ganhamos, e depois pagar impostos sobre os juros se decidirmos poupar o pouco que sobrou, pagar impostos sobre o lucro se decidir vender o que é nosso e, no fim de tudo, pagar impostos sobre a herança para que os seus filhos tenham o direito de receber o que restou de uma vida inteira a pagar impostos sobre impostos.
A sport TV deixou de transmitir os pênaltis do Sunderland a 1 golo de terminar para passar publicidade e começar o city a tempo?
Já não surpreende mas que serviço de merda
O maior legado que deixamos são os nossos valores 💚
Porque os valores que vivemos hoje são o exemplo que deixamos amanhã. São o legado que passa de geração em geração e que faz do Sporting CP uma família que atravessa o tempo.
Feliz Natal, Sportinguistas 🎄
Um bairro com cerca de 3 mil pessoas em Almada foi construído em terrenos do Estado.
Só isto já devia fazer soar todos os alarmes.
Mas fica pior.
Esses terrenos foram vendidos ilegalmente por quem não era proprietário, a imigrantes que entraram sem convite, que compraram casas a quem não tinha absolutamente nada para vender.
Água e luz?
Também ilegais, claro.
O resultado?
Os legítimos proprietários da zona vivem hoje com:
– Quebras constantes de eletricidade.
– Uma lixeira a céu aberto.
– Degradação total do espaço envolvente.
Tudo porque o Estado, esse colosso omnipresente que regula tudo e todos, não conseguiu impedir que invadissem e vendessem a sua própria propriedade.
E agora, quem resolve?
A Presidente da Câmara de Almada diz que não é responsabilidade dela.
Diz que “vai ajudar no que puder”, mas aponta o dedo ao IHRU.
O IHRU responde com a frase clássica do Estado:
“Não temos meios.”
Isto é o Estado.
Rouba metade ou mais do rendimento das pessoas
em nome das coisas “grátis”:
Segurança, justiça, saúde, educação, televisão pública… tudo.
Mas depois:
– Não protege a sua própria propriedade.
– Não impede vendas ilegítimas.
– Não resolve quando descobre o problema.
– Não assume responsabilidades.
Começa o ritual habitual:
Empurrar culpas, arrastar processos, lavar as mãos. Nunca é culpa deles.
Quando é, afinal… “faltam recursos”.
Ou seja:
A solução é sempre roubar ainda mais a população.
E depois ainda dizem que este mesmo Estado
vai conseguir gerir sistemas altamente complexos
como saúde ou educação.
Se não consegue fazer o básico de:
– Proteger propriedade.
– Impedir invasões.
– Impedir vendas ilegais.
– Resolver quando falha.
Não conseguiu prevenir.
Não consegue corrigir.
E ainda podes pensar:
“Ok, isto aconteceu uma vez. Não vai voltar a acontecer.”
Era bom.
Mas não.
Já começaram a construir mais um bairro.
Porquê?
Porque o Estado continua a não proteger a sua própria propriedade.
Não travou o esquema.
Não puniu os responsáveis.
Não passou uma mensagem clara.
A mensagem que passa é esta:
Invadir compensa.
Vender o que não é teu compensa.
Ser bandido compensa.
Quando o próprio Estado demonstra que não defende o que é seu, está a convidar a repetição do crime.
E depois fingem surpresa.
Depois aparecem comunicados.
Depois falam em “planos”, “estudos” e “grupos de trabalho”.
Entretanto, o problema cresce.
Um Estado que não consegue proteger a sua própria propriedade, não vai nunca proteger a tua.
Mas é neste Estado que os portugueses continuam a confiar para proteger direitos, propriedade e segurança.
Boa sorte.
☢️ Reflexão da Cooperativa: a CNN apagou o vídeo da calmeirona a caminho dos 30, mais a irmã (quiçã mais velha, não sabemos), penduradas às costas da mãe, com 4 empregos para as sustentar.
A CNN achou que era um história comovente. O resto, todos, acharam uma aberração. A jovem diz estar "na formação", não dá um tusto para os gastos lá de casa. Pelo que percebi, a mana, igual.
Contexto feito. Adiante.
Eu vi o vídeo várias vezes. Partilhei, incrédulo. Não há vergonha, não há hesitação, não há sequer aquele reflexo primário de embaraço que antigamente nos fazia baixar os olhos. Há orgulho. Há até uma certa superioridade moral. Ela saiu à rua para defender a mãe.
E aqui está o curto-circuito civilizacional, não é a mãe que falhou na educação; é a educação que falhou à filha. Porque educar não é apenas garantir teto, comidinha, Netflix e 5G com dados ilimitados. Educar é ensinar o momento exato em que um adulto deixa de ser um projeto eterno e passa a ser adulto. Coisa hoje considerada quase ofensiva, como se a autonomia fosse uma violência estrutural herdada do late stage capitalism, claro.
Esta geração foi ensinada a reclamar antes de tentar, a exigir antes de fazer, a acusar antes de assumir. Cresceu a ouvir que o mundo lhe devia tudo, conforto, validação, propósito , e que qualquer desconforto era culpa de um sistema opressor, nunca de uma escolha pessoal. O resultado está à vista, filhos que protestam em nome das mães, enquanto as mães se esfolam a trabalhar para manter filhos que já deviam estar a falhar sozinhos há muito tempo.
Quatro empregos para sustentar adultos funcionais, com voz ativa, consciência política e tempo livre suficiente para ir a manifestações. Isto não é solidariedade familiar; é parasitismo com discurso politizado. É a elevação da dependência ao estatuto de virtude cívica.
A escola também falhou aqui, sim. Mas não por falta de recursos, nem por ausência de disciplinas. Falhou porque deixou de ensinar o básico, que crescer dói, que a vida não é justa, que ninguém nos deve nada depois de nos ensinar a andar. Falhou porque substituiu o mérito pelo ressentimento e a autonomia pelo vitimismo performativo.
O mais trágico não é a mãe com quatro empregos. É a filha que olha para isso e não vê um grito de exaustão, mas um argumento político. É a normalização do egoísmo embrulhado na nobreza da causa. É uma geração que se diz consciente, mas não tem consciência suficiente para sentir vergonha.
E uma sociedade que educa assim não está apenas a falhar no presente. Está a preparar, com zelo e boa intenção, um futuro feito de adultos frágeis, eternamente indignados, sempre à espera que alguém venha trabalhar mais um turno por eles.
Pobre mãe. Pobre país este que faz desta as suas gentes.🥸
Para eventual reflexão.
o dono da cooperativa
Nota: hoje, com tempo, estou para escrever. Ainda me falta um texto sobre um tema que não quero deixar em claro.